domingo, 29 de outubro de 2023

Aqui Há Dragões!

Dragões como opção de personagem já é ideia antiga. Da relação (incompleta) abaixo em que eles são uma possibilidade de player character, eu já joguei Castle FalkensteinFireborn, Defiant e um homebrew na época chamado Dragon: The Waking Wrath. Vamos a eles:

Rifts (1990): um dos RPGs veteranos da lista e conhecido pelo cenário, huh, hiperbólico, é até normal que se esperasse ter dragões como uma opção de pc. Aqui, um dragão é uma criatura descrita como extremamente poderosa no cenário - mesmo para este cenário em si. Eles vivem e transitam pelos diversos universos do que é chamado de Megaverso (antes de multiverso virar palavra de ordem, hoje em dia), e mais com o jeito das descrições tradicionais de egoísmo e ganância, pouco afeitos a formar comunidades e lembrar de sua sua própria História, vivendo mais para saciar curiosidades, gostos e vontades, ainda que não necessariamente a curto prazo. O Dragon Hatchling é a forma que chegaram para colocá-los como opção de jogo, e ao menos na Ultimate Edition (2005) do jogo,  apresentando meia dúzia de subespécies para se montar um personagem.

Surtado RPG. Quem conhece, sabe.

Council of Wyrms (Wizards of the Coast, 1993): em um cenário próprio para AD&D (2e) - Io's Blood Isles -, os dragões típicos do jogo (cromáticos, metálicos e gem) esquematizam sua política e travam suas guerras, sendo personagens jogáveis. Não havia ainda a raça jogável dos Dragonborne, mas  sim opções para Half-Dragons eram apresentadas, quando um dos pais era um dragão e outro era de uma das raças humanoides jogadoras.

Confesso que não sabia que era um cenário próprio, como Greyhawk ou Forgotten Realms.

Castle Falkenstein (RTG, 1994): o Pterodraconis sapiens é um "dragão científico", nas palavras de Tom Olan, narrador personagem do corebook. Isto significa descender e evoluir dos pterodátilos de dezenas de milhões de anos atrás, graças a uma subespécie de então, com propensão natural à magia e alguma inteligência rudimentar, que conseguiu sobreviver ao meteoro que extinguiu os dinossauros há 65 milhões de anos. Em vez de serem as criaturas titânicas de outros jogos, aqui eles nem são tão grandes assim (os maiores exemplares pesando 180 kg, com 7 metros de comprimento e 15 de asa),  também possuindo ossos ocos, o que ajuda na sustentação do ar.

O que não significa que não devam ser menos temidos: sopro de fogo e habilidade de feitiçaria (foram os primeiros professores de magia dos seres humanos, na mais remota Antiguidade) estão em seu arsenal.

Mas dragões falkensteinianos são civilizados, desfrutando das benesses da moderna sociedade vitoriana, e apoiadores do Segundo Compacto, o que reduz bastante o conflito - não obstante vilas sendo acossadas atrás de virgens para desposar, rebanho sendo apenas tomado para uma refeição, entre outros eventos desafortunados de eras menos iluminadas...

Recentemente, saiu no Brasil pela Retropunk.

Lorde Vermithrax deixa claro alguns pontos de vista para o arquimago Grey Morrolan.

Dragon - the Waking Wrath: mais pela chance de falar do mítico site B. J. Zanzibar World of Darkness do que do jogo em si, eu joguei a versão original (descobri ainda agora haver uma 2a.) quando publicada na época, lá por 99/00. A ideia é um cenário com regras feito por um fã, incluindo dragões que despertam próximos ao fim dos tempos, no Mundo das Trevas (então ainda da White Wolf).

Fireborn (FFG, 2002): um jogo de fantasia urbana e fantasia épica ao mesmo tempo: houve uma Era Mítica em que a realidade seguia outras regras, possibilitando tudo aquilo que a Humanidade se lembra distorcido e chama de mitologia - especialmente no que diz respeito a dragões, até que um evento cataclísmico sugou a magia do mundo. Atualmente, na Londres moderna (de uns 20 anos atrás, mas, enfim) a magia, por motivos desconhecidos, retorna aos poucos, mas criaturas mágicas, reencarnadas como humanos, começam a se lembrar de Antes: dragões incluídos. 

A mecânica do jogo traz hoje em dia, em que você monta uma ficha de um humano com suas habilidades próprias e poderes herdados de uma outra época, e uma segunda ficha em que você monta o dragão que um dia você foi, no auge de sua existência: e você joga tanto agora quanto em momentos de flashback.

Vários tipos de dragões diferentes são contemplados, cada um com suas vantagens e bônus: dragões, serpes, vermes, etc.

Draconomicon (Wizards of the Coast, 2003): Para a 3a. edição de D&D, "o Livro dos Dragões" detalha estes seres no jogo, além de oferecer a opção de raça jogadora. D&D também traz a raça de jogo dos Dragonborne, humanoides de origem dragontina.

Anima - Beyond Fantasy (Edge Entertainment, 2005). Este RPG espanhol é pesadamente inspirado em videogames de rpg japoneses como Final Fantasy, Dragon Quest e Suikoden, com arte inspirada em mangá, conceitos orientais como código de honra, misticismo e artes marciais e, ao mesmo tempo, combinando elementos de fantasia europeia como armas medievais - ou assim nos conta a Wikipedia. Dragões como personagens jogadores estão na raça dos Turak, descendentes de dragões uma vez existentes em Gaïa, o mundo deste jogo. Uma sociedade muito fragmentada, em torno de linhagens deste ou daquele dragão e que, quanto mais distante for, menos características dracônicas o personagem vai apresentar, até virar seu lizard man médio, Há uma mecânica para se obter  mais ou menos dessas características, com duas consequências: quanto menos características, considera-se uma penalidade no atributo de inteligência na feitura do personagem, e uma tendência à violência, enquanto quanto mais dessas características, maior a capacidade - e a paciência - de se pensar calmamente e planejar: mas tbm, um isolacionismo e antipatia por quem não for Turak, uma vez que, se é feito de carne, logo é candidato a comida.


Anime much? RPG

Changeling - The Lost (White Wolf, 1e em 2007, Onyx Path 2e. em 2019), apresenta, no módulo Kith and Kin, o kith chamado Draconic, com as características e o temperamento de autêntico dragão, entre a fúria e a avareza. Apesar de tudo, podem ser bons companheiros, resguardando seus amigos de ameaças assim como sua Toca - afinal, dragões protegem muito bem tudo o que é seu.

No Brasil, a Devir lançou a primeira edição como Changeling - Os Perdidos.

Defiant - Awakening (Game Machinery, 2020), que tenho um jogo em andamento comentado aqui, joga-se como seres que comandam a sociedade mundana, e uma das opções são dragões, ou Leviathans. Três linhagens de sangue são fornecidas, a Casa Hadad, que são dragões da tempestade refletindo seu temperamento, Casa Melqart, dragões da terra e senhores de seus tesouros, e Casa Shemesh, os dragões do fogo, de temperamento ainda mais difícil e que traíram o Apocalipse que originalmente deveriam servir, entrando em uma difícil aliança com os poderes que se opõem ao fim do mundo.

À mesa de negociações com um leviatã - ou um demônio. Vai que.

Infelizmente, dentro dos jogos que já tive ou tenho um dragão, nenhum nunca durou muito tempo. Retomei Defiant recentemente com o mesmo personagem, vamos ver. Segue agora um pouco das impressões que tive ao jogar:

Castle Falkenstein, o sistema que, de longe, tenho maior familiaridade: o personagem dragão que cheguei a fazer repeti, pelo menos em nome, em dois jogos diferentes, um play by email que a morte dos yahoogroups engoliu, embora o jogo tivesse murchado muito antes; e umas sessões com um arco que, salvo engano, chegou a fechar, para bem ou para mal.

Dragões, como feiticeiros natos, têm uma limitação natural para o acúmulo de energia que os humanos não têm, embora consigam manipular a magia de forma muito mais livre do que seres humanos, que têm que aprender feitiço por feitiço. Nunca cheguei a testar as regras de magia, dos dois lados do screen, em  toda sua extensão, embora tenha visto em primeira mão o uso de um Coringa no baralho de feitiçaria - e o desastre que ocorreu poderia acontecer tanto se, em vez de um dragão, meu personagem fosse um mago. Dragões falkensteinianos podem fornecer muita diversão, especialmente nas mãos de um jogador criativo.

Fireborn: é um dos jogos onde o tema é ser, jogar com um dragão. Infelizmente só jogamos uma vez, embora houvesse encontros virtuais para montagem do personagem. O resultado, por mais que fosse breve, foi um dos mais divertidos que conheci, e a proposta de jogar em duas épocas - onde você tem a oportunidade de entender que um dragão, apesar de tanto poder, ainda não é o tubarão dentro desse aquário... - remete direto à transição de períodos de tempo no filme Highlander. O segundo período, o mítico, ocorre quando o GM quer uma memória desbloqueada do personagem moderno, e é mais do que uma memória de uma pessoa, o círculo de dragões é envolvido de maneira mística. Sendo que, o resultado lá tá valendo: em caso de morte de  um personagem na era mítica, fica claro para todos como foi o glorioso (espera-se) fim do poderoso dragão Tempestorr do Relâmpago Vingativo: que o inferno estremeça ante sua chegada. É possível jogar, também, uma campanha somente na Era Mítica.

Meu personagem é alguém que, montado nas regras de template, é um paciente de sanatório internado por sua rica família pelos excessos de personalidade desagradável e estranhas visões de um mundo de fantasia, encontrando o motivo justo para dispensar um potencial competidor na herança da família. Na Era Mítica, ele era um grande ocultista. As personalidade de agora reflete a de antigamente (embora não seja mandatório): em um exemplo simples, um policial ou soldado de hoje em dia pode ter sido um dragão que jurou aliar-se para a proteção de algum reino.

Dragon: the Waking Wrath: no início, nosso GM pulou a parte do lore que dizia que, assim como qualquer criatura mágica do Mundo das Trevas, os dragões que despertavam procuravam se esconder - e nós saímos por aí fazendo miséria. Porta-aviões como prancha de surf em um tsunami atingindo Londres? Por que não? Transformar o teto da chantry Tremere em vidro durante o dia? Bora. No segundo jogo em diante (acho que foram três ou quatro sessões), a parte de ter que se esconder se oficializou, e as coisas não ficaram tão divertidas - por mais que fizessem sentido, pois se, afinal, você é o tubarão no aquário, provavelmente tem um mega-arpão explosivo sendo apontado pra você. Do que eu lembre, rolamos poucos dados para a magia (lembra um pouco a mecânica de Arts + Realm de Changeling - o Sonhar ou verbo e objeto de Ars Magica), mas os efeitos podem ser meio devastadores. É um jogo que poderia falar facilmente com as linhas históricas do MdT, dado a questão da longevidade dos bichos. 

Meu personagem lembro que se chamava Granamir - ainda que sem um bárbaro de tanguinha felpuda andando por aí -, era um ocultista entre os dragões, com planos de poder que infelizmente deram com os burros n'água.

Defiant: até onde vi, os Poderes que Valem na sociedade não necessariamente têm mais vantagem do que os outros, sendo tudo um grande equilíbrio de forças entre as 4 Grandes Casas: dragões, deuses, demônios e anjos; sendo todos devoráveis por igual por aquilo que perambula fora das cidades. Os personagens, claro, podem se destacar.

Lorde Hades Melqart é meu personagem, seguindo os temas de The Primordial, The Shadow e The Socialite. Suas características em geral o deixam um fofoqueiro dos infernos, e sua coleção de vinhos caros advém da Adega que administra e supre os bons hotéis e restaurantes da cidade, assim como as boas festas da Corte - ou assim quer que pensem, pois sua verdadeira coleção, de livros da Antiguidade, foi espalhada e repartida pelos assassinos de seu antigo eu, muitos ainda por aí. Vingança é um prato melhor servido frio.

***

Uma conclusão precipitada, pois julgo que nunca joguei nada realmente a contento, é que, em comum, jogos onde dragões são uma viabilidade tendem tanto a respeitar o poderio dos próprios, face a outros elementos do cenário, mas, em nome do desafio sempre necessário em um RPG, isso não quer dizer que sejam, de fato, as piores coisas existentes: a graça está, claro, nas nuances de cada cenário apresentado nos jogos, assim como as opções de personagem dragão e, no final e como sempre, o personagem que você monta.

O acúmulo insano de riquezas associado a estes seres é substituído, ao menos em dois casos, por uma coleção de itens temáticos não necessariamente valiosos financeiramente, mas que dizem respeito ao dragão que a detém: em CF, isso tem a ver com a Memória Racial da espécie, e em D-A, simboliza parte de seu status. Em ambos os casos, obviamente que dragões são absurdamente zelosos de suas coleções. 

Foi divertido compor esse post. Ocasionalmente devo reeditá-lo, na medida em que mais repertório for sendo acrescido, para o que já falei e o que passei a conhecer.

sábado, 28 de outubro de 2023

Três pcs novos...

... um pra D&D 5e na campanha Descida para Avernus, um para Changeling - o Sonhar ed 20 anos e o último para Changeling - the Lost 2e.

Xarilan the Mighty é um wizard, filho de elfo com demooonho, o que o torna half-elf ou um tiefling (tielfling?): vaguear por essas heranças é curioso.

Ele é legal. Sério.

Acabou sendo um filho das ruas, dado a golpes e malandragem, apesar de um treinamento a sério como wizard - acabará sendo um Bladesinger no 3o. nível. Com o background de Charlatão, é um personagem não realmente como costumo fazer, nerds/médicos cabeçudos tipos mais intelectuais.

Gareth Langdrom é o de Changeling the Lost, é de Seeming/Kith Wizened/Helldiver, da Corte do Outono, na NYC da campanha do GM. Conceito "Psicólogo de sonhos" (whatever this may mean), 4 anos antes ele foi seduzido por uma Fada enquanto perseguia uma "teoria revolucionária sobre os sonhos" que o levava a se isolar do resto da comunidade acadêmica, e que em Arcádia serviu - além de saco de pancada - como um oráculo da Fada em questão.

Após a fuga, tenta reassumir alguma identidade na sociedade, e ajudar os camaradas de infortúnio que atravessaram a Sebe junto com ele de volta ao mundo. 

Jorge Amin Medjalani é o de Changeling the Dreaming, de Kith Qareen, Corte Unseelie, dominante no RJ da campanha do GM. Pesquisador do Jardim Botânico, é focado em História, e na campanha, o JBRJ é um campo neutro onde as facções se encontram para disputar em termos civilizados. A pesquisa dele ajuda a esclarecer fatos e ocorrências alegados pelas partes, na qual se utiliza de sua magia.

A comparação entre as duas ambientações ainda, claro, é bem longe da fase da montagem de personagens, e CtL é um rpg que eu nunca joguei antes, enquanto que CtD não jogo há longas décadas. Mas, se eu fosse arriscar, até pelos comentários de quem já os conhece, CtL tem uma pegada muito mais agressiva de tons bem mais escuros - enquanto que CtD, bem... "Existe o Mundo das Trevas, e existe o mundo de Changeling", acho que isso estava no Player's Guide da 2a edição ou em algum lugar da Revisão, mas realmente não posso afirmar. Mas sim, parece-me que há muito mais espaço para idealizações em CtD do que no outro.

As rodas respectivas curiosamente são similares, com a ausência de personagens explicitamente de combate.

Personagens prontos, as rodas de ambos os Changelings começam em breve, a de D&D ainda deve demorar um pouco. Depois edito para incluir o desenho dos outros, se bater inspiração.

quinta-feira, 26 de outubro de 2023

Defiant

Ontem finalmente voltamos a Defiant - Awakening, depois de longos meses. 

Milordes Hades Melqart e Beladonna Sekh atendem a um chamado da Príncipe do Domínio, onde sua ajuda é requisitada para organizar o que para os mortais é uma feira de tecnologia, mas para a Nata é o momento de encontro e negociação entre duas Cortes de outros Domínios em território neutro.

Hades também é inteirado de suas novas funções, junto à segurança do Domínio. Lowbornes andam saidinhos ultimamente - Beladonna e sua congregação haviam sofrido um atentado a bomba, entre outros eventos de fundo -, e ecos de 1789 andam ressoando em sua cabeça... mas também, o que ressoa na cabeça dum dragão?

Mais, semana que vem.

terça-feira, 24 de outubro de 2023

Wakeriders

 Em caráter extraordinário na terça, hoje saímos do universo Marvel e voltamos para o universo sci-fi ameaçado por uma invasão interdimensional. A bordo de uma nave de um, digamos, empreendedor livre, nós nos aproximamos de uma estrela sem planetas ao redor da qual experimentos agora proibidos são conduzidos por uma corporação interestelar - e uma profunda inquietação nos abate a todos, face a iminência do problema...

Mais na segunda que vem.

sábado, 21 de outubro de 2023

Pelos telhados de Munique!

 Em Munique, duas ondas de crime assolam a cidade, uma envolvendo o ataque com casualidades em marginais de rua e a outra a de assaltos a casas da alta roda - e nossos heróis procurando deslindar o ocorrido, encontrando tanto a letalidade de um vampiro por um lado como a teatralidade de um ladrão fantasma do outro.

Mais semana que vem - e jornada dupla, a ideia é domingo ter um especial de Halloween em CF.

quinta-feira, 19 de outubro de 2023

The Witcher...

 ... sem jogar desde 3 de setembro, retomamos nesta quinta The Witcher Pen & Paper RPG, agora com a campanha Pecados de Novigrad, investigando afogadores que têm matado prostitutas e outros desafortunados na cidade grande.

Eu e outro dos 3 jogadores tínhamos jogado essa ano passado, inventada pelo mesmo GM. Ainda me lembrava de algumas coisas, o que me levava a ficar meio calado para evitar 'character awareness' e estragar a diversão de quem não tinha ainda jogado.

O que nos foi apresentado foi uma trama de vingança, envolvendo uma criatura feita do ódio pela traição feita a um ente amado - um ano antes, um capitão de navio pago para levar magos para fora da corrupta Novigrad e da fúria da inquisição entregou alguns de seus contrabandeados, ainda que sob ameaça de sua própria vida. 

Nunca li os livros da série, limitando-me à série (ainda não vi a nova temporada). Mas imagino que dentro do dark grim 'n shit esteja tudo bem representado.

Mais, semana que vem, espero.

quarta-feira, 18 de outubro de 2023

Kilombo

Joguei nesta quarta Kilombo, rpg nacional pelo sistema YZE. O referencial é afro, passado em um Brasil inspirado no período colonial. Os personagens vivem em quilombos, abrigando escravizados fujões e alforriados, de olho contra o establishment colonial - assim como ameaças sobrenaturais.

Bacana ver a pesquisa, pelo que entendo, foi feita para abranger os assuntos correlacionados. Já são três que lembro com essa toada, junto com A Bandeira do Elefante e da Arara e o veteraníssimo O Desafio dos Bandeirantes.

José das Graças - ou Zé Desgraça - é um mulambi - cozinheiro - de ancestralidade Ferreiro: uma ocupação ou profissão abençoada por um orixá, no caso, Maluangu, que dá vantagens extras). Fugiu do engenho onde era escravo após matar o feitor, sendo guiado por sonhos até o Quilombo das Palmeiras, sede da campanha.

Viajávamos para nos infiltrar em um engenho, onde o dono mandou envenenar nossa líder no quilombo... em nossa busca pelo agreste desconhecido quase fomos acometidos de um caso agudo de morte com a presença dum capelobo - que conseguimos derrotar, sem tomar um arranhão... Mais em 3 quarta-feiras. 

O YZE tem uma proposta de hex crawling e gerenciamento de recursos, ao mesmo tempo que procura ser um sistema simples. Propostas que parecem ser mutuamente exclusivas, o equilíbrio costuma ser curiosamente atingido, embora todo o sistema que procure simplicidade deva prestar atenção a não ficar simplório, e em sua baixa definição se torne mecanicista. 

Em resumo, gostei e recomendo conhecer. 

segunda-feira, 16 de outubro de 2023

Wakeriding...

 Nesta segunda, apreendemos os capacetes de abdução de corpos e deixamos os perpetradores livres, no universo Marvel - às vezes temos que deixar as sardinhas irem embora para pegar o atum (especialmente quando uma sardinha tem a força e os maus bofes de um Thor distorcido por passar uma vasta temporada em um void escuro). Com nossas sardinhas, aprendemos que o mandante é um Reed Richards maligno, e que prepara mais capacetes para a saída do void dos demais cativos e conquista daquele universo.

Simples, não? Pois é. 

Retornando para deter o supervilão na próxima sessão.

domingo, 15 de outubro de 2023

Falkenstein de sábado

Dando prosseguimentos, ontem, à situação de um milenar Lorde Dragão recém-desperto, após a dedetização das unseelies em seu quintal. Situações financeiras periclitam, mas nada mesmo assim nossos heróis não tenham dado um jeito - e uma ou outra revelações sobre seus passados.

Depois acompanhei uma roda de Changelling - The Lost na fase final da montagem de personagens, na dita sessão zero: o GM suscitava a todos aparecer com fotos da Internet, com o rosto de alguém, um lugar, e que, por rodadas, um dos jogadores descrevesse ou atribuísse um contexto ou conceito à foto. Achei bem interessante, e sendo uma roda a mais dentro de uma campanha maior de Crônica das Trevas, achei que deu o que pensar, até.

quarta-feira, 11 de outubro de 2023

Montanha do Sul & Ottiz

Publiquei no dia 25 passado sobre ideias de pcs que andava tendo, um para Scion 1a edição e o outro para Tartarugas Ninja. O primeiro jogo anda em fase introdutória, com rp em um servidor dedicado: mas Sérgio Fujiwara, o Montanha do Sul, está lá, firme e forte como se pretende. O segundo ainda não aconteceu, o que não me impediu de decidir-me pelo polvo mutante, e devemos prosseguir com a banda de temática furry que se apresenta ao vivo - tretas de artes marciais à parte. O nome do pc é Ottiz, e voz, trejeitos e visual já estão firmes na cabeça. Não é toda vez que acontece, tomara que realmente role.

Me ocorreu ainda agora que é curioso que ambos os personagens, de ambientes bem diferentes, sejam dentro do tema de artes marciais. Ambos estarão ali no lado quando sessões de verdade ocorrerem. 


Referência e ainda assim, errei o tentáculo rs...



segunda-feira, 9 de outubro de 2023

Wakeriders

Interromper tramoias de aliens extradimensionais enquanto eles ocupam corpos de inocentes pode ser visto como uma coisa muito rude e despertar reações adversas.

Mais sobre etiqueta interdimensional semana que vem.

domingo, 8 de outubro de 2023

Mage - Pedalinhos do Paradoxo

Enquanto isso, em Mage - The Ascension, a vigília ao longo do Jardim de Alá, RJ, atrás do Desaurido que anda aporrinhando a vizinhança rende frutos, quando, no meio da noite, um efeito mágico solta uma enorme serpente pelo canal do Jardim, em direção à Lagoa Rodrigo de Freitas. Conseguimos captar a atenção do monstrengo com um mínimo de discrição - ferimentos letais e paradoxos gerados à parte - e retorná-lo ao raio que te parta extradimensional por onde veio.

Destaque para quando dois dos jogadores roubaram um pedalinho para ir atrás da serpente: RPG é para esses momentos.

sábado, 7 de outubro de 2023

Falkenstein Finale

Sábado, ontem, com sucesso tivemos a conclusão da primeira aventura, com os farsantes e usurpadores da Corte Unseelie expostos & expulsos da floresta de Drachenwald, com o poder da desmoralização por Aquilo Que É Certo - e um pouco do aço de aliado movido pelo poder do ex machina

Castle Falkenstein. A diversão se paga diversas vezes.

terça-feira, 3 de outubro de 2023

Wakeriders in spaaace...!

Ontem adentramos (quase) sem violência a nave que nos levará ao nosso (incerto) destino, para resolvermos o problema da chaga interdimensional (whatever the fuck this looks like) que ameaça um dado universo... mais, semana que vem.

sábado, 30 de setembro de 2023

Sabadão falkensteiniano

No dia seguinte, os pcs acordam meio em frangalhos, mas ainda há serviço a fazer. Enquanto ajuda é pedida por telégrafo, sempre há uma forma de voltar a se perder em uma floresta perigosa...

Mais sábado que vem, espero - keep it coming!

segunda-feira, 25 de setembro de 2023

Wakeriding

Inusitadas alianças entre nossos perseguidores e os malditos vampiros gourmetizando o sangue dos viajantes interdimensionais. 

Tudo ficaria melhor se não fossem uns babacas completos.

Mas, crise debelada, somos imediatamente convocados por uma entidade de guardiões interdimensionais, querendo salvar um universo de uma estranha corrupção. 

Mais em uma semana.

Ideias de pcs...

Nem costumo falar que vai que zica, mas... um dos pcs novo pronto pruma campanha de Scion, 1a. edição, passada no bairro da Liberdade, SP, todos scions de deuses do panteão japonês. O meu é um filho de Izanagi, nikkei lutador de sumô, que 'despertou' em uma luta decisiva em que perdeu, mas manteve a honra intacta. 

Há a chance duma roda de Tartarugas Ninjas que, de acordo como for, faremos uma banda com nossas verdadeiras identidades - HPS: Howlers in Plastic Suits, que tbm pode ser sigla para hidden in plain sight, foi o que sugeri. Por enquanto somos mutantes de um pastor alemão (que é muito sério pra participar duma banda, apesar de se chamar Luther), um coiote (ou polvo, ainda não decidi) e uma formiga. Há ainda um humano que é nosso roadie/motorista de fugas... deve ficar divertido.

domingo, 24 de setembro de 2023

Mais Mago - A Ascensão

Chegamos na nossa sexta sessão, e conseguimos desmanchar uma transformação em gato de uma pobre de uma moradora de rua, obra de um Desaurido - sob a forma de uma mulher com a cabeça feita uma gaiola com dois passarinhos dentro.

É, nessa base.

Após o feito - em que valeu o divertido role-play de nossa Euthanatos de plantão para reaver a "gata" de quem havia adotado -, a questão agora é encontrar a Desaurida e.. eliminá-la.

Enquanto isso, a investigação sobre o grupo de meninos endemoinhados dependendo de um investigador terceirizado.

A ver, a ver. 

sábado, 23 de setembro de 2023

Falkensteinear

Tensa segunda sessão de Castelo Falkenstein, entre o despertar de um dragão envenenado e o corre tomado pela floresta escura cheia de fadas da Unseelie.

Mais semana que vem, espero.

quarta-feira, 20 de setembro de 2023

Wakeriders by Night

Em mais uma sessão, deslizando entre universos e esquivando de balas, nós nos infiltramos onde poderia estar a desaparecida ex-namorada de um dos nossos. Uma vez dentro da casa, uma festa - não há muito tempo pra fazer algo, pois os anfitriões são vampiros, felizes pelo nosso sangue wakerider, pancadaria começa, o tal um dos nossos se revela um grande lobisomem e as coisas ficam feias - e inconclusivas. 

Mais semana que vem.

sábado, 16 de setembro de 2023

Brigada Ligeira Estelar

O butim da Bienal...

Pendurei ali do lado o link para Brigada Ligeira Estelar, RPG nacional pelo meu prezadíssimo Alexandre Lancaster, com a temática de robôs gigantes e seus pilotos, em uma space opera, lutando para salvar o dia!

Gosto do que ando lendo, do jeito que me faz pensar em jogos como Castle Falkenstein, Fading Suns e mesmo Blue Rose.

Vamos ver o que sai... 

segunda-feira, 11 de setembro de 2023

Mais Wakeriders

Faltei à sessão passada, e, em resumo, temos que resgatar alguém que na verdade nos quer aprisionados. Idas e vindas pelos universos continuam... 

Tem um quê de passo de siri esse jogo. Só se vai pra frente indo pros lados. Curioso.

Mage

Quase um mês depois, ontem conseguimos voltar com a roda. 

O caso do guri de cabeça explodida prossegue, e descobrimos que o perpetrador está sob ordens de outro coleguinha, que chantageia outros dois ou três, qual um Draco Malfoy realmente errado - cuja rica casa está com proteções mágicas e tudo.

Em outro caso paralelo, esperando o primeiro dar alguns retornos, investigações sobre estranhezas nas vizinhanças - incluindo uma senhora que foi transformada em um gato.

Mais em quinze dias - tomara.

sábado, 9 de setembro de 2023

De volta ao Castelo Falkenstein

De volta, após alguns tantos anos, à Quarta Terra. 

Os jogadores fizeram três humanos e uma fada, sendo os humanos uma Detetive Consultora, um Mercenário e um Cavalheiro, e a fada uma Pixie. 

O grupo, junto em retrospecto, teve sua participação no caso de uma estrada de ferro sendo construída  no interior da Bavária, próxima a uma floresta sombria - e devidamente atacada pelos cidadãos residentes da mesma, alegando a quebra de um acordo.

Gostei dos resultados, gostei de voltar a mestrar, mais ainda em CF.

Mais dos Caminhos de Drachenwald, primeira parte do que pretendo ser algo mais comprido, semana que vem.

domingo, 3 de setembro de 2023

The Witcher

O doutor está.

Jogando novamente após algum tempo (algum ponto de 2022...) com Urik de Oxenfurt, meu médico no The Witcher Pen & Paper RPG. O GM reciclou uma antiga aventura que quer expandir e nos chamou... primeira parte encerrada, mais provavelmente fim de semana que vem.

quarta-feira, 30 de agosto de 2023

Wakeriders


Elencagem instantânea...

 Wakeriders é a campanha/sistema caseiro do GM de Guarda Real, em que fazemos indivíduos excepcionais capazes de cruzar o multiverso com o poder de nossa vontade. Fiz um sujeito que havia sido sequestrado pelas fadas oriundo de alguma Irlanda entre infinitas, que acabou sendo treinado por quem o resgatou. Phineas é o nome que constava junto ao bebê, Ryder é um sobrenome que por vezes utiliza.

Foi curioso, tivemos a sessão de juntar os personagens. Todos sem saber direito como os poderes funcionam, dependendo do meu, muito bom em teoria - vamos ver próxima sessão, quando evadir pelo multiverso do tiroteio em que nos metemos pode não ser assim tão simples...

segunda-feira, 14 de agosto de 2023

Gods of Metal: Ragnarock - Avatars Rising vol. 1

Jogamos nosso "despertar" em Mundania e seu dia-a-dia cinzento, para a realidade apocalíptica e gloriosa de Ragnarock. De saída, somos atraídos para um misteriosa feira onde muito é prometido, mas outra coisa é entregue - algo muito mais sinistro. Combate e porradaria no Carnevil of Xhaos - e Predatorya é o nome da banda:

Grunito (vocal), Howler de Fenawar

Kotzen (guitarra), Shredder de Shrika

Steel Panther (baixo), Blüdgard de Shrika

Rothen (baterista) Brutalizer de Anarkon

Heavy D (roadie), Amplord de Fenawar


Mage dominical...

Ontem retomamos, após um hiato, nossa roda de Mago - A Ascensão. 

Prosseguimos com a investigação da misterioso caso do adolescente com a cabeça explodida. Descobrimos que um coleguinha está como um servidor de um Nefandi, provavelmente de olho em seus pais, ricos e com diversos contatos. 

Infelizmente foi uma sessão mais curta, devido à indisposição de saúde de um de nós, mas valeu estarmos juntos. :)

quarta-feira, 9 de agosto de 2023

Heed the Call!

Emerald, Emmenthal!

Ontem fiz um personagem para Gods of Metal: Ragnarock. Neste rpg, você é resgatado de uma vida medíocre e infeliz pelos poderes do Heavy Metal para lutar e viver aventuras de truculência e adrenalina em um mundo de fantasia que existe ao redor daquilo que conhecemos como realidade - Ragnarock e Mundania, respectivamente. Outra bola dentro da Renegade Studios, o financiamento coletivo foi atingido em 5 horas.

Você interpreta um avatar, servo de um dos seis deuses do HM, representando um estilo do gênero, como death, doom, speed metal, etc. Cada um representa ainda um set de habilidades e características - há regras para você criar o seu, caso seu gosto não se encaixe, que são chamados de NU Gods.

Em outro passo de definição do personagem, é o seu papel na banda (o grupo de aventureiros), o que não quer dizer se você é o baterista, guitarrista, etc, isso independe: mas, por exemplo, amplords são inspirados em roadies, pois consertam e criam várias coisas, enquanto blüdgards meio que cuidam da performance e do bem-estar dos demais membros. Assim como no passo anterior, habilidades são definidas, otimizando-se aqui. Essencialmente, a feitura de personagens é simples.

A vibe do jogo lembra games como Full Throttle e, é claro, Brütal Legend. O lance da vida dupla, entre o sonho e a mediocridade, lembra o RPG Changeling - o Sonhar; e ainda me lembrou "mister Anderson" antes dele virar Neo, em The Matrix. Se entendi, o trânsito entre Ragnarock e Mundania não é a toda hora, com mecânica de jogo para se "cair da Graça", digamos, e a ela (tentar) retornar. Outra referência que me lembro é o menos conhecido (bem obscuro, na verdade) RPG Fireborn, em que se vive e joga tanto no presente (em que a magia está retornando) quanto nas memórias de um tempo mítico, mas aqui com fichas próprias para as duas instâncias.

Ainda não decidi o nome do meu, mas ele é um blüdgard de Shrika, divindade do Glam Metal. Bitch gotta be fabulous. Em Mundania, ele é também músico, mas seu talento e gostos se veem tolhidos por necessidades financeiras que o levam a estilos de música mais, hum, de gosto geral.

Mas isso ainda há de mudar.

terça-feira, 25 de julho de 2023

Muito Abaixo do Oceano - O Som do Silêncio

De surpresa, pela ausência de um dos jogadores, nesta terça participei duma demonstração de MAdO pelo Canal Rizoma no Discord, jogado no Foundry e retransmitido via Youtube, com o próprio Alessandro Franzen mestrando. Fomos até umas 2 jogando - irresponsáveis, não?

Na aventura, um colossal iceberg ameaça a capital da facção dos Independentes, e expedições anteriores para tentar resolvê-lo desaparecem. Nossos intentos são desafiados por dedos de gelo de seis metros de diâmetro, descendo direto do iceberg, fustigado na superfície por relâmpagos apocalípticos, que também ajudavam a provocar ocasionais avalanches submarinas - e um autômato psicopata padrão, que queria bancar o Pinóquio mas da maneira o mais errada possível.

Foi divertido. Uma nova mecânica de pontos de Cataclismo foi aplicada, envolvendo o número de jogadores, similar à mecânicas como o threat points do 2d20 da Mophidius, se não falha a memória. Joguei com uma nova template, a de um refugiado de Atlântida, que se disfarça de humano, enquanto tenta sobreviver e recuperar a memória sobre os motivos que levaram a ser expulso de sua terra natal. 

MAdO está sob uma revisão geral, depois que o YZE passou por um update, o que anda atrasando o lançamento, mesmo após o financiamento coletivo. É torcer para que saia e receba o sucesso que merece. 

Divertido como sempre.


Hora do Rush na Transamazônica

Quarta passada fomos de Boulder City para Manaus, atrás dos Insecticons que sequestraram Megatron, ninguém menos. Rolamentos desastrados garantiram boas risadas e um bom combate com sentinelas. 

Mais na semana que vem.

quinta-feira, 20 de julho de 2023

Semana Year Zero Engine

No servidor brasileiro do Discord dedicado ao engine do Mutant Year Zero estão fazendo uma semana de jogos, one-shot, um diferente por dia, que utilize o sistema. Nesta terça foi a adaptação de Twilight 2000, que inclusive joguei no mesmo esquema meses atrás (o próprio MYZ, aliás). Este jogo é uma nova versão de um RPG veterano de 1984 pela Game Designers' Workshop, dentro da ficção pós-apocalíptica: era a vida nada glamourosa após a guerra nuclear em busca de recursos, onde o que radioatividade fazia era matar você - portanto, nada de superpoderes por mutação.

Assisti a partida, estava na fila de espera em caso de desistência. Pude ver que, prosseguindo na temática de RPGs centrados em sobrevivência, parece-me ser uma escolha natural ter o YZE adotado por esa ambientação. Da primeira vez que joguei, saíamos de nosso acampamento para um ponto onde ficava uma cidade abandonada em busca de recursos, se bem lembro. A sessão acabou no meio do caminho, transmitida pela Twitch.

Deu pra ver, e depois comentar, a diferença de takes deste para, por exemplo, MYZ, em que radiação ainda provoca poderes sobrenaturais, em contraste com T2000, conforme acima descrito, mais focado em sobrevivência e militaria.

A semana começou com o novo Kilombo, na segunda. Ontem teve um hack do YZE para a ambientação de Star Wars, hoje, quinta, tem Muito Abaixo do Oceano e amanhã, sexta... The Walking Dead.

segunda-feira, 17 de julho de 2023

Serenity RPG

... burn the land, boil the sea / You can't take the sky from me.

Descobri que a Rede RPG republicou em 2015 uma resenha que fiz em 2007 do Serenity RPG, baseado no filme de mesmo nome, que veio da série de curta duração chamada Firefly

Foi engraçado reencontrar o texto.

quinta-feira, 13 de julho de 2023

Blade Runner

Blade Runner: The Role-Playing Game. Free League, 2023.

Ontem jogamos o novo Blade Runner RPG, seguem algumas impressões abaixo.

Usando o sistema de Mutant Year Zero, você faz um Blade Runner, humano ou replicante - com regras de montagem ligeiramente diferente entre ambos -, e acrescenta um arquétipo designando uma função, que também sugere um estilo de vida (enforcer para combatentes, doxi para analista de reações emocionais, etc.). O outro jogador fez um humano fixer, veterano há 8 anos na força policial, já eu montei um replicante doxi, recém-saído da embalagem - Comp e Arthur foram fáceis de se fazer, e divertidos de se jogar.

Na confecção dos personagens, mantendo o clima 'neon noir/cyberpunk' do cinema eee assim como do livro original, dentro da obra do Philip K. Dick, os personagens têm uma memória antiga que mexe com eles - e, no caso dos replicantes, implantada (por mais que via de regra eles saibam disso), podendo ser traumática -, que define algumas coisas de sua personalidade; além de estabelecer uma relação com uma pessoa real, harmoniosa ou mesmo violenta.

O sistema inclui bastante material a respeito de uma investigação policial, seus métodos e procedimentos - e o quanto cumpri-los ou não pode influenciar tanto em pontos de Humanidade (quando se ajuda pessoas) quanto de Promoção (quando se ajuda a própria corporação policial): de saída nesta sessão tivemos uma cena onde antecipávamos a burocracia (ah-hem) para levar a investigação adiante e pensamos num favor para oferecer a um outro oficial, que nos valeu um ponto de Promoção: sim, política interna conta.

R2D2, a.k.a. Arthur.

Achei, entretanto, o esquema de shifts/turnos de trabalho, estes os quais o trabalho de polícia é feito um pouco forçado para algumas ações se encaixarem ao longo de horas, ficando um pouco mecanicista demais para o meu gosto - mas eu entendo a intenção: se enrolamos demais, não fechamos o caso, que tem um prazo (medido em dias) pra ser resolvido. Não deixa de ser interessante, e realmente não é um impeditivo para eu querer continuar jogando.

O Blade Runner aqui continua sendo um policial de elite especializado na "aposentadoria" de replicantes recalcitrantes, mas se passando na época entre o primeiro e o segundo filme, a sociedade se mostra mais complexa - e esse policial também atua protegendo os direitos dos replicantes, especialmente a série Nexus 9, que vêm se provando bem mais... estáveis?

Por último, um blurb do site do RPG, cheio de referenciazinhas marotas ao filme original:

Set in the year 2037, the Core Rulebook begins the adventure shortly after the Wallace Corporation debuts the new Nexus-9 Replicants on Earth, giving you the choice to play as either human or Replicants.

As a member of the LAPD’s Rep-Detect Unit, you’ll face impossible choices and find beauty and humanity in the stubborn resilience to keep fighting. To persevere through pain. To agonize over itches you can’t scratch. To do questionable and extraordinary things, chasing after fleeting moments of love, hope, and redemption to be lost in time like tears in rain.

Other than that, it’s just a normal day on the force, so get to work and grab some noodles on the way. That stack of cases won’t crack itself. It’s a shame you won’t live long enough to solve them all.

But then again, who does?

Começamos com a aventura oficial Eletric Dreams, presente no starter set. Mais - espero - em quinze dias.

segunda-feira, 10 de julho de 2023

Guarda Real no domingão...

  ... em caráter excepcional, provável hiato de 3 sessões, mas por isso acabamos antecipando o que foi a sessão final da aventura.

Os elfos atacantes do palácio ducal foram encontrados em uma floresta nas redondezas, mas não estavam dispostos a prestar conversas. Ao menos, saímos vivos e relativamente incólumes.

