quarta-feira, 25 de maio de 2011

Powerhouse de volta...

Eu e um camarada tempos atrás resolvemos co-mestrar Mutantes e Malfeitores no universo Ultimate Marvel, mas a idéia não durou muitas sessões. Ele agora voltou para uma nova investida, e resetei o personagem, adaptando-o ao que ele pretendia, as regras da 2a. Edição e o Nível de Poder... é meio o princípio o velho do American Atlas, o brutamontes do grupo especialista em greco-romana. No caso, com mais algumas coisas a respeito de eletricidade... vamos ver o que sai. Isto alternará com o universo DC do meu prezado Jair, tudo dando certo.

Começamos mal nos conhecendo, em Janeiro de 2008, sobrevivendo a um atentado no Heathrow londrino, vingança de terroristas muçulmanos pela morte de... Osama bin Laden.

Juro, não fomos nós.

domingo, 22 de maio de 2011

M&M Animated Series

Ia me esquecendo de comentar, quarta-feira última começamos uma roda nova, M&M 3.x, com meu prezadíssimo Jair Vianna ao leme. PL 10, a ambientação era baseada nas Animated Series da Warner/DC, nos anos entre o final de Liga da Justiça Unlimited e Batman do Futuro.

Meu personagem é o Chancellor, da fictícia Costa Atlântica, baseada na África do Sul, que vive momentos de tentativas de integração, após 150 anos de domínio e apartheid imposto pelo branco. Respeitado cientista que teve seu corpo alterado para uma super forma, após explosão de um reator experimental em quem trabalhava, tornou-se uma voz da moderação em seu próprio país, ajudando a resolver diversos conflitos, e sendo a oposição quando radicais de ambos os lados se armam e também exibem super poderes.

Essencialmente, lutamos contra bandos de criaturas cibernéticas que, em pontos isolados da cidade, promoviam caos e destruição enquanto segundas equipes se infiltravam em prédios de companhias para roubar grandes segredos industriais.

A sessão também contou com o novo Lanterna Verde... que mal sabe usar seu anel. Foi divertido, especialmente depois desta pequena estiagem.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Nova roda de M&M

Ia me esquecendo de comentar, quarta-feira última começamos uma roda nova, M&M 3.x, com meu prezadíssimo Jair Vianna ao leme. PL 10, a ambientação era baseada nas Animated Series da Warner/DC, nos anos entre o final de Liga da Justiça Unlimited e Batman do Futuro.

Meu personagem é o Chancellor, da fictícia Costa Atlântica, baseada na África do Sul, que vive momentos de tentativas de integração, após 150 anos de domínio e apartheid imposto pelo branco. Respeitado cientista que teve seu corpo alterado para uma super forma, após explosão de um reator experimental em quem trabalhava, tornou-se uma voz da moderação em seu próprio país, ajudando a resolver diversos conflitos, e sendo a oposição quando radicais de ambos os lados se armam e também exibem super poderes.

A sessão também contou com o novo Lanterna Verde... que mal sabe usar seu anel. Foi divertido, especialmente depois desta pequena estiagem.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Vampire - The Masquerade: Edição de 20 Anos

Yep. Texto original aqui, tradução na Rede RPG em breve, site do projeto aqui, hashtag no Twitter: V20.

Em suma, a White Wolf vai lançar em edição única um tijolo de mais de 400 páginas e arte inteiramente nova e a cores de quase tudo o que foi lançado para a linha de Vampiro: A Máscara, em homenagem aos (sim, já) 20 anos do rpg. Só as linhas oriental e africana estarão de fora, junto com duas linhagens de sangue pra lá de secundárias.

E ainda, a Paizo fez escola com Pathfinder: haverá uma revisão das regras, baseado em playtest aberto com os fãs e jogadores que quiserem participar e enviar seu feedback para eles. Até os artistas serão os favoritos que o público escolher.

Achei legal, embora meus tempos de morceguices eu considero já como tendo ido. O novo take não me impressionou, e, embora eu saiba que nunca se deve dizer nunca em rpg, eu acho que pra mim o WoD já deu. Amaria ver Aberrant sob o mesmo tratamento, em uma edição especial de dez anos, mas eu sei que não rola.

Joguei Vampire durante boa parte dos anos 90 e alguma coisa dos 00, meu personagem principal é e sempre será John Lee Baker, Brujah inconformado com sua condição, sempre perseguindo o estado da Golconda. Sim, eu sou da turma dos pseudo-atores -- ainda que sem ilusões de que estou fazendo uma Arte Maior, ou alguma asneira do gênero -- que acha que Entrevista Com o Vampiro é como V:tM deveria ser jogado, e que A Rainha dos Condenados é uma heresia powergamer (divertidíssima; e reconhecendo que é como V:tM acaba sendo jogado...).

Sempre achei o lance Humanidade uma grande sacada do jogo, pena que não investiu-se mais nisto nas demais linhas. Se não Humanidade, alguma forma de equilíbrio: sempre há alguma coisa nos jogos da White Wolf, especialmente o WoD, que procura tirá-lo dos seus centro. Não custaria muito pensar em algo para Werewolf (que também tem questões da Besta, mas talvez pudesse ter algo que o tornasse cômodo adotar somente um estilo de vida racial, algo como ser Homem ou Lobo "demais"); Mage (hubris, fora a questão já abordada do Paradoxo), etc. O grande tema comum a todos os jogos poderia ser o Senhor de Si Mesmo, mas aí, enfim...

Foi divertido. Joguei pouquíssimo com o Sabá, por crer que era somente desculpa esfarrapada pra joguinhos de porradaria e, sinceramente, não acho que esteja errado nesta impressão. E ainda, há sistemas melhores que o Story-Teller System, afinal, para combate. Em suas falhas, que não eram poucas, lembro-me de regras da casa que arriscávamos. Hoje em dia, pelo menos, aprendi que não é porque alguém publica um jogo que ele realmente entende da mecânica que inventou. Pelo contrário, aliás. Haja vista o Story-Telling System, que puseram um matemático para aquilo fazer sentido, e que ainda pretendo dar uma pilotada neste sistema (planos para Hunter: the Vigil em um contexto medievalóide, mas tudo de muito ainda a ver...).

Imagino se não farão, caso dê sucesso, edições de 20 anos para Werewolf e Mage. E ainda, Changeling e Wraith? Por algum motivo, acho menos provável, a grande integração sempre foi entre os três primeiros jogos.

Hum... Castle Falkenstein, edição de 20 anos? Que tal? Hein, hein? Guys? Mike? Steve?

Flanders? Lisa?

domingo, 13 de março de 2011

Dois...

Fazendo com amigos aqui fichas de personagens. Um é para Rastros de Cthulhu, rpg sobre o Mythos Lovecraftiano outro que não o pela Chaosium, publicado no Brasil pela RetroPunk Game Design. Como jogaremos o módulo Beyond the Mountains of Madness, calcado em uma das principais histórias do autor, tendo como ponto de partida a expedição citada ao fim da história, resolvi fazer um arqueólogo, Grant Jones.

Extremamente simples de montar o personagem:

Grant Jones, arqueólogo

Habilidades Gerais

Armas Brancas 5
Atletismo 8
Briga 5
Fuga 8
Furitividade 5
Ocultação 5
Sentir Perigo 9
Sanidade 10
Vitalidade 12
Estabilidade 12

Habilidades Investigativas

Arqueologia 2
Barganha 1
Coletar Evidência 2
História 2
Idiomas 1
Ocultismo 1
Manha 1
Usar Biblioteca 1
Equitação 1
Sobrevivência 2
Arrombamento 2

Motivação: Curiosidade

Pilares de Sanidade: Progresso Científico, Epicurismo, Valores e Dignidade Humana

Fontes de Estabilidade: Henry Hymes, fellow researcher & drinking buddy. Gilles Jones, filho. Hank Gascoigne, mercenário ex-Legião, veterano da I GM.

O outro personagem foi para Carnificina Entre as Estrelas 3:16, no Brasil pela mesma Retropunk. Mais fácil ainda de fazer:

Duke "Mad Dog" Callahan

Fighting Ability: 8, Non-Fighting Ability 2.

Reputação: "Vocês querem viver para sempre?!"

A ambientação prometida será em cima de StarCraft. Send in the Zergs!

sexta-feira, 11 de março de 2011

The Fall of the Bloodhawk

Nesta sexta participei de uma campanha de Star Wars Saga que até fiz personagem e participei logo no início, mas por questão de horário não pude prosseguir. Bem, quase um ano depois, rolou um jogo que eu pude estar.

Presenciamos a queda de todo um setor sob o Império com direito a bombardeamento planetário, no que seria uma geração antes de uma outra campanha com o mesmo GM, que participo com o bom Jonyus Karr/von Tarkenheiss.

Foi divertido, ágil, com bastante tiroteio, e um crítico na lata de Darth Vader. Não é todo o dia (por mais que fosse em coisa de uma semana que tomamos outra corrida do próprio, mas acontece).

quinta-feira, 10 de março de 2011

Arriverderci Angkor Wat

Nesta quinta houve a primeira ação internacional do Primeira Linha, indo atrás do paradeiro do radioativo e perigoso Doutor Urano... para o Cambodia fomos de carona em uma black op da Força Azul e, no caminho, a presença de raças alienígenas e a perigosa organização criminal internacional Sombra como oponentes. Quase rolou uma morte no grupo, coisa básica. Mas solucionamos o problema, ainda que à custa do magnífico templo milenar de Angkor Wat, que sumiu em um cogumelo atômico. Pena, uma pena. No lucro, mais sobre a conspiração alienígena que periga dominar o mundo.

Business as usual.

terça-feira, 8 de março de 2011

Cthulhu de Carnaval...

Derrotar o Mi-Go? Check.

Derrotar o cientista louco? Check.

Fechar o portal? Check.

Expor o calhorda que se propunha santo local? Check.

Salvar a inocente garotinha? Check.

Reganhar os 9 pts de Sanidade perdidos? Check yeah!!!

Foi um dia, na quase distante Stanford, bastante produtivo... mais em breve, espero.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Idéia para Star Trek

Para o que eu chamo de Star Trek: Inner Frontiers, a idéia era a de um cisma interno da Federação de Planetas Unidos, onde após um evento mais cataclísmico - talvez a invasão Borg ou a Guerra Domínion -, certos componentes mais radicais dentro da Federação tenham se bandeado para uma viés mais radical e militarizante do que deveria. Haveria então, ocupando o mesmo volume na galáxia, a Federação dos Planetas Unidos - Vulcanos e Centaurianos em sua totalidade, Tellar e algumas colônias, tantas colônias humanas e uma minoria andoriana (fora os assorted aliens que sejam) - e a Aliança Estelar - Terra, Andor, colônias tellaritas, etc. Sistemas solares e mundos de colonização mista seriam focos naturais de conflito.

É a geração do cisma, famílias e amigos estão separados: o tema sobre onde está verdadeiramente sua lealdade é central ao jogo. Assim como em quem confiar, etc.

Os pcs seriam uma tripulação da Frota Estelar, como de costume - ou da Armada da Aliança, se assim quisessem - tentando levar como antes, embora avistar nos sensores aquela nave classe Galaxy, Sovereign ou o que seja não mais transmita, necessariamente, aquela sensação de confortável familiaridade.

De resto, é arranjar os jogadores, algum sistema que se preste a isto e mandar ver.

sábado, 5 de março de 2011

Star Wars WEG

Sem o personagem que havia feito para o dia de jogo que não fui, o jeito foi montar um novo na hora... o B/Trash Pilot que montei até que veio bem a calhar: resgatar os demais pcs num campo de asteróides, com diversos asteróides pra atrapalhar, esquadrilhas de caças Tie, um Destróier Imperial classe Victory e outro Interdictor... e a presença na última hora de um certo Super Star Destroyer, com seu ilustre proprietário a bordo. Teria algo a ver com aquilo que deixa todo mundo meio mal no compartimento de carga que os demais roubaram, na sessão que não fui? Pode ser.

Juntamente com o churrasco e o rever de amigos, um ótimo sábado de carnaval, este foi. Espero que haja mais em breve.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Quickstart do ShadowRun 4E disponibilizado...

... aqui.

Tomara que popularize no Brasil. É um grande jogo, com uma tremenda ambientação e, ao que parece, finalmente acertaram a mão do sistema. Quem publicou nunca deu a devida atenção. Morreu na praia. Quem sabe agora...?

Fonte: Rede RPG.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Desdobramentos...

... da agressiva e inesperada luta contra uma conspiração se comprovam estar em escala global, quando agentes de sombria vontade encaminha o temido Doutor Urano para o Camboja - onde outras pistas nos indicam que devemos ir. Um certo cibercineta medrou, entretanto... vamos ver se Lightning, perdendo cabelo e dentes, consegue estar pronto para daqui a duas semanas.

Participação de Quartech e Força Azul!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Ficção-Científica...

... curto o gênero, mas salvo um pbf de Jornada nas Estrelas, faz tempo que não tenho uma roda regular disto - não que eu possa reclamar, ou arranjar mais espaço na agenda. Mas sinto falta.

Burilava uma idéia baseada na série StarGate SG-1, mas do ponto de vista não de uma equipe da USAF como na tv: um mundo liberto de seu "deus" Goa'uld, tentando se manter. Conforme esquematizei,

Planeta Korboran

Mundo central de (prov.) Lady Tiamat, 4o. em sua órbita. Duas luas, uma similar à nossa, outra bastante menor.

População:

2.000.000 de ex-escravos
250.000 Jaffas
100-200 off-worlders (outros Jaffas, humanos, aliens, etc. Não é exatamente um ponto turístico)

Governo: geronto/meritocracia Jaffa, conselho de 12 representantes/governantes das 12 províncias maiores, liderados por Gamesh, antigo Prime de Tiamat. Insatisfações aqui e ali, acusando o governo de ser uma autocracia militar Jaffa.

Fonte de renda: estaleiros orbitais civis, fazendo naves de carga de diversos tipos. As plataformas militares foram destruídas, como parte da vingança de Tiamat, por quando sua derrota. Reservas de Naquadah acabando.

Defesa: rede de satélites armados, 2 naves-mãe intactas. Outras três danificadas o suficiente para virarem somente depósito de peças sobressalentes.

Ecologia: sofrendo muito, a vingança de Tiamat envolveu a liberação de doses maciças de radioatividade, envenenando os campos das províncias férteis. O desastre só não foi completo pelo sacrifício de valentes Jaffas, entre eles o único filho de Gamesh. O epicentro é na cidadela morta de Lady Tiamat.

Perigos externos: fronteira com a Aliança Lucen não está distante. Grupo rival Jaffa, ex-servos do arquiinimigo de Lady Tiamat, Lorde Uru, acirrando-se por jazidas de Naquadah no meio do caminho. O Conselho Jaffa pôs a área sob quarentena, enquanto estudam um meio de aproveitamento mútuo.

Demais grupos e alianças vistos com certa desconfiança. T'auris não são exceção.

Necessidades imediatas: comida, o que a troca por construção de naves vem sustentando, embora dinheiro seja bom, obrigado.

Os Ori ainda não apareceram.

Os PCs estariam a serviço do governo, sendo Korborianos.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Chtulhu Friday Follies

Mais uma inédita aventura do Círculo de Miskatonic, apenas com o Professor Hymes e Lady Carnavon, indo investigar o sumiço de uma menina em Hartford, onde o principal suspeito é um estudante de Física recluso e antissocial -- apenas pela falta de outros suspeitos... na investigação, a morte de outro excêntrico físico e suas teorias radicais vêm à tona, assim como sua casa em ruínas e um estranho cômodo no que restou de seu porão, dando passagem para locais... indizíveis.

Muito bom! A conclusão, em breve, assim espero.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

1L-Files!

Com a clássica invasão da base secreta, assim começamos nesta quinta mais um jogo da Primeira Linha... em um plot envolvendo comandos armados que já nos queriam liquidar desde a sessão passada, orientados por uma megainteligência artificial de intenções nefandas que não se via há um tempo... invasão repelida, seguimos os atacantes que tentavam evadir para fora da cidade. No campo, conspiração, parte II: de F-16 automatizados a dezenas de helicópteros comanches, nenhum com quaisquer marcações, todos queriam um pedaço dos nossos heróis... a coisa culminou com uma explosão nuclear que devastou a flotilha aérea, liberando outro inimigo não visto havia dois anos, Doutor Urano...

Isto, e mais o sequestro de ao menos um npc aliado e o roubo de um certo quadro, leva-nos a considerar até mais aonde vai esta conspiração.

Mais, semana que vem!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Fear and Loathing in Rio!

Espero que consiga reativar a valer a Rio 73 - Brazuka e três novos personagens, afinal, tentando aliviar a barra da invasão do temível Doutor Vorax!... divertido. Mais em duas semanas, espero.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Fear and Loathing in NY!

A já combalida Grande Maçã sofre mais um abalo, quando superquadrilhas, anjos e demônios a elegem como seu campo de batalha... coube ao Primeira Linha catar os cacos. Resgates e quase prisões de gente graúda, fora uma trairagem que ainda irá render sangue... não o nosso, de preferência.

NY 73 2011 inaugurado, finalmente!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Concurso de aventuras cthulhescas...

... promovido neste link pela Retropunk Game Design, firma nacional de RPG que lançou o Rastros de Cthulhu, outro sistema que não o da Chaosium em cima do mythos lovecraftiano.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Resenha de Castle Falkenstein...

... escrita por mim, quatro anos atrás, para a Rede RPG. Relê-la deu saudade do Grande Jogo, que mal pude mestrar ano passado uma única vez, depois de muito tempo antes disso.

Lembro-me do site da R Talsorian, antes de virar um mero quiosque mal diagramado, que havia um fórum para todos os seus jogos. O mais concorrido era Cyberpunk 2020, um dos mais quietos era o nosso. Ainda assim, lembro-me de algumas boas conversas... dali chegou a sair um PBeM, mas que como muitos, não foi muito longe... um funcionário da firma, alcunhado Woody, às vezes tirava dúvidas. E foi dele que li, quando pelo cancelamento da linha, que Falkenstein era o jogo favorito dele, assim como de muitos da firma, mas que ele não jogava dinheiro fora. Não, Castle Falkenstein nunca foi um campeão de vendas, longe disto.

Paladares raros. Se me perdoam o pedantismo.

Penso se, com a crescente popularidade do gênero Steampunk no Brasil, se não valia à pena rodar mais uma tiragem de Castelo Falkenstein... enfim.

Podcast em português sobre o Grande Jogo aqui.

Mundo Tentacular

Ótimo blog dedicado à obra (e produtos derivados - RPGs inclusive) de H. P. Lovecraft é o Mundo Tentacular, dica do meu estimado Dom Gárgula. Já nas RPGìsticas ao lado.