domingo, 15 de novembro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
A Saga da Eotheod
Após este hiato de 2-3 anos, encerramos ontem, e muito a contento.
Velhas buscas pessoais resolvidas, novas portas abertas, muito heroísmo, combate, um javali como nunca antes e provavelmente nunca depois deitado... e a volta para casa. Aelfwinë princess-banger com muitas e muitas canções e histórias para criar. Talvez haja ainda uma sessão para acertar pequenas pontas, mas all-in-all, tudo muito divertido.
Valeu o peixe. :)
Velhas buscas pessoais resolvidas, novas portas abertas, muito heroísmo, combate, um javali como nunca antes e provavelmente nunca depois deitado... e a volta para casa. Aelfwinë princess-banger com muitas e muitas canções e histórias para criar. Talvez haja ainda uma sessão para acertar pequenas pontas, mas all-in-all, tudo muito divertido.
Valeu o peixe. :)
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
E mais M&M DC
Dando sequência ao jogo de ainda outro dia, os novos heróis investigam a origem do ataque ao Comando Militar do Leste por thanagarianos e uma gangue local de supercriminosos, em uma estranhíssima e improvável coincidência. O motivo do roubo? Jóias de poder que podem abalar os fundamentos do universo...
Os personagens se dividiram em duplas ou trios indo atrás de velhos nomes e contatos no submundo. Dois deles terminaram em salutar pancadaria pública, em bairros da cidade. O terceiro ia bem, até que... coisas aconteceram. Coisas sempre acontecem.
Mas nós fomos, nós vimos, nós chutamos traseiros. Ainda deu tempo de destronar NPCs que se achavam do comando.
Muito, muito divertido. :)
O grande destaque, cabe notar, foi a telepresença de um dos jogadores, migrado para o Canadá... nerdice e tecnologia sem limites!
Os personagens se dividiram em duplas ou trios indo atrás de velhos nomes e contatos no submundo. Dois deles terminaram em salutar pancadaria pública, em bairros da cidade. O terceiro ia bem, até que... coisas aconteceram. Coisas sempre acontecem.
Mas nós fomos, nós vimos, nós chutamos traseiros. Ainda deu tempo de destronar NPCs que se achavam do comando.
Muito, muito divertido. :)
O grande destaque, cabe notar, foi a telepresença de um dos jogadores, migrado para o Canadá... nerdice e tecnologia sem limites!
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sábado, 10 de outubro de 2009
Wushu & D&D
Jornada dupla neste sábado: Star Wars via Wu Shu, adaptando um personagem que fiz meses atrás, e Dungeons & Dragons.
Errol Flynn:
- Dashing Manners 5 (ousadias acrobáticas e sociais)
- A Feint and a Smile 4 (combate de forma geral)
- Old Name 4 (contatos com sua família, ex-nobres e atuais corsários)
- Damsel in Distress
Apaixonar-se pela princesa que encarará um horrível casamento, salvá-la de seus sequestradores na mesma noite, dançar com a morte em tentativas loucas de resgatá-la, sentir a adrenalina que se confunde com suas lágrimas após resgatá-la, e o beijo ao herói devidamente merecido.
Ok, menos esta última parte, mas ainda está-se trabalhando nisto.
O sistema, é claro, deslizou. A Balada do Cafajeste um dia, um dia...
Em seguida engatamos em um D&D 4E, fiz um paladino Dragonborn, no papel de striker. Bem interessante, e um quê de nostalgia: jogamos a parte inicial de Temple of Elemental Evil, ainda na vilazinha de Homlet, coisa que fiz deve fazer quinze anos atrás. O sistema pareceu bem interessante, e extremamente parecido com o MMORPG World of WarCraft. Não é à toa que a Blizzard e a Wizards estão, pelo que sei, ajustando os sistemas para que futuramente WoW se torne totalmente compatível com D&D.
Bem proveitoso.
