Após um combate*, para resgatar uma inesperada aliada caída - literalmente - do céu, nosso grupo se mete a explorar uma milenar e avançadíssima fábrica de robôs de segurança, apenas para futucar no que não devia e, aparentemente, dar sequência ao Juízo Final local.
Correndo para a nave que encontramos na sessão anterior, e pretendendo sumir de lá, nosso caminho foi interceptado pela nave que nos trouxe, com gente não tão legal quanto achávamos que fosse, e...
Continua (conclui?) na próxima sessão.
* Apesar do azar típico (ou um pouco mais que típico) do d20 + modificador pequeno por sermos de nível baixo (o sistema de Exodus lembra uma simplificação de D&D que até agora vem agradando), deu pra gente se divertir. Uma saída pro meu personagem foi sair na mão com o adversário, usando ação de grapple pra se jogarem de uma barranqueira, usando o oponente como colchão ("Você fez um klingon"). A ação deu bastante certo, dado a mecânica de absorção de dano cinético da armadura do Daemon/Sword. Os demais tiveram mais sorte nos dados do que eu, utilizando armas de longo alcance para resolver suas pendências. Destaque para a classe Ranger, que tem um Companion animal geneticamente aprimorado, com inteligência em nível humano, além de habilidades como a de gerar Desvantagem em rolagens de um oponente.
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