No dia seguinte, os pcs acordam meio em frangalhos, mas ainda há serviço a fazer. Enquanto ajuda é pedida por telégrafo, sempre há uma forma de voltar a se perder em uma floresta perigosa...
Mais sábado que vem, espero - keep it coming!
No dia seguinte, os pcs acordam meio em frangalhos, mas ainda há serviço a fazer. Enquanto ajuda é pedida por telégrafo, sempre há uma forma de voltar a se perder em uma floresta perigosa...
Mais sábado que vem, espero - keep it coming!
Nem costumo falar que vai que zica, mas... um dos pcs novo pronto pruma campanha de Scion, 1a. edição, passada no bairro da Liberdade, SP, todos scions de deuses do panteão japonês. O meu é um filho de Izanagi, nikkei lutador de sumô, que 'despertou' em uma luta decisiva em que perdeu, mas manteve a honra intacta.
Há a chance duma roda de Tartarugas Ninjas que, de acordo como for, faremos uma banda com nossas verdadeiras identidades - HPS: Howlers in Plastic Suits, que tbm pode ser sigla para hidden in plain sight, foi o que sugeri. Por enquanto somos mutantes de um pastor alemão (que é muito sério pra participar duma banda, apesar de se chamar Luther), um coiote (ou polvo, ainda não decidi) e uma formiga. Há ainda um humano que é nosso roadie/motorista de fugas... deve ficar divertido.
Chegamos na nossa sexta sessão, e conseguimos desmanchar uma transformação em gato de uma pobre de uma moradora de rua, obra de um Desaurido - sob a forma de uma mulher com a cabeça feita uma gaiola com dois passarinhos dentro.
É, nessa base.
Após o feito - em que valeu o divertido role-play de nossa Euthanatos de plantão para reaver a "gata" de quem havia adotado -, a questão agora é encontrar a Desaurida e.. eliminá-la.
Enquanto isso, a investigação sobre o grupo de meninos endemoinhados dependendo de um investigador terceirizado.
A ver, a ver.
Tensa segunda sessão de Castelo Falkenstein, entre o despertar de um dragão envenenado e o corre tomado pela floresta escura cheia de fadas da Unseelie.
Mais semana que vem, espero.
Em mais uma sessão, deslizando entre universos e esquivando de balas, nós nos infiltramos onde poderia estar a desaparecida ex-namorada de um dos nossos. Uma vez dentro da casa, uma festa - não há muito tempo pra fazer algo, pois os anfitriões são vampiros, felizes pelo nosso sangue wakerider, pancadaria começa, o tal um dos nossos se revela um grande lobisomem e as coisas ficam feias - e inconclusivas.
Mais semana que vem.
Pendurei ali do lado o link para Brigada Ligeira Estelar, RPG nacional pelo meu prezadíssimo Alexandre Lancaster, com a temática de robôs gigantes e seus pilotos, em uma space opera, lutando para salvar o dia!
Gosto do que ando lendo, do jeito que me faz pensar em jogos como Castle Falkenstein, Fading Suns e mesmo Blue Rose.
Vamos ver o que sai...
Faltei à sessão passada, e, em resumo, temos que resgatar alguém que na verdade nos quer aprisionados. Idas e vindas pelos universos continuam...
Tem um quê de passo de siri esse jogo. Só se vai pra frente indo pros lados. Curioso.
Quase um mês depois, ontem conseguimos voltar com a roda.
O caso do guri de cabeça explodida prossegue, e descobrimos que o perpetrador está sob ordens de outro coleguinha, que chantageia outros dois ou três, qual um Draco Malfoy realmente errado - cuja rica casa está com proteções mágicas e tudo.
Em outro caso paralelo, esperando o primeiro dar alguns retornos, investigações sobre estranhezas nas vizinhanças - incluindo uma senhora que foi transformada em um gato.
Mais em quinze dias - tomara.
De volta, após alguns tantos anos, à Quarta Terra.
Os jogadores fizeram três humanos e uma fada, sendo os humanos uma Detetive Consultora, um Mercenário e um Cavalheiro, e a fada uma Pixie.
O grupo, junto em retrospecto, teve sua participação no caso de uma estrada de ferro sendo construída no interior da Bavária, próxima a uma floresta sombria - e devidamente atacada pelos cidadãos residentes da mesma, alegando a quebra de um acordo.
Gostei dos resultados, gostei de voltar a mestrar, mais ainda em CF.
Mais dos Caminhos de Drachenwald, primeira parte do que pretendo ser algo mais comprido, semana que vem.
Jogando novamente após algum tempo (algum ponto de 2022...) com Urik de Oxenfurt, meu médico no The Witcher Pen & Paper RPG. O GM reciclou uma antiga aventura que quer expandir e nos chamou... primeira parte encerrada, mais provavelmente fim de semana que vem.
Wakeriders é a campanha/sistema caseiro do GM de Guarda Real, em que fazemos indivíduos excepcionais capazes de cruzar o multiverso com o poder de nossa vontade. Fiz um sujeito que havia sido sequestrado pelas fadas oriundo de alguma Irlanda entre infinitas, que acabou sendo treinado por quem o resgatou. Phineas é o nome que constava junto ao bebê, Ryder é um sobrenome que por vezes utiliza.
Foi curioso, tivemos a sessão de juntar os personagens. Todos sem saber direito como os poderes funcionam, dependendo do meu, muito bom em teoria - vamos ver próxima sessão, quando evadir pelo multiverso do tiroteio em que nos metemos pode não ser assim tão simples...
Jogamos nosso "despertar" em Mundania e seu dia-a-dia cinzento, para a realidade apocalíptica e gloriosa de Ragnarock. De saída, somos atraídos para um misteriosa feira onde muito é prometido, mas outra coisa é entregue - algo muito mais sinistro. Combate e porradaria no Carnevil of Xhaos - e Predatorya é o nome da banda:
Grunito (vocal), Howler de Fenawar
Kotzen (guitarra), Shredder de Shrika
Steel Panther (baixo), Blüdgard de Shrika
Rothen (baterista) Brutalizer de Anarkon
Heavy D (roadie), Amplord de Fenawar
Ontem retomamos, após um hiato, nossa roda de Mago - A Ascensão.
Prosseguimos com a investigação da misterioso caso do adolescente com a cabeça explodida. Descobrimos que um coleguinha está como um servidor de um Nefandi, provavelmente de olho em seus pais, ricos e com diversos contatos.
Infelizmente foi uma sessão mais curta, devido à indisposição de saúde de um de nós, mas valeu estarmos juntos. :)
Ontem fiz um personagem para Gods of Metal: Ragnarock. Neste rpg, você é resgatado de uma vida medíocre e infeliz pelos poderes do Heavy Metal para lutar e viver aventuras de truculência e adrenalina em um mundo de fantasia que existe ao redor daquilo que conhecemos como realidade - Ragnarock e Mundania, respectivamente. Outra bola dentro da Renegade Studios, o financiamento coletivo foi atingido em 5 horas.
Você interpreta um avatar, servo de um dos seis deuses do HM, representando um estilo do gênero, como death, doom, speed metal, etc. Cada um representa ainda um set de habilidades e características - há regras para você criar o seu, caso seu gosto não se encaixe, que são chamados de NU Gods.
Em outro passo de definição do personagem, é o seu papel na banda (o grupo de aventureiros), o que não quer dizer se você é o baterista, guitarrista, etc, isso independe: mas, por exemplo, amplords são inspirados em roadies, pois consertam e criam várias coisas, enquanto blüdgards meio que cuidam da performance e do bem-estar dos demais membros. Assim como no passo anterior, habilidades são definidas, otimizando-se aqui. Essencialmente, a feitura de personagens é simples.
A vibe do jogo lembra games como Full Throttle e, é claro, Brütal Legend. O lance da vida dupla, entre o sonho e a mediocridade, lembra o RPG Changeling - o Sonhar; e ainda me lembrou "mister Anderson" antes dele virar Neo, em The Matrix. Se entendi, o trânsito entre Ragnarock e Mundania não é a toda hora, com mecânica de jogo para se "cair da Graça", digamos, e a ela (tentar) retornar. Outra referência que me lembro é o menos conhecido (bem obscuro, na verdade) RPG Fireborn, em que se vive e joga tanto no presente (em que a magia está retornando) quanto nas memórias de um tempo mítico, mas aqui com fichas próprias para as duas instâncias.
Ainda não decidi o nome do meu, mas ele é um blüdgard de Shrika, divindade do Glam Metal. Bitch gotta be fabulous. Em Mundania, ele é também músico, mas seu talento e gostos se veem tolhidos por necessidades financeiras que o levam a estilos de música mais, hum, de gosto geral.
Mas isso ainda há de mudar.
De surpresa, pela ausência de um dos jogadores, nesta terça participei duma demonstração de MAdO pelo Canal Rizoma no Discord, jogado no Foundry e retransmitido via Youtube, com o próprio Alessandro Franzen mestrando. Fomos até umas 2 jogando - irresponsáveis, não?
Na aventura, um colossal iceberg ameaça a capital da facção dos Independentes, e expedições anteriores para tentar resolvê-lo desaparecem. Nossos intentos são desafiados por dedos de gelo de seis metros de diâmetro, descendo direto do iceberg, fustigado na superfície por relâmpagos apocalípticos, que também ajudavam a provocar ocasionais avalanches submarinas - e um autômato psicopata padrão, que queria bancar o Pinóquio mas da maneira o mais errada possível.
Foi divertido. Uma nova mecânica de pontos de Cataclismo foi aplicada, envolvendo o número de jogadores, similar à mecânicas como o threat points do 2d20 da Mophidius, se não falha a memória. Joguei com uma nova template, a de um refugiado de Atlântida, que se disfarça de humano, enquanto tenta sobreviver e recuperar a memória sobre os motivos que levaram a ser expulso de sua terra natal.
MAdO está sob uma revisão geral, depois que o YZE passou por um update, o que anda atrasando o lançamento, mesmo após o financiamento coletivo. É torcer para que saia e receba o sucesso que merece.
Divertido como sempre.
Quarta passada fomos de Boulder City para Manaus, atrás dos Insecticons que sequestraram Megatron, ninguém menos. Rolamentos desastrados garantiram boas risadas e um bom combate com sentinelas.
Mais na semana que vem.
No servidor brasileiro do Discord dedicado ao engine do Mutant Year Zero estão fazendo uma semana de jogos, one-shot, um diferente por dia, que utilize o sistema. Nesta terça foi a adaptação de Twilight 2000, que inclusive joguei no mesmo esquema meses atrás (o próprio MYZ, aliás). Este jogo é uma nova versão de um RPG veterano de 1984 pela Game Designers' Workshop, dentro da ficção pós-apocalíptica: era a vida nada glamourosa após a guerra nuclear em busca de recursos, onde o que radioatividade fazia era matar você - portanto, nada de superpoderes por mutação.
Assisti a partida, estava na fila de espera em caso de desistência. Pude ver que, prosseguindo na temática de RPGs centrados em sobrevivência, parece-me ser uma escolha natural ter o YZE adotado por esa ambientação. Da primeira vez que joguei, saíamos de nosso acampamento para um ponto onde ficava uma cidade abandonada em busca de recursos, se bem lembro. A sessão acabou no meio do caminho, transmitida pela Twitch.
Deu pra ver, e depois comentar, a diferença de takes deste para, por exemplo, MYZ, em que radiação ainda provoca poderes sobrenaturais, em contraste com T2000, conforme acima descrito, mais focado em sobrevivência e militaria.
A semana começou com o novo Kilombo, na segunda. Ontem teve um hack do YZE para a ambientação de Star Wars, hoje, quinta, tem Muito Abaixo do Oceano e amanhã, sexta... The Walking Dead.
Descobri que a Rede RPG republicou em 2015 uma resenha que fiz em 2007 do Serenity RPG, baseado no filme de mesmo nome, que veio da série de curta duração chamada Firefly.
Foi engraçado reencontrar o texto.
![]() |
| Blade Runner: The Role-Playing Game. Free League, 2023. |
Ontem jogamos o novo Blade Runner RPG, seguem algumas impressões abaixo.
Usando o sistema de Mutant Year Zero, você faz um Blade Runner, humano ou replicante - com regras de montagem ligeiramente diferente entre ambos -, e acrescenta um arquétipo designando uma função, que também sugere um estilo de vida (enforcer para combatentes, doxi para analista de reações emocionais, etc.). O outro jogador fez um humano fixer, veterano há 8 anos na força policial, já eu montei um replicante doxi, recém-saído da embalagem - Comp e Arthur foram fáceis de se fazer, e divertidos de se jogar.
Na confecção dos personagens, mantendo o clima 'neon noir/cyberpunk' do cinema eee assim como do livro original, dentro da obra do Philip K. Dick, os personagens têm uma memória antiga que mexe com eles - e, no caso dos replicantes, implantada (por mais que via de regra eles saibam disso), podendo ser traumática -, que define algumas coisas de sua personalidade; além de estabelecer uma relação com uma pessoa real, harmoniosa ou mesmo violenta.
O sistema inclui bastante material a respeito de uma investigação policial, seus métodos e procedimentos - e o quanto cumpri-los ou não pode influenciar tanto em pontos de Humanidade (quando se ajuda pessoas) quanto de Promoção (quando se ajuda a própria corporação policial): de saída nesta sessão tivemos uma cena onde antecipávamos a burocracia (ah-hem) para levar a investigação adiante e pensamos num favor para oferecer a um outro oficial, que nos valeu um ponto de Promoção: sim, política interna conta.
![]() |
| R2D2, a.k.a. Arthur. |
Achei, entretanto, o esquema de shifts/turnos de trabalho, estes os quais o trabalho de polícia é feito um pouco forçado para algumas ações se encaixarem ao longo de horas, ficando um pouco mecanicista demais para o meu gosto - mas eu entendo a intenção: se enrolamos demais, não fechamos o caso, que tem um prazo (medido em dias) pra ser resolvido. Não deixa de ser interessante, e realmente não é um impeditivo para eu querer continuar jogando.
O Blade Runner aqui continua sendo um policial de elite especializado na "aposentadoria" de replicantes recalcitrantes, mas se passando na época entre o primeiro e o segundo filme, a sociedade se mostra mais complexa - e esse policial também atua protegendo os direitos dos replicantes, especialmente a série Nexus 9, que vêm se provando bem mais... estáveis?
Por último, um blurb do site do RPG, cheio de referenciazinhas marotas ao filme original:
Set in the year 2037, the Core Rulebook begins the adventure shortly after the Wallace Corporation debuts the new Nexus-9 Replicants on Earth, giving you the choice to play as either human or Replicants.
As a member of the LAPD’s Rep-Detect Unit, you’ll face impossible choices and find beauty and humanity in the stubborn resilience to keep fighting. To persevere through pain. To agonize over itches you can’t scratch. To do questionable and extraordinary things, chasing after fleeting moments of love, hope, and redemption to be lost in time like tears in rain.
Other than that, it’s just a normal day on the force, so get to work and grab some noodles on the way. That stack of cases won’t crack itself. It’s a shame you won’t live long enough to solve them all.
But then again, who does?
Começamos com a aventura oficial Eletric Dreams, presente no starter set. Mais - espero - em quinze dias.
... em caráter excepcional, provável hiato de 3 sessões, mas por isso acabamos antecipando o que foi a sessão final da aventura.
Os elfos atacantes do palácio ducal foram encontrados em uma floresta nas redondezas, mas não estavam dispostos a prestar conversas. Ao menos, saímos vivos e relativamente incólumes.
Meanwhile, caos na estalagem para onde os combalidos duque e duquesa haviam sido transferidos, com a aparição dum demônho que ia atrás de uma dos nossos. Tumulto e pancadaria se seguiram. Mas tudo acabou bem.
Nossos robóticos heróis foram investigar uma companhia de tecnologia ostentando uma estranha produção avançada demais para os padrões de 1985. Conseguindo se esgueirar, descobrem que de fato usam tecnologia cibertroniana para seus próprios ganhos - logo antes de um inesperado ataque dos Insecticons na empresa.
Com a sutileza às favas, foi descobrir que o ataque ocultava uma infiltração nos níveis inferiores da empresa, onde tecnologia de controle mental foi capturada pelo inimigo - que, fugindo, deixou o caos de seus drones pela cidade afora. Mas eis que surge para ajudar os...
... Decepticons.
Com uma praga também para controlar, Soundwave propõe uma trégua para lidar com os Insecticons, e resolver uma situação na China que envolve o sequestro que ninguém menos que Megatron.
Mais, espero, semana que vem.
E, nesta segunda; mal acabou o banquete com pelo menos um de nós trêbado, uma complicada tentativa de assassinato do duque e da duquesa se deu. Conseguimos extrair em segurança nossa princesa e, tremendo bônus, resgatamos o casal ducal enquanto elfos e demônios se digladiavam na própria alcova do casal: pela honra de quem iria matá-los antes? E quem eram a elfa e a estranha que um dos nossos, completamente trêbado, viu resgatar do mais profundo calabouço? Perguntas, respostas... mais, sessão que vem.
Domingo tivemos a roda de Mage, e avançamos bem no plot - investigando o bizarro assassinato de um estudante do Médio com a cabeça explodida, evitamos de sermos notados pela Inquisição que também investiga o caso, pagamos um mico diante da dor de uma mãe em luto, mas no fim tudo acabou bem pois conjuramos seu fantasma, aliviamos sua dor e descobrimos a improvável identidade de seu assassino.
A cidade pode dormir tranquila.
Na grande recepção do Duque pelo aniversário de seu primogênito, uma bela festança e, com as regras de farra diretamente de Pendragon RPG, a Guarda de Honra passou por momentos etilicamente alegres, com o perdão do dever.
Mais semana que vem.
Ontem mesmo rolou a parte 2 e conclusão da missão. Em post do GM, que preguiçosamente aproveito para contar como foi, enfrentamos um plano maligno decepticon de destruir a Represa Hoover no deserto de Nevada para coletar energon! Uma investigação na refinaria abandonada levou os novos autobots a capturar um soldado deceptricon que revelou a intenção de destruir a represa, porem quando estavam indo ate la a pequena cidade de boulder foi atacada forçando o grupo a desviar sua atenção para salvar os humanos...
Assim que chegam na represa, tiveram de enfrentar Thundercracker, Acid Storm e Skywarp comandados por Starscream que enviou alguns outros decepcticons caçadores para o embate. Por sorte, os bravos Hearse e Kratzen conseguiram ganhar tempo para que Skyshadow pudesse mergulhar nas aguas da represa e desativar as turbinas quase sendo destruido no processo. Optimus Prime e Jazz conseguiram chegar a tempo para dar apoio aos novatos e reparar a represa que ameaçava inundar a cidade de Boulder a alguns quilômetros ao sul.
E sim, muito legal. :)
Abaixo, as alt forms dos personagens Hearse, Kratzen e Skyshadow:
Pela Renegade Games Studios, as franquias Transformers, Power Rangers e G. I. Joe estão ganhando RPGs com um mesmo sistema de regras, significando a compatibilidade para quem gosta de mistureba e nostalgia.
Hoje joguei Transformers, situando-se ainda na época das séries animadas em meados dos anos 80. Hearse é o médico da equipe, cuja forma veicular é um não muito inspirador carro funerário... coisas da vida. Foi montado com as Influências de Inventor, Machinist e Scavenger (é, eu gosto de exagerar), Origem de Support e Papel de Scientist. Ainda temos um jato militar e um carro econômico da Alemanha Oriental.
O sistema é o Essence20 Roleplaying System. Para fazer personagens achei simples, me sugerindo - pra variar... - alguns tantos personagens diferentes. Para o jogo em si, até agora a coisa parece ser fácil de levar, mais sendo uma questão de se acostumar com a mecânica.
Seguindo uma aventura pronta, fomos atrás de uma base de energon abandonada pelos autobots mas que havia sido reativada pelo - fomos descobrir - nosso inimigo de sempre... mais, na próxima sessão.
Nova aventura começando, escoltamos a princesa herdeira do reino para o aniversário de seu pretendente, o filho do duque. Minha aposta é que a garota, gênia científica que ninguém se interessa por isso, vai meter o pé.
Chegamos no castelo do feudo anfitrião, e tirando um estranho contato místico com a ninja do grupo de origem e propósito ignorados, não aconteceu realmente muita coisa...
Tempos irregulares de jogos, mesmo na pós-defesa...
Uma ambientação de supers em fantasia e de sistema tb homebrews vem acontecendo com agradável constância. Tenho um arquimago meio metido a saber mais do que consegue de 15 anos de idade. Participam da roda uma ninja-teleportadora, um bárbaro com espada mágica e um guerreiro com alguns truques sob a manga. Fazemos parte da Guarda Real, nome da campanha, em que somos os troubleshooters com poderes do reino.
Mage the Ascension substitui Exalted nas mesas quinzenais de domingo, por algum tempo. Fiz um hermético - Tradição que nunca pensei em fazer - que é um maestro de música clássica. A campanha passa no Rio de hoje em dia. Os demais jogadores são relativamente novos no rpg, e é a primeira roda de Mage deles. Fizeram ainda um Cult of Ecstasy, Virtual Adept e Euthanatos.
Star Trek: Celestia voltara a voar, dessa vez com o sistema 2d20, da Mophidius, recentemente lançada pela New Order. Após anos - intermitentes - com meu XO andoriano, fiz um bynar que achei muito curioso, especialmente pelas possibilidades abertas que pensei para o personagem. A ver, a ver... a campanha está entrando em hiato novamente, pelo visto.
Algumas tentativas outras têm aparecido, mas não passando de duas ou três sessões, entre elas Against the Darkmaster (um retroclone de Rolemaster - é, quem diria...) ambientado uma geração antes de O Senhor dos Anéis e Star Wars d6, da WEG. Pelo mesmo GM que, inclusive, me deu a graça de finalmente conhecer Fireborn, mas que também durou só duas sessões.
Edit 27.06.23
Chato atualizar e por personagens que eu curtia jogar até o outro ano na criogenia. Destaque para Brix, o ladrão-cavalheiro de Aubepinne (Night Caste em Exalted). Talvez o jogo volte, mas notei que da Criogenia, ainda não voltou nenhum...
Esperando, como de hábito, dar pelo menos 3 sessões para emplacar um no quadro de Personas.
É com muita alegria que venho aqui dar essa força ao Alessandro Franzen na divulgação de Muito Abaixo do Oceano, RPG não somente pós-apocalíptico, como steampunk e verniano :D
Em financiamento coletivo já no último mês na campanha de metas, este RPG brasileiro se encaixa no gênero afrofuturismo/fantasia urbana, na cidade imaginária de Mojubá, "criada nos moldes de Rio de Janeiro, Lagos e Salvador é o palco onde o jogo acontece", conforme informação na página do financiamento. Lá também constam um fast play do jogo e uma aventura pronta, ambos gratuitos.
Parece tudo muito legal, boa sorte pra eles!
Anteontem rolou mais um jogo de Exalted, 2a ed. É das minhas duas campanhas regulares.
É uma campanha curiosa, com uma cidade de Thorns redesenhada pelo GM para ser algo que pareça uma França setecentista. O trabalho de construção daquele micro-universo ficou muito bacana.
Meu personagem, um Night, brinca entre ser um ladrão de casaca e o bátima local. Participa de um círculo onde consta uma Twilight, um Eclipse e um Dawn.
A campanha já rolava há anos, o número de tretas acumuladas nunca deixa de me espantar.
Uma das investigações - várias - acontecendo envolve o assassinato serial de meninos de um bairro pobre, e um inesperado envolvimento de um sinistro embaixador da cidade... mais, a ver, a ver.
Um jogo ocasional que participo é no universo de The Witcher. Assisti a série com o novo Superman do cinema, sei que há uma série de jogos de sucesso, baseado na obra de um autor polonês.
Para quem não conhece, em linhas muito gerais: é um cenário de fantasia baseado em folclore do leste europeu e má-vontade. Aparentemente sempre há um pra lembrar que na realidade a parte medieval da 'fantasia medieval' não era aquela coisa idealizada que O Senhor dos Anéis faz crer, "desconstruir" seus conceitos e blá, blá, blá, blá, blá.
Mas, modernões à parte, a trama em que estamos envolve o assassinato de 3 mulheres em e o sumiço de crianças em uma vila, enquanto o clima se comporta estranhamente com relâmpagos vistos em céu limpo.
Nossas investigações levaram a pegadas de alguma coisa inumana que se transforma tanto num bebezinho quanto, bem, em algo inumano que ainda não vimos, mas que se juntou às pegadas das tais crianças e todos rumaram bosque adentro, até uma estranha casa que não deveria estar lá, já que ninguém nunca ouviu falar - e talvez não devesse mesmo, face que é verão e há neve em seu quintal.
O sistema é o do RPG oficial, lançado no Brasil pela Devir; sistema este que é uma variante do Interlock, que por sua vez vem a ser originalmente o sistema de Cyberpunk 2020.
A roda conta com não um, mas dois Witchers (escolas do Grifo e Urso), um Criminoso e um Médico, este que vos fala.
Urik de Oxenfurst se apresenta pela instituição que o formou antes de que de onde veio, Nilfgard, para não gerar problemas em todo o caso. Filho único de uma família de mercadores, destruída por uma maldição. Maldições parecem ser o prato dele, porque ele também tem um amor problemático que sofre de uma 'maldição leve'. De estilo amigável, Urik valoriza o amor e sua amante lhe é a pessoa mais importante na vida, mas por outras pessoas não se importa muito.
Eu adoro sistemas de rolagem de background de personagem. Sério, sem ironia, acho divertidíssimas as combinações aleatórias que podem sair daí. Meu último personagem feito para CP 2020 era um Rocker, só que hip hop latino, e resultou em uma família cujos pais eram técnicos-cientistas mas que caíram em desfavor da empresa, o que arruinou carreira e finanças, com meia-dúzia de irmãos e uma coleção de "ex" miseráveis em seu rastro.
Terminamos a sessão entrando na casa/mansão pela porta da frente, coisa que, sendo os jogadores que somos, sequer havíamos considerado. Uma vez tendo decifrado o enigma que a trancava, agora é brincar de se esconder de um golem mecânico que ronda a casa, presumivelmente a defendendo de invasores. Parte do grupo se escondeu em um quarto onde outros invasores passaram seus últimos terríveis dias devorando-se uns aos outros...
Mais, espero, semana que vem.
... e com o sistema de Blades in the Dark (que acabei de falar), conforme notícia da Dream Pod 9, que aliás folgo em saber que, após um longo hiato, voltou às atividades. Mais informações aqui, mas já adianto seus contatos no face, twitter, insta, discord e email.
A DP9 noznoventa produziu ambientações ligadas ao tema dos mechas e militaria: Heavy Gear, Jovian Chronicles e Gear Krieg. Seu sistema resultou em um híbrido de RPG e wargame. Eficiência ou não em ambas as propostas, para Tribe 8 sempre me pareceu meio mão pesada.
Tribe 8 é um pós-apocalíptico carregado de misticismo, e me surpreendi ler na notinha que foram 23 suplementos para o título. O resumo oferecido é meio... resumidão rs mas faz parte. Tem um link pra wikipedia aqui com mais detalhes.
No pós-apocalipse Z'bri, essas semideusas reuniram o que restou da Humanidade ao redor de si em 8 tribos. Uma delas morre em sacrifício, os jogadores faziam personagens por essa tribo, que se tornou de párias entre os párias - ao menos, se bem lembro. Cada Fatima incorporava um aspecto virtuoso, os pcs são originários de tribos mas por algum motivo caíram em desgraça com a virtude, a deusa - ou não necessariamente por algum motivo discernível. Lembro do meu personagem, um juiz nesse mundo que tinha um gosto exagerado por álcool, foi forçado a dar um veredito fajuto e por isso a deusa o renegou, indo parar na tal 8a Tribo.
O cenário ao redor é de cidades em ruínas, conhecimento sendo perdido, mato crescendo, poucas - e não muito confiáveis - pessoas ao redor, e ainda a evidência de que os Z'bri ou seus agentes estão por aí.
Sendo ainda que tudo o que eu disse, ou o press release informou, não faz jus a um clima de estranheza que a ambientação transmite. Neste pinterest tem uma coleção de imagens do jogo, pra se dar uma ideia.
Capa da 1a. edição.
É um jogo bem bacana, com uma ambientação que sofreu um pouco na mão do antigo sistema. Olhando em retrospecto, faz mais sentido tê-la hoje em dia onde sistemas que fazem uma linha mais narrativista estão na ordem do dia. Boa sorte pra eles!
... é a sigla para Powered by the Apocalypse (SRD in ingrish aqui), a mecânica de Apocalipse World e que se tornou aberta, já tendo diversos rpgs por aí - como o recém financiado Masks: A Nova Geração, no Brasil, pela Circuito Camaleão (insta, face, twitter, ludopedia).
Tenho encontrado rodas com certa frequência usando isto... a mais recente - ainda não jogada, mas com personagens feitos, já - é Spirit of 77, uma ambientação onde a tecnologia do OVNI de Roswell foi decifrada, ajudou os EUA a ganharem o Vietnã e ganhou o gosto do mercado negro. Tudo isso para, na verdade, fazer uma ambientação homenageando filmes e séries dos anos 70 (e um pouquinho de 80): Os Gatões, Irmãos Cara de Pau, A Supermáquina, Rocky - Um Lutador; inclusive sendo claro em suas referências e exemplo. Não pode faltar, aliás: blaxpoitation. Fiz um Vingador/X-Tech, significando uma cobaia fugitiva com implantes biônicos que luta contra o crime em seus próprios termos, mas troquei por um Good Ol' Boy/Humble Beginnings, um ás do volante com jeito de Velozes e Furiosos pré-(muita e irrecuperável) farofa.
City of Mist tem uma variante fo PbtA para seus próprios fins. Tem uma ótima resenha sobre o que é aqui, pela tradutora do jogo no Brasil. Seu personagem é parte logos, parte mythos, significando que você entre o cotidiano da vida real e uma ligação divina à escolha. Essa ligação é desigual, cada uma com sua ameaça embutida.
Outra ficha feita mas não jogada foi para Blades in the Dark, (SRD em português aqui), em que se faz um criminoso em uma pseudo-Londres vitoriana onde o Sol se apagou por um ritual que deu muito, muito errado. Pelo que vi, é uma mistura de Onze Homens e Um Segredo com Steampunk. Fiz uma mastermind/noble, que dá ordens aos demais personagens ao mesmo tempo que se disfarça de sua própria 'Mão Direita'.
Tenho, efetivamente, jogado Kult, que para a atual edição - também lançada no Brasil pela Buró - adotou o PbtA. Nóia, gore e zero possibilidade de redenção: apenas outra terça-feira, em se tratando desse jogo.
E joguei playtests para Muito Abaixo do Oceano (outro engine, mas ok) que detalharei depois.
Achei tudo bem interessante. Nos RPGs que vi, muito do sistema original parece ter sido adaptado. Em Muito Abaixo do Oceano, seleciona-se um arquétipo (no caso como Desbravador ou Mesmerista) e se otimiza com vantagens e skills. Já em Blades in the Dark e Spirit of 77, você pega dois arquétipos por personagem, o do seu atual papel e um a respeito de sua origem, e vê as vantagens correspondentes para somar no atributo, o rolamento é 2d6 em cima desse atributo, pra um número-alvo fixo. Se acertar, faça bem ou faça mais ou menos. O SRD original detalha skills à parte de atributos, me parece.
Como observou o GM de Kult, coisas de rpgista hipster...
Eu jurava que tinha deletado este blog, não apenas abandonado há seis anos atrás.
Curioso ler os posts de então. Lembro dos jogos, mas não é como se eu não tivesse ficado sem outros tantos nesse meio tempo. Receio que nenhum daquela época tenha sobrevivido. Os dois únicos personagens que, noto, estavam na ativa seriam repassados para a criogenia, fácil, fácil.
Atualmente tenho três rodas constantes como jogador, e nenhuma mestrando. Uma é da 2a edição de Aeon Trinity, ex-White Wolf (pô, nem tem mais WW...) e atual Onyx Path. Uma outra é da 2a edição de Exalted (ainda WW). A terceira é da 5a ed de D&D - não, nem eu escapei. Com o tempo, se der na telha, volto a postar e descrever mais, se bem que sem certas obsessões, creio, de antes.
Tenho conhecido sistemas narrativistas, constantemente fico entre algo que não quero me chateie e algo que não seja superficial demais. Ainda não encontrei meu meio-termo pessoal.
Conheci também os sistemas ruins e a feiura elaborada e impressionante do universo Old School Renaissance.
Tenho repetido personagens, entre o médico-CDF e o ladrão do grupo. Por enquanto me basta.
Ainda não cheguei no 20o. nível de nada.
Ainda não publiquei meu próprio RPG. Faz parte. Ainda.
Mas RPG tb é roda e grupo. Novos amigos apareceram nesses seis anos, velhas amizades permaneceram, ao menos algumas.
Mas vamos ver.