Errol Flynn:
- Dashing Manners 5 (ousadias acrobáticas e sociais)
- A Feint and a Smile 4 (combate de forma geral)
- Old Name 4 (contatos com sua família, ex-nobres e atuais corsários)
- Damsel in Distress
Apaixonar-se pela princesa que encarará um horrível casamento, salvá-la de seus sequestradores na mesma noite, dançar com a morte em tentativas loucas de resgatá-la, sentir a adrenalina que se confunde com suas lágrimas após resgatá-la, e o beijo ao herói devidamente merecido.
Ok, menos esta última parte, mas ainda está-se trabalhando nisto.
O sistema, é claro, deslizou. A Balada do Cafajeste um dia, um dia...
Em seguida engatamos em um D&D 4E, fiz um paladino Dragonborn, no papel de striker. Bem interessante, e um quê de nostalgia: jogamos a parte inicial de Temple of Elemental Evil, ainda na vilazinha de Homlet, coisa que fiz deve fazer quinze anos atrás. O sistema pareceu bem interessante, e extremamente parecido com o MMORPG World of WarCraft. Não é à toa que a Blizzard e a Wizards estão, pelo que sei, ajustando os sistemas para que futuramente WoW se torne totalmente compatível com D&D.
Bem proveitoso.
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quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Avante... Vingadores?
E o Invasor estréia nesta quinta, no momento em que um grupo de supers de campanhas prévias do GM e alguns dos jogadores pensam em reunir-se novamente... a tempo de uma invasão de supervilões no comando do exército, casando com uma igual invasão de mercenários thanagarianos ao mesmo local, todos atrás de uma super-arma. Foi bom rever conterrâneos, e houve muito diálogo entre o clangor das armas.
Muito legal!
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segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Mais M&M...
Mestrei sexta passada para o Comodoro e Friaca, er, digo, Iceberg, botando areia num carregamento de drogas no porto do Rio. Um tanto ou quanto dispersa a sessão, mas eu me diverti, pelo menos.
Carcará deve voar quinta que vem. Aliás, renomeado Invasor...
Carcará deve voar quinta que vem. Aliás, renomeado Invasor...
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segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Carcará
PC novo pra uma campanha de M&M, mais ou menos baseada no universo DC das animações e muito em campanhas antigas.
Ukron Rok era um thanagariano invasor destacado para uma instalação carcerária no interior do NE brasileiro, que simplesmente cansou de sucessivas guerras de conquistas, tão típicas de seu povo, rebelando-se contra a crueldade de seu comandante, ao dispensar muito mais chicotadas no lombo de um prisioneiro escravo além do que o regulamento, a tradição e a justeza permitiam - sabem como é, há limites mesmo para conquistadores sanguinários.
Na hora da virada dos heróis da Terra, foi reconvocado da prisão para defender a base, apenas para então fazer o serviço do inimigo, e deixado para trás. Após ter tido sua participação no caso esclarecida, foi posto em liberdade, meio sumindo pelo NE, mesmo. É feliz sendo sócio de uma barraca de água de côco, esticadão em uma rede, curtindo umas cervejas e vendo como o mar, quando quebra na praia é bonito, é bonito.
Claro, às vezes, o dever - ou a encrenca, o que convenhamos é a mesma coisa, nessa linha de trabalho - chama.
Ukron Rok era um thanagariano invasor destacado para uma instalação carcerária no interior do NE brasileiro, que simplesmente cansou de sucessivas guerras de conquistas, tão típicas de seu povo, rebelando-se contra a crueldade de seu comandante, ao dispensar muito mais chicotadas no lombo de um prisioneiro escravo além do que o regulamento, a tradição e a justeza permitiam - sabem como é, há limites mesmo para conquistadores sanguinários.
Na hora da virada dos heróis da Terra, foi reconvocado da prisão para defender a base, apenas para então fazer o serviço do inimigo, e deixado para trás. Após ter tido sua participação no caso esclarecida, foi posto em liberdade, meio sumindo pelo NE, mesmo. É feliz sendo sócio de uma barraca de água de côco, esticadão em uma rede, curtindo umas cervejas e vendo como o mar, quando quebra na praia é bonito, é bonito.
