Hoje, numa imprevista sessão matinal, jogamos até alcançar um ponto distante da Arca, coletamos um pequeno arsenal das ruínas duma delegacia de polícia. Tivemos muita sorte, em várias áreas sem incidentes.
Mais em... 9 minutos! o.O #dependência #crackudocomoassim
Em MYZ deste domingo, as defesas da Arca, assim como o templo, foram completados. Depois, ao sul, subimos em um arranha-céu onde há um ótimo ponto de observação para as áreas adjacentes. Perambulamos através das áreas menos seguras, descobrimos morlocks mas não elois - e encontramos cinco bebês mutantes abandonados aos elementos...
... na tarde deste sábado de carnaval. Tive que sair antes do fim da sessão. Até onde vi, destaque para a pc plasmoide que pagou o pedágio exigido por dois orc brutamontes, cobrando dentes para um colar. Gentilmente cuspiu um crânio, que usava para tentar emular - sem sucesso - a forma humana.
Deprimimos uma fileira de jipes Cherokee que levavam gente armada oponente da casa Balor, dentro do Sonhar - também acometidos de um súbito piriri: pifando tudo, foram todos cuspidos pro Mundo Desperto.
Havendo ainda decapitado quem salvamos e nos traiu, restou nos depararmos com a raiz de um mito arturiano itself - tudo isso em mais uma sessão de Changeling: the Capivara.
Na sequência da roda de segunda, uma nova expedição foi mandada atrás de um artefato da antiga era tecnológica pré-apocalíptica que os engenhoqueiros chamam de busão - e, para tal, tivemos ainda que ir em enormes depósitos de birita em outra zona à parte, evitando flores vampíricas no caminho... mas não algo enorme de dentes e garras. Mas conseguimos consertar o tal busão e dirigi-lo até de volta em casa. Glória para a arca!
Ontem, em cima da hora, rolou um joguim de Mutant: Year Zero (que tem uma história maior do que eu pensava). Personagens prontos, explorando a área ao redor da arca, um antigo estádio de futebol. Começamos a explorar os setores, e o objetivo inicial de recuperar algo foi colocado de lado, pelo prazer de explorar os quadrantes. A campanha é coletiva, com as explorações de outros grupos iluminando o mesmo mapa e com os benefícios trazidos compartilhados pela Arca em comum.
Meu personagem, o template do Brutamontes, perdeu o antebraço para uma lesma sanguessuga, mas tudo bem no final.
Ajudando ainda na aldeia de pescadores arrasada, o último integrante se junta ao grupo... que acredita que adotou um bichinho.
Ao longo do comprido feudo praiano, do ar os personagens viam os efeitos da temporadas de saques dos vikingzoides originários mais ao norte. Identificando o fiorde de origem, agora é um primeiro contato... na semana que vem.
Após uma breve comemoração, seguimos pela Sebe para tomar posse de nossa Toca: uma mansão vitoriana no meio de um bosque, onde as coisas pararam no tempo até uns 20-25 anos atrás, dando expressões antiquadas a aparelhos que lá existam ou entrem.
Uma co-habitação com dois hobgoblins locais ainda há de ser devidamente negociada.
Por problemas técnicos, foi uma sessão mais curta... paciência. Mais em quinze.
Lucian e Alan começam a investigar a origem de uma ley line-ish necromântica, que até outro dia não estava lá, ameaçando o padrão geomântico da cidade de NY. Começando pela safe house que nos arranjaram, com seus mistérios próprios que nos deram pistas para o caso maior...
O mapinguari de estimação do grupo cravou 160+ dados de dano em umas 4 rolagens antes de qualquer iniciativa formal de rounds de combate. E ainda precisou de cada um dos ataques para realmente matar o parceiro de dança, um autêntico cuco.
Phineas bruxão diminui o fogo da armadilha mortal, e seu pai - protegido por um barril de água - mais quem o salva verdadeiramente saem apenas chamuscados.
Após um derrapante engatinhar pelos bueiros em nossa fuga, conseguimos uma casa vazia para descansar e bolar nossos próximos passos - e nos atualizar com o resgatado.
Começamos a mesa, finalmente, de estreia de nossa roda de Tartarugas Ninjas. Foi curta, porque a internet de um dos jogadores miou, infelizmente. Jogamos - em flashback - nossa libertação de um laboratório clandestino para as mãos - e patas, garras, etc. - de um clã ninja rival dos nossos ex-proprietários. Terminamos com uma patrulha pelos telhados de NY e sendo emboscados por Tiger Claw!
Evil Tony the Tiger. Não há sucrilhos que o redimam.
Foi ótimo poder, afinal, desfilar com Ottiz - polvo mutante ninja -, que meses atrás bolei, junto dos demais jogadores.
Mas também foi bacana por ter sido a roda de estreia do GM, muito tímido quanto à ideia de mestragem. Que lhe seja sempre divertido!
Começando do ponto que havíamos parado, em algum lugar ao norte do novo feudo da exma. sra. Marquesa, os personagens lutam contra os raiders vikingzoides acossando uma simples aldeia de pescadores. O grosso do ataque havia terminado, mas ainda assim impediram sua fuga e resgataram cativos para a escravidão.
Na cura dos feridos remanescentes, o processo de iniciar alguma coisa...
Sessão zero nesta sexta para uma roda de Mage: the Awakening. Pude reutilizar um personagem que joguei poucas vezes em 2021, mais um cdf. Obrimos/Mysterium, para quem conhece. A campanha é em NYC, do mesmo mundo de jogo e GM de C:tL.
Após um pequeno retcon, paramos todos no Sonhar Profundo e, em vez de apenas sondar e voltar, saímos fuçando por aí atrás do caminho para nossa futura freehold - apenas para encontrarmos uma tribo de fantasmas de índios precisando se livrar de um Cuco (como em oposição a uma Cuca).
Após longas horas nos infiltrando por uma rede de esgotos, atingimos as masmorras sob a catedral onde está preso o pai de Phineas - finalmente o encontramos, o problema é sair de lá, e daquele universo...
Muita coisa descoberta na primeira parte da sessão, que foram (muuuito bem) vendidas para os movers-and-shakers locais: caçadores ameaçam a todos por igual, afinal.