Meanwhile, caos na estalagem para onde os combalidos duque e duquesa haviam sido transferidos, com a aparição dum demônho que ia atrás de uma dos nossos. Tumulto e pancadaria se seguiram. Mas tudo acabou bem.

quarta-feira, 5 de julho de 2023

Controle de Pestes

Nossos robóticos heróis foram investigar uma companhia de tecnologia ostentando uma estranha produção avançada demais para os padrões de 1985. Conseguindo se esgueirar, descobrem que de fato usam tecnologia cibertroniana para seus próprios ganhos - logo antes de um inesperado ataque dos Insecticons na empresa.

Com a sutileza às favas, foi descobrir que o ataque ocultava uma infiltração nos níveis inferiores da empresa, onde tecnologia de controle mental foi capturada pelo inimigo - que, fugindo, deixou o caos de seus drones pela cidade afora. Mas eis que surge para ajudar os...

... Decepticons.

Com uma praga também para controlar, Soundwave propõe uma trégua para lidar com os Insecticons, e resolver uma situação na China que envolve o sequestro que ninguém menos que Megatron.

Mais, espero, semana que vem.

terça-feira, 4 de julho de 2023

Guarda Real em ação!

E, nesta segunda; mal acabou o banquete com pelo menos um de nós trêbado, uma complicada tentativa de assassinato do duque e da duquesa se deu. Conseguimos extrair em segurança nossa princesa e, tremendo bônus, resgatamos o casal ducal enquanto elfos e demônios se digladiavam na própria alcova do casal: pela honra de quem iria matá-los antes? E quem eram a elfa e a estranha que um dos nossos, completamente trêbado, viu resgatar do mais profundo calabouço? Perguntas, respostas... mais, sessão que vem.

segunda-feira, 3 de julho de 2023

Prosseguindo com investigações...

Domingo tivemos a roda de Mage, e avançamos bem no plot - investigando o bizarro assassinato de um estudante do Médio com a cabeça explodida, evitamos de sermos notados pela Inquisição que também investiga o caso, pagamos um mico diante da dor de uma mãe em luto, mas no fim tudo acabou bem pois conjuramos seu fantasma, aliviamos sua dor e descobrimos a improvável identidade de seu assassino.

A cidade pode dormir tranquila.

segunda-feira, 26 de junho de 2023

Guarda on the Rocks...

 Na grande recepção do Duque pelo aniversário de seu primogênito, uma bela festança e, com as regras de farra diretamente de Pendragon RPG, a Guarda de Honra passou por momentos etilicamente alegres, com o perdão do dever. 

Mais semana que vem.

Mais Transformers...

 Ontem mesmo rolou a parte 2 e conclusão da missão. Em post do GM, que preguiçosamente aproveito para contar como foi, enfrentamos um plano maligno decepticon de destruir a Represa Hoover no deserto de Nevada para coletar energon! Uma investigação na refinaria abandonada levou os novos autobots a capturar um soldado deceptricon que revelou a intenção de destruir a represa, porem quando estavam indo ate la a pequena cidade de boulder foi atacada forçando o grupo a desviar sua atenção para salvar os humanos... 

Assim que chegam na represa, tiveram de enfrentar Thundercracker, Acid Storm e Skywarp comandados por Starscream que enviou alguns outros decepcticons caçadores para o embate. Por sorte, os bravos Hearse e Kratzen conseguiram ganhar tempo para que Skyshadow pudesse mergulhar nas aguas da represa e desativar as turbinas quase sendo destruido no processo. Optimus Prime e Jazz conseguiram chegar a tempo para dar apoio aos novatos e reparar a represa que ameaçava inundar a cidade de Boulder a alguns quilômetros ao sul.

E sim, muito legal. :)

Abaixo, as alt forms dos personagens Hearse, Kratzen e Skyshadow: 


Cadillac 1961, rabecão (ou, o Batmóvel da Família Adams)...

... um Trabant 601 S...

... e um Saab Vigen 37.



sábado, 24 de junho de 2023

Transformers, rodar!

Pela Renegade Games Studios, as franquias Transformers, Power Rangers e G. I. Joe estão ganhando RPGs com um mesmo sistema de regras, significando a compatibilidade para quem gosta de mistureba e nostalgia.

Hoje joguei Transformers, situando-se ainda na época das séries animadas em meados dos anos 80. Hearse é o médico da equipe, cuja forma veicular é um não muito inspirador carro funerário... coisas da vida. Foi montado com as Influências de Inventor, Machinist e Scavenger (é, eu gosto de exagerar), Origem de Support e Papel de Scientist. Ainda temos um jato militar e um carro econômico da Alemanha Oriental.

O sistema é o Essence20 Roleplaying System. Para fazer personagens achei simples, me sugerindo - pra variar... - alguns tantos personagens diferentes. Para o jogo em si, até agora a coisa parece ser fácil de levar, mais sendo uma questão de se acostumar com a mecânica.

Seguindo uma aventura pronta, fomos atrás de uma base de energon abandonada pelos autobots mas que havia sido reativada pelo - fomos descobrir - nosso inimigo de sempre... mais, na próxima sessão.

terça-feira, 20 de junho de 2023

Guarda Real

Nova aventura começando, escoltamos a princesa herdeira do reino para o aniversário de seu pretendente, o filho do duque. Minha aposta é que a garota, gênia científica que ninguém se interessa por isso, vai meter o pé.

Chegamos no castelo do feudo anfitrião, e tirando um estranho contato místico com a ninja do grupo de origem e propósito ignorados, não aconteceu realmente muita coisa...

quarta-feira, 14 de junho de 2023

Aos poucos voltando...

Tempos irregulares de jogos, mesmo na pós-defesa...

Uma ambientação de supers em fantasia e de sistema tb homebrews vem acontecendo com agradável constância. Tenho um arquimago meio metido a saber mais do que consegue de 15 anos de idade. Participam da roda uma ninja-teleportadora, um bárbaro com espada mágica e um guerreiro com alguns truques sob a manga. Fazemos parte da Guarda Real, nome da campanha, em que somos os troubleshooters com poderes do reino.

Mage the Ascension substitui Exalted nas mesas quinzenais de domingo, por algum tempo. Fiz um hermético - Tradição que nunca pensei em fazer - que é um maestro de música clássica. A campanha passa no Rio de hoje em dia. Os demais jogadores são relativamente novos no rpg, e é a primeira roda de Mage deles. Fizeram ainda um Cult of Ecstasy, Virtual Adept e Euthanatos.

Star Trek: Celestia voltara a voar, dessa vez com o sistema 2d20, da Mophidius, recentemente lançada pela New Order. Após anos - intermitentes - com meu XO andoriano, fiz um bynar que achei muito curioso, especialmente pelas possibilidades abertas que pensei para o personagem. A ver, a ver... a campanha está entrando em hiato novamente, pelo visto.

Algumas tentativas outras têm aparecido, mas não passando de duas ou três sessões, entre elas Against the Darkmaster (um retroclone de Rolemaster - é, quem diria...) ambientado uma geração antes de O Senhor dos Anéis e Star Wars d6, da WEG. Pelo mesmo GM que, inclusive, me deu a graça de finalmente conhecer Fireborn, mas que também durou só duas sessões.

Edit 27.06.23

Chato atualizar e por personagens que eu curtia jogar até o outro ano na criogenia. Destaque para Brix, o ladrão-cavalheiro de Aubepinne (Night Caste em Exalted). Talvez o jogo volte, mas notei que da Criogenia, ainda não voltou nenhum...

Esperando, como de hábito, dar pelo menos 3 sessões para emplacar um no quadro de Personas.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Muito Abaixo do Oceano em financiamento coletivo (Março)



É com muita alegria que venho aqui dar essa força ao Alessandro Franzen na divulgação de Muito Abaixo do Oceano, RPG não somente pós-apocalíptico, como steampunk e verniano :D

Entra em financiamento coletivo mês que vem, mas as regras do fastplay estão disponíveis. Eis os links:
⚜️ FINANCIAMENTO COLETIVO: ABERTURA DIA 20 DE MARÇO
⚜️ FASTPLAY GRATUITO:
⚜️ LINK DO WHATS:
⚜️ LINK DO FACE:

sábado, 30 de outubro de 2021

Aeon Trinity

Ontem, sexta, tivemos uma sessão de Aeon Trinity, 2a Edição. Junto com a de Exalted, é a campanha que mais tempo venho jogando ultimamente.

O jogo melhorou muito desde a primeira edição, ainda nos anos 90, no que diz respeito excesso de conspiraçoezinhas que infelizmente - pra mim - fazem lembrar, bem, tudo do Mundo das Trevas (especialmente quando tem sua própria continuidade). Digo, há jogos e jogos, nem todos precisam ser apenas uma versão de tudo o que foi feito antes mas com outra roupagem.

No mundo do Século XXII, a Humanidade se reestabelece do evento conhecido como Guerra Aberrante com o auxílio das Ordens Psiônicas, trava contato com raças alienígenas e tenta, bem, um lugar aos sois da galáxia.

Nossa roda consiste de um time de espionagem de uma dessas Ordens, a dos teleportadores. Alienígenas de intenções malignas infiltrados entre a Humanidade e raças aliadas nos expuseram e ainda atacaram nossa base central recentemente, e é hora do payback

Meu personagem é Amura Langstrom, um eletrocineta - o sonho de um hacker - nascido entre as cidades marítimas de Oceania, a mais nova nação do planeta, uma coalizão de 8 cidades flutuantes e habitats submarinos. 

Presentemente nos refugiamos em uma caverna selada de um planeta, o qual é o lar de uma espécie inimiga da Humanidade mas que é manipulada pelos mesmos tais aliens malignos que se infiltram em outras sociedades.

A sessão foi curta, uma falta de foco geral. Acontece. Mais semana que vem.

terça-feira, 26 de outubro de 2021

Mojubá RPG

Orixás e tecnologia em Mojubá.

Em financiamento coletivo já no último mês na campanha de metas, este RPG brasileiro se encaixa no gênero afrofuturismo/fantasia urbana, na cidade imaginária de Mojubá, "criada nos moldes de Rio de Janeiro, Lagos e Salvador é o palco onde o jogo acontece", conforme informação na página do financiamento. Lá também constam um fast play do jogo e uma aventura pronta, ambos gratuitos.

Parece tudo muito legal, boa sorte pra eles!

Exalted

Anteontem rolou mais um jogo de Exalted, 2a ed. É das minhas duas campanhas regulares.

É uma campanha curiosa, com uma cidade de Thorns redesenhada pelo GM para ser algo que pareça uma França setecentista. O trabalho de construção daquele micro-universo ficou muito bacana.

Meu personagem, um Night, brinca entre ser um ladrão de casaca e o bátima local. Participa de um círculo onde consta uma Twilight, um Eclipse e um Dawn.

A campanha já rolava há anos, o número de tretas acumuladas nunca deixa de me espantar.

Uma das investigações - várias - acontecendo envolve o assassinato serial de meninos de um bairro pobre, e um inesperado envolvimento de um sinistro embaixador da cidade... mais, a ver, a ver.


domingo, 24 de outubro de 2021

Toss a coin to the Witcher...

Geralt of Krypton.

Um jogo ocasional que participo é no universo de The Witcher. Assisti a série com o novo Superman do cinema, sei que há uma série de jogos de sucesso, baseado na obra de um autor polonês.

Para quem não conhece, em linhas muito gerais: é um cenário de fantasia baseado em folclore do leste europeu e má-vontade. Aparentemente sempre há um pra lembrar que na realidade a parte medieval da 'fantasia medieval' não era aquela coisa idealizada que O Senhor dos Anéis faz crer, "desconstruir" seus conceitos e blá, blá, blá, blá, blá. 

Mas, modernões à parte, a trama em que estamos envolve o assassinato de 3 mulheres em e o sumiço de crianças em uma vila, enquanto o clima se comporta estranhamente com relâmpagos vistos em céu limpo.

Nossas investigações levaram a pegadas de alguma coisa inumana que se transforma tanto num bebezinho quanto, bem, em algo inumano que ainda não vimos, mas que se juntou às pegadas das tais crianças e todos rumaram bosque adentro, até uma estranha casa que não deveria estar lá, já que ninguém nunca ouviu falar - e talvez não devesse mesmo, face que é verão e há neve em seu quintal.

O sistema é o do RPG oficial, lançado no Brasil pela Devir; sistema este que é uma variante do Interlock, que por sua vez vem a ser originalmente o sistema de Cyberpunk 2020

Eu sô dotô.

A roda conta com não um, mas dois Witchers (escolas do Grifo e Urso), um Criminoso e um Médico, este que vos fala. 

Urik de Oxenfurst se apresenta pela instituição que o formou antes de que de onde veio, Nilfgard, para não gerar problemas em todo o caso. Filho único de uma família de mercadores, destruída por uma maldição. Maldições parecem ser o prato dele, porque ele também tem um amor problemático que sofre de uma 'maldição leve'. De estilo amigável, Urik valoriza o amor e sua amante lhe é a pessoa mais importante na vida, mas por outras pessoas não se importa muito.

Eu adoro sistemas de rolagem de background de personagem. Sério, sem ironia, acho divertidíssimas as combinações aleatórias que podem sair daí. Meu último personagem feito para CP 2020 era um Rocker, só que hip hop latino, e resultou em uma família cujos pais eram técnicos-cientistas mas que caíram em desfavor da empresa, o que arruinou carreira e finanças, com meia-dúzia de irmãos e uma coleção de "ex" miseráveis em seu rastro.

Terminamos a sessão entrando na casa/mansão pela porta da frente, coisa que, sendo os jogadores que somos, sequer havíamos considerado. Uma vez tendo decifrado o enigma que a trancava, agora é brincar de se esconder de um golem mecânico que ronda a casa, presumivelmente a defendendo de invasores. Parte do grupo se escondeu em um quarto onde outros invasores passaram seus últimos terríveis dias devorando-se uns aos outros...

Mais, espero, semana que vem.


quarta-feira, 20 de outubro de 2021

Tribe 8 de volta...

Tribe 8 is back!

... e com o sistema de Blades in the Dark (que acabei de falar), conforme notícia da Dream Pod 9, que aliás folgo em saber que, após um longo hiato, voltou às atividades. Mais informações aqui, mas já adianto seus contatos no face, twitter, insta, discord e email.

A DP9 noznoventa produziu ambientações ligadas ao tema dos mechas e militaria: Heavy Gear, Jovian Chronicles e Gear Krieg. Seu sistema resultou em um híbrido de RPG e wargame. Eficiência ou não em ambas as propostas, para Tribe 8 sempre me pareceu meio mão pesada.

Tribe 8 é um pós-apocalíptico carregado de misticismo, e me surpreendi ler na notinha que foram 23 suplementos para o título. O resumo oferecido é meio... resumidão rs mas faz parte. Tem um link pra wikipedia aqui com mais detalhes.

"O jogo conta o surgimento e tribulações dos Caídos - párias da sociedade criados pelas semi-deusas conhecidas como Fatimas - no rastro da liberação da Humanidade da escravidão dos seres demoníacos chamados Z'bri", 

No pós-apocalipse Z'bri, essas semideusas reuniram o que restou da Humanidade ao redor de si em 8 tribos. Uma delas morre em sacrifício, os jogadores faziam personagens por essa tribo, que se tornou de párias entre os párias - ao menos, se bem lembro. Cada Fatima incorporava um aspecto virtuoso, os pcs são originários de tribos mas por algum motivo caíram em desgraça com a virtude, a deusa - ou não necessariamente por algum motivo discernível. Lembro do meu personagem, um juiz nesse mundo que tinha um gosto exagerado por álcool, foi forçado a dar um veredito fajuto e por isso a deusa o renegou, indo parar na tal 8a Tribo.

O cenário ao redor é de cidades em ruínas, conhecimento sendo perdido, mato crescendo, poucas - e não muito confiáveis - pessoas ao redor, e ainda a evidência de que os Z'bri ou seus agentes estão por aí. 

Sendo ainda que tudo o que eu disse, ou o press release informou, não faz jus a um clima de estranheza que a ambientação transmite. Neste pinterest tem uma coleção de imagens do jogo, pra se dar uma ideia.

Capa da 1a. edição.

É um jogo bem bacana, com uma ambientação que sofreu um pouco na mão do antigo sistema. Olhando em retrospecto, faz mais sentido tê-la hoje em dia onde sistemas que fazem uma linha mais narrativista estão na ordem do dia. Boa sorte pra eles!

sábado, 16 de outubro de 2021

PbtA...

 

Logo do sistema em si.

... é a sigla para Powered by the Apocalypse (SRD in ingrish aqui), a mecânica de Apocalipse World e que se tornou aberta, já tendo diversos rpgs por aí - como o recém financiado Masks: A Nova Geração, no Brasil, pela Circuito Camaleão (insta, face, twitter, ludopedia).

Tenho encontrado rodas com certa frequência usando isto... a mais recente - ainda não jogada, mas com personagens feitos, já - é Spirit of 77, uma ambientação onde a tecnologia do OVNI de Roswell foi decifrada, ajudou os EUA a ganharem o Vietnã e ganhou o gosto do mercado negro. Tudo isso para, na verdade, fazer uma ambientação homenageando filmes e séries dos anos 70 (e um pouquinho de 80): Os Gatões, Irmãos Cara de Pau, A Supermáquina, Rocky - Um Lutador; inclusive sendo claro em suas referências e exemplo. Não pode faltar, aliás: blaxpoitation. Fiz um Vingador/X-Tech, significando uma cobaia fugitiva com implantes biônicos que luta contra o crime em seus próprios termos, mas troquei por um Good Ol' Boy/Humble Beginnings, um ás do volante com jeito de Velozes e Furiosos pré-(muita e irrecuperável) farofa. 

Tem muita coisa já com essa mecânica...

City of Mist tem uma variante fo PbtA para seus próprios fins. Tem uma ótima resenha sobre o que é aqui, pela tradutora do jogo no Brasil. Seu personagem é parte logos, parte mythos, significando que você entre o cotidiano da vida real e uma ligação divina à escolha. Essa ligação é desigual, cada uma com sua ameaça embutida. 

Outra ficha feita mas não jogada foi para Blades in the Dark, (SRD em português aqui), em que se faz um criminoso em uma pseudo-Londres vitoriana onde o Sol se apagou por um ritual que deu muito, muito errado. Pelo que vi, é uma mistura de Onze Homens e Um Segredo com Steampunk. Fiz uma mastermind/noble, que dá ordens aos demais personagens ao mesmo tempo que se disfarça de sua própria 'Mão Direita'.

Tenho, efetivamente, jogado Kult, que para a atual edição - também lançada no Brasil pela Buró - adotou o PbtA. Nóia, gore e zero possibilidade de redenção: apenas outra terça-feira, em se tratando desse jogo.

E joguei playtests para Muito Abaixo do Oceano (outro engine, mas ok) que detalharei depois.

Achei tudo bem interessante. Nos RPGs que vi, muito do sistema original parece ter sido adaptado. Em Muito Abaixo do Oceano, seleciona-se um arquétipo (no caso como Desbravador ou Mesmerista) e se otimiza com vantagens e skills. Já em Blades in the Dark e Spirit of 77, você pega dois arquétipos por personagem, o do seu atual papel e um a respeito de sua origem, e vê as vantagens correspondentes para somar no atributo, o rolamento é 2d6 em cima desse atributo, pra um número-alvo fixo. Se acertar, faça bem ou faça mais ou menos. O SRD original detalha skills à parte de atributos, me parece.

Como observou o GM de Kult, coisas de rpgista hipster...

quarta-feira, 13 de outubro de 2021

E aí que...

Eu jurava que tinha deletado este blog, não apenas abandonado há seis anos atrás.

Curioso ler os posts de então. Lembro dos jogos, mas não é como se eu não tivesse ficado sem outros tantos nesse meio tempo. Receio que nenhum daquela época tenha sobrevivido. Os dois únicos personagens que, noto, estavam na ativa seriam repassados para a criogenia, fácil, fácil.

Atualmente tenho três rodas constantes como jogador, e nenhuma mestrando. Uma é da 2a edição de Aeon Trinity, ex-White Wolf (pô, nem tem mais WW...) e atual Onyx Path. Uma outra é da 2a edição de Exalted (ainda WW). A terceira é da 5a ed de D&D - não, nem eu escapei. Com o tempo, se der na telha, volto a postar e descrever mais, se bem que sem certas obsessões, creio, de antes.

Tenho conhecido sistemas narrativistas, constantemente fico entre algo que não quero me chateie e algo que não seja superficial demais. Ainda não encontrei meu meio-termo pessoal.

Conheci também os sistemas ruins e a feiura elaborada e impressionante do universo Old School Renaissance.

Tenho repetido personagens, entre o médico-CDF e o ladrão do grupo. Por enquanto me basta.

Ainda não cheguei no 20o. nível de nada. 

Ainda não publiquei meu próprio RPG. Faz parte. Ainda.

Mas RPG tb é roda e grupo. Novos amigos apareceram nesses seis anos, velhas amizades permaneceram, ao menos algumas. 

Mas vamos ver.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Sonhos de Lausanne...

Ontem retomamos mais um trajeto da campanha Horror in the Orient Express, de Call of Cthulhu. Uma parada obrigatória em Lausanne, Suíça, assim como na versão onírica da mesma. Enfrentamos um aristocrata local, que tinha o lugar como seu parque temático pessoal, escravizando o sonhar das pessoas... fugimos com nosso objetivo, mas ainda tivemos que enfrentar a bordo do próprio trem horrores enviados pelo vilão, um péssimo perdedor.

Mais em breve, espero. :)

terça-feira, 2 de junho de 2015

Dragon Fist & Powerhouse...

Maio fui relapso, como já disse... joguei ainda duas vezes nosso Marvel de meio de semana, aposentando Dragon Fist - por total desinteresse meu no personagem - e reaproveitando a ideia duma roda abandonada na década passada de Powerhouse, um brucutu de descargas elétricas. Vamos ver o que dá. A roda entrou em hiato com jeito definitivo...

Marvel Cinematic Universe...

... tem inspirado minhas rodas e GMs... com a mesma proposta - personagens ligados à SHIELD da série de tv, em uma, usamos o Marvel Heroic RPG, e outra, o Marvel Super Heroes, ou seja... o mais novo e o mais antigo dos rpgs dos heróis Marvel. Von Geist e The Hound, respectivamente. O primeiro é um experimento e um cientista ex-Hidra com poderes telepático e uma pecha para ser levado a problemas pelos próprios, e o segundo era o "carcereiro" de inumanos fujões, detectando quem tem super-poderes e podendo anulá-los... :) O legal desse é que eu fui rolando após tabela, bem na velha maneira. Esperava algo bizarro, mas saiu algo totalmente coerente no final - o conceito veio naturalmente.

Já joguei com Von Geist e, de fato, poderes com a Limitation: Growing Dread não é para jogadores mais fracos... ;-) Resgatamos, em um castelo-laboratório da Hidra, uma asgardiana (pc) e frustramos planos do Fantasma Escarlate (é, a aventura era pré-pronta, mas o GM adaptou para o MCU).

Que venham mais jogos.

DC - Vingadores...

Algumas semanas atrás - é, ando relapso - joguei na nossa roda de "Vingadores", que apesar do nome e do sistema - Marverl Heroic RPG - é ambientada no universo DC das - a princípio - Animated Series. É a campanha do Invasor, o thanagariano sem eira nem beira... como ele está no espaço hoje em dia, fiz outro thanagariano, dessa vez uma espiã, mais infiltradora do que um combatente de frente. Divertido, vamos ver como fica adiante.

domingo, 3 de maio de 2015

Horror no Haiti...

Anos 30, e um milionário mais seu filho contam com a ajuda de detetives investigando o sumiço de seu irmão. Revoluções e vudu, com algo muito mais sinistro como pano de fundo acontecendo... e um final inesperado! Muito boa a aventura dada pelo mestre Giehl em Call of Cthulhu. Algo a ser aproveitado futuramente.

segunda-feira, 23 de março de 2015

CoC HiOE - Folias Francesas...

... nossos intrépidos e trepidantes (cada vez mais) heróis seguem pistas enviesadas, dando em um manicômio no interior francês e em uma propriedade onde estranhas rosas de espinhos grandes fornecem essência quase todo o ano, para uma boa família inocente que as tais rosas se alimentam da raiz de todo o mal...

Embora não houvesse nada que enfrentássemos - embora tivesse esta opção -, a descoberta de catacumbas infestadas de um mal sesquicentenário, tão sobrenatural como da natureza da Homem, foi o suficiente para nos deixar abalados. Mas ao menos, recuperamos a primeira das seis peças malditas.

Mais Horror in Orient Express assim que der, por favor.

quinta-feira, 5 de março de 2015

DCA - Vandalismo em Paradise City

E no final eram 3 sujeitos de armaduras, baseadas na tecnologia roubada do bom Dr. Mecano, disparando contra prédios. Foram "rapidamente" - lapso de mecânica de jogo à paaaaarte... - dominados, um deles done... for good.

... oops.

Consequências, semana que vem.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

DC Adventures

Ontem descobrimos que os laboratórios da empresa de nosso Tony Stark de plantão foram invadidos durante nossa cooperação com a Liga algumas aventuras atrás, por alguém se passando por ele e que evadiu os dados referentes à tecnologia de armaduras para diversos pontos do planeta, grupos criminosos e terroristas inclusive.

Acusado de vender armas para grupos estrangeiros, o tal personagem enfrentou interrogatórios do Congresso Americano, com testemunhos de seus camaradas dizendo que ele nada tinha a ver com isso - até que a inesperada chegada de Super-Homem veio e ajudou, de vez, a limpar a barra.

De volta a Paradise City, relatos na mídia de mais um quebra-quebra no antigo Centro: um grupo equipado com armaduras no estilo dos projetos roubados... mais na semana que vem.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Horror no Expresso Oriente

Indo das 20:00 às 5:00 da manhã - e com duas meias-noites no caminho - iniciamos sábado último a famosa campanha de Call of Cthulhu chamada Horror in Orient Express, e pela famosa linha de trem, que até recebeu um assassinato por Agatha Christie, correremos atrás das partes de um sinistro artefato por diversas partes da Europa.

Nesta primeira sessão, acabamos enveredando por uma "side-quest" relacionada a trens, mas não à campanha em si, onde um trenzinho miniatura macabro nos enviou para um autêntico trem-fantasma... necrobizarrias depois, com um ritual para Yog-Shototh, conseguimos voltar para a realidade - e já sofremos a primeira baixa da campanha, com uma de nossos caindo eternamente limbo afora...

Cada um de nós fez já dois personagens, pois o índice de letalidade é meio alto, conforme conselho dado no módulo, sendo três personagens o mais indicado.

Fiz dois, ambos diletantes. Um chegou a fazer Jornalismo, e é filho do meu personagem que jogou ano passado a campanha Sacraments of Evil, embora não esteja a par das sandices que seu velho participou. A outra é uma nobre russa, Europa afora sem poder voltar à Rússia natal dos malditos bolcheviques.

Mas é bom pensar logo em um terceiro...

Destaque para o capricho dos handouts e outros materiais confeccionados pelo GM. Afinal, não é todo o dia que se joga Horror in Orient Express...

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Call of Cthulhu - A Casa de R'lyeh

Primeira cthulhesca do ano, ontem dia 18 nós jogamos na ambientação kinda-modern (passada em 97) do módulo House of R'lyeh, com novos personagens.

Envolvia uma casa mal-assombrada, que no passado fora uma igreja de cultos inomináveis em Providence, capital de Rhode Island. Um professor de Arkham pediu ajuda para encontrar um artefato lá escondido. Após cenários assustadores dentro da casa, encontramos um dito autêntico sarcófago egípcio. Com uma autêntica múmia animada dentro. Animadona para nos destruir.

Vazamos de lá, em meio a pânico e terror... sem sombra do artefato. E a certeza de que a múmia não é o único habitante daquela casa.

Meu investigador é um parapsicólogo com programa de TV próprio, e uma pecha pra divismos. "Desmond Napier" é o nome de palco.

Mais em breve, espero.

DC Adventures

Após um janeiro parado, na terça-feira 3 de Fevereiro voltamos ao DC Adventures. Da nossa última vez, estivemos lutando contra uma desconhecida força alienígena que invadira Metrópolis para, nos Laboratórios Star, levar consigo a nave que caiu tempos atrás e que é responsável pelos poderes de Jaeger, um dos honoráveis defensores de Paradise City.

Investigando mais os elementos da nave, descobrimos um jeito de, acidentalmente, "desligar" nosso camarada... e a zoeira nunca acaba. Ou, pra ficar no tema, a Super-Zoeira.

Mais, semana que vem, espero.

Rola o dMundo!

Nova coluna periódica minha na Rede RPG, traduzindo resenhas sobre RPGs estrangeiros não-americanos, Rola o dMundo!

Balancê de 2014...

Já é pra lá de Fevereiro... é, eu ando relapso com as postagens.

De memória e anotado, foram 44 sessões de jogo, 35 como jogador e 9 como GM.

Em ambos os casos, Call of Cthulhu e variantes continuam a ser o prato principal no cardápio, com 17 sessões entre Mestradas e Jogadas em 2014.

Como tema, independente de sistema e em ambos os casos, Super-Heróis continua sendo uma preferência, 17 sessões também dedicados a isto.

Um ano sem maiores renovações. Como jogador, conheci em uma mesa do Dungeon Carioca o mítico Numenérea, com uma proposta de ambientação muito bacana, com um far-future após 8 grandes civilizações terem conhecido o auge e deixado um planeta Terra para trás totalmente modificado, incluindo-se aí a flora, fauna -- e nós.

Como GM, estou investindo em uma campanha de exploração espacial, é algo que sinto como deveria ser Jornada nas Estrelas. Chamo de Pathfinder por falta de nome melhor.

Aos números, portanto.

Jogados em 2014: Call of Cthulhu (10), D. C. Adventures (6), D. C. Heroes (4), Demon - the Descent (4), Marvel Heroic Role-Playing (4), Eclipse Phase (2), Marvel Super-Heroes (1), Numenérea (1).

Mestrados em 2014: "Pathfinder" (4), Aberrant (2), Cthulhu by Gaslight (2), Cthulhu Invictus (1)

De Eclipse Phase infelizmente não anotei o trecho final da campanha, em que duplicatas dos personagens, mais destemidas do que seria saudável, explodem a Magalhães em cima da fortaleza inimiga, levando-os consigo... foi divertido. :)

Planos para 2015? Meio que desisti disto. Continuar com a "Pathfinder" (o nome da nave) já está bom.

É isso. Os dados já estão rolando em 2015 e eu, relapso, nada anotei ainda... um início morno, mas vamos adiante.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Nosso convidado de hoje à noite...

Semana passada jogamos indo atender uma invasão, possivelmente conectada com nosso plot, em Metropolis, onde acabamos por ajudar a... Liga da Justiça. Ninguém menos que o Cavaleiro das Trevas nos orientou durante alguns demorados rounds de batalha. Coisas de se conhecer o sistema.

Muito legal, vamos ver como vai a próxima sessão.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Recuperando o prejuízo...

A Batalha de Rannagar terminou para o lado dos mocinhos, protegendo Rann e salvando a maioria de suas cidades; com uma colaboração inesperada de quem se viu traído por seus comandantes, uma facção thanagariana luta ao lado de quem era invadido, e agora pensa em reconstruir o mundo natal, após a ajuda em Rann estar terminada... o que significa novos possíveis ares para o Invasor.

Bem legal!... Vejamos como vai ser da próxima vez.

sábado, 22 de novembro de 2014

A Batalha de Rannagar

Sexta prosseguimos com DC Rio, onde após a sessão anterior repelimos um ataque thanagariano/daxamita no Rio de Janeiro, intencionando a captura de Aleea Strange e Paragon pelos inimigos, interessados nas vantagens estratégicas que o conhecimento de uma e o sangue do outro podiam conferir.

O jogo nos levou a Rann, onde mais uma vez, Invasor combateu sua própria raça, tentando invadir o pacífico planeta... tudo por um plot que nos levará a Mogul o Conquistador. Os dacamitas despertaram e se preparam para um ataque épico... mais, semana que vem.

Esticando as asas...

Semana passada voltei a jogar com o Invasor meu thanagariano em uma antiga campanha de DC Rio, usando o Marvel Heroic Role-Playing System. Foi bom. O sistema ainda me confunde um pouco, mas chegamos lá.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

DCA - Lambendo as feridas...

Semana passada com uma sessão mais de role-play do que qualquer outra coisa, com as seis balas retiradas de Dragon Fist, começamos a testar nossa Sala do Perigo. Vamos ver o que rola ainda à frente.

Old Man Hymes...

... in a sudden turn of events, de face com o de mais de mil faces, e todas elas mortais, toda a troupe se vê em uma manhã quente no deserto, fora de uma estranha pirâmide, pcs and npcs alike, sem ideia do que aconteceu desde a noite anterior - e sem sinal de um dos seus...

Continua, para alguns e para outros...

sábado, 25 de outubro de 2014

DCA - Tumulto e pancadaria em Paradise City...

Nós fomos, nós vimos, nós apanhamos. Personagem meu com umas cinco ou seis balas. Essa porra é tiro. Os carinhas debandaram. Fim.

:-P

O retorno ao Legado Merriweather.

Com mucho gusto voltamos à campanha O Legado Merriweather.

Dois novos personagens, já que dos anteriores um sumiu, levado por Nightgaunt e o outro, acusado de assassinato, reside permanentemente em um asilo psiquiátrico - sem poder dizer ao mundo que está assim porque ele e conseguiu banir Yod o Caçador, entidade supradimensional que adentrava nosso mundo com tentáculos e perversidade, para o fim de tudo.

Os novos personagens são um dos advogados deste lelé e também seu médico psiquiátrico, tornando-se familiares aos outros dois que restaram da rodada anterior, com a psiquê não muito intacta, para dizer o mínimo. Um ano se passou, tempo de jogo.

Seguindo os veteranos no que parece ser um estranho hobby não antes declarado, fomos atrás de velhas notícias nos interiores da Nova Inglaterra sobre o que parece ser um culto que raptava crianças para fins inomináveis, décadas atrás. Na cidadezinha que chegamos, perguntas não parecem ser muito bem-vindas...

Encerramos a sessão com o médico sendo sequestrado por partes ainda a serem reveladas. Welcome to the jungle.

Mudamos o sistema, do d20 para o BRP.

DCA...

Uma pista bem vaga do jornalista nos levou a investigar um grupo de chineses em Paradise City, aparentemente lá para negócios, quando nas telas de tv da base são mostrados metahumanos não-identificados destruindo o centro histórico. Corremos para lá e o pau comeu. Continua na próxima sessão.

Ex-DCH...

As aventuras de Paradise City continuam, com um toque de paranoia, quando um jornalista que encontrou seu fim de carreira perseguindo pistas sobre os verdadeiros Donos do Mundo poderia nos dar dicas, não fosse evidentes problemas mentais que o afligem - e o fato dele ter amanhecido morto em um incêndio provocado por cigarros que ele não fumava, no hotel em que estava...

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Dark Sphinx, dark times...

Tenso o Call of Cthulhu da vez passada... Hymes abaixo de 40 de SAN, após testemunhar o que não deve jamais ser visto... três cultistas importantes a menos, entretanto.

Masks of Nyarlathotep clamando por vítimas... penso em aposentá-lo até...

DCA...

... semana passada nos reunímos e tentamos não depredar a nova mansão que será nossa base na campanha de - agora - DC Adventures, com algum sucesso até. Melhor ser arremessado em órbita, para testar nossos poderes...

sábado, 20 de setembro de 2014

Masks - Plano B...

Ambrosius & Westmore erodindo sanidade a passos largos nas areias do Egito... passagens secretas mágicas, câmeras subterrâneas levando a sabe-se lá o que, sacrifícios humanos, hostes de inumanidades perambulando ao lado de cultistas de Nyarlathotep e proteções pedidas à uma certa entidade felina.

Foi muito bom. Mais, espero que em breve.

DCH...

14 de Setembro último tivemos mais uma sessão, talvez a última com o velho sistema de DC Heroes. A conversão para M&M3 está sendo feita, e até onde vi, Dragonfist está a contento.

Na nossa última sessão, o tal casulo de metal se revelou o receptáculo de um dos novos heróis de Paradise City, e o herói que caiu de alturas é um semideus grego, Belerofonte. Estranhos ocorridos causados por inesperadas reações de experimentos conduzidos por outro dos pcs, um velocista também cientista e seu acelerador de partículas experimental.

Mais, semana que vem.

domingo, 7 de setembro de 2014

Cthulhu Invictus

Substituindo um jogo de Gaslight que não houve, fizemos novos personagens de dois jogadores, e a ousadia do inimigo pôs um ghoul na arena gladiatorial, em pleno Coliseu... coube uma sanitização nos interiores do fabuloso estádio.

Foi bom. :)

Mais DCH...

... terça passada tivemos uma sessão curta, onde ajudamos a resgatar trabalhadores de uma mina, e descobrimos um estranho casulo, restos de uma estrutura artificial desconhecida e, ao voltar, cai do céu ao nosso lado um dos novos personagens... devidamente enquadrado pelo nosso BOPE de plantão. Divertido, espero que renda mais da próxima.

sábado, 30 de agosto de 2014

DCH...

Esta semana o grupo voltou a jogar, seguindo já o que espero ser uma constância. Dragonfist e seus amiguinhos derrotaram um sujeito capaz de se alimentar de energia elétrica, ficando forte e meio lesado, e derrubando o que viesse pela frente... parte de um mistério que só se assoma. Vamos ver semana que vem.

domingo, 24 de agosto de 2014

Masks - Plano B

Jornada dupla fim de semana, e nosso "grupo B" se metendo em um balaio de gatos que, definitivamente, ninguém quer. Mas pergaminhos milenares são arrancados das mãos de um arqueólogo bebum e devolvidos a quem de direito, e uma sanha felina aparentemente é apaziguada... o que fazer com o sujeito, amordaçado e amarrado em um quarto de hotel é que são elas.

Masks - Plano B...

Após ressurgirmos no Egito, demos um caô num tenente do vilão, e voltamos ao Cairo, a mando dele e atrás de um pesquisador que sumiu com importantes papeis relacionados à busca do Faraó Negro. Aparentemente, mais pessoas também estão atrás - e gatos. Muitos, muitos gatos...

Retornando ao DC Heroes...

... após um hiato, voltamos à uma investigação envolvendo imigrantes chineses de 'sleeping agents' como soldados de lavagem cerebral ameaçando quem vem com tecnologias modernas, do Brasil agora nos EUA. O grupo se reuniu, vamos ver se mantemos.

domingo, 3 de agosto de 2014

Mais Masks of Nyarhlathotep - Plano B...

Investigando, disfarçamo-nos e fomos até a casa do recluso pintor de tenebrosidades sob o pretexto de comprar um quadro, acabamos por nos deixar levar demais por uma pintura, e... de Londres para um buraco esquecido no Egito, em um round e 4 pontos de sanidade. O nome do quadro, "Espelhos de dimensões" era uma dica nada sutil, verdade.

E acabamos a sessão em um ponto em que os personagens do "time A" ainda não chegaram perto, com chance de nos aprofundar do mistério sem sequer saber que o mistério existe. ;-) Vamos ver o que sai de uma próxima.

sábado, 2 de agosto de 2014

Marvel, anos 60...

No que foi uma one-shot que haverá mais sessões, fizemos personagens no velho sistema do Marvel Super-Heroes ainda sem poderes, nos anos 60 e interior do Canadá. Muito gelo, alienígenas e uma conspiração de invasão espacial... vamos ver o que sai daí.

Masks of Nyarhlathotep - Plano B...

Tempinho atrás pegamos novos personagens e fomos atrás dum fio condutor deixado de lado pelo grupo principal no módulo Masks of Nyarlathotep. Foi bem interessante, investigando o desaparecimento de uma jovem nobre inglesa, após uma vernissage onde, fomos descobrir, quadros de terrível talento provocativo igualmente adoecia seus possuidores após algum tempo de obsessão...

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Sacraments of Evil - finale

Com a morte de dois pcs somente, demos por encerrado o módulo Sacraments of Evil, envolvendo a Inglaterra Vitoriana e a mística ordem da Golden Dawn.

Impedimos, finalmente, que um mal ancestral na figura de um imortal Mordred, por outro nome, auxiliasse separatistas irlandeses a mergulhar o Império no caos... com um showdown em ruínas antigas que revisitamos e penamos, entre o vilão e Algo Que Não Deveria Existir...

Muito bom. :)

terça-feira, 24 de junho de 2014

Pathfinder: Retorno a Meridian...

... de volta de Tártaro, os pcs e npcs da Pathfinder voltam à colônia da primeira sessão, o então ajustado mundo tropical de Meridian, para desembarcar refugiados da arca Speranza e também sofrer, sobreviver e derrotar um golpe de estado orquestrado pela velha ordem vigente... controlando a população pelos neuro-implantes wi-fi de Internet.

Podia ter mais paranóia, mas foi o que teve pra hoje... ;-)

Mass Effect...

... em andamento a adaptação para o sistema de Mutants and Masterminds do universo de Mass Effect. No play-test, peguei um personagem já pronto que era uma detetive Asari, investigando o roubo de uma pesquisa biológica de uma empresa... showdown em Omega, a mais bad-ass das estações espaciais. Bem interessante. Já jogamos duas vezes, na segunda outro jogador participou e pegou um engenheiro thuriano.