Claro, às vezes, o dever - ou a encrenca, o que convenhamos é a mesma coisa, nessa linha de trabalho - chama.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
SdA - Finalmente em casa!
Mais um episódio ontem da Saga da Éothéod: finalmente, chegamos a Freiburg, após uma quase emboscada de orcs, para os salões do bom rei Eomund, em uma alegre reunião de quem se adora e havia perdido as esperanças de se rever.
Ok, menos a parte do "alegre".
E a lição de hoje, crianças, foi: está vendo o que acontece quando levamos as mágoas às últimas consequências? :)
Mais em breve, ou assim espero.
Ok, menos a parte do "alegre".
E a lição de hoje, crianças, foi: está vendo o que acontece quando levamos as mágoas às últimas consequências? :)
Mais em breve, ou assim espero.
domingo, 2 de agosto de 2009
Duas
Já ia me esquecendo...
Quinta passada retomamos, após um bom tempo pela viagem de um dos jogadores, nosso jogo de Grécia d20.
Os personagens voltaram à Atlântida, dourada Atlântida, apenas para constatar... que ela irá afundar. O tempo urge enquanto deliberamos quem poderemos salvar, ao mesmo tempo que, no horizonte, uma furiosa rainha feiticeira se aproxima, provavelmente furiosa com um certo ex-súdito cretense. Serão os mantos e capas dos atlantes grandes o suficiente para esconder Cylon de Knossos? Descobriremos em breve, assim espero.
Findi passado Legolas apareceu, vai bem e é uma besta quadrada. Prossegui na solo ainda não duo com Aelfwinë, com a despedida do reino dos elfos da floresta e uma estranha certeza de imortalidade para o personagem - não importa o número de orcs até a capital do reino.
Talvez retome Dragões da Independência findi que vem, mas ainda a ver se rola a Operação Aymore.
Quinta passada retomamos, após um bom tempo pela viagem de um dos jogadores, nosso jogo de Grécia d20.
Os personagens voltaram à Atlântida, dourada Atlântida, apenas para constatar... que ela irá afundar. O tempo urge enquanto deliberamos quem poderemos salvar, ao mesmo tempo que, no horizonte, uma furiosa rainha feiticeira se aproxima, provavelmente furiosa com um certo ex-súdito cretense. Serão os mantos e capas dos atlantes grandes o suficiente para esconder Cylon de Knossos? Descobriremos em breve, assim espero.
Findi passado Legolas apareceu, vai bem e é uma besta quadrada. Prossegui na solo ainda não duo com Aelfwinë, com a despedida do reino dos elfos da floresta e uma estranha certeza de imortalidade para o personagem - não importa o número de orcs até a capital do reino.
Talvez retome Dragões da Independência findi que vem, mas ainda a ver se rola a Operação Aymore.
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quinta-feira, 23 de julho de 2009
A Saga da Eótheód
Depois de alguns dois ou três anos de interrupção, ontem retornei, em uma breve sessão solo, com o bardo Aelfwinë, inesperado convidado na corte do Rei Thranduíl dos Elfos Silvestres, após por eles terem sido salvos, ele e os seus.
Foi uma sessão mais social, pegando o jeito do sistema novamente, assim como do personagem.
Próxima sessão, o bem-bom acaba, e a difícil viagem até a cidade natal - invasores bárbaros, orcs, necromantes, javalis sobrenaturais e sei lá mais o que - começa. Participação especial... Legolas!
Foi uma sessão mais social, pegando o jeito do sistema novamente, assim como do personagem.
Próxima sessão, o bem-bom acaba, e a difícil viagem até a cidade natal - invasores bárbaros, orcs, necromantes, javalis sobrenaturais e sei lá mais o que - começa. Participação especial... Legolas!
sábado, 13 de junho de 2009
Sai EIRPG, entra RPGCon...
... mesma data, no Colégio Notre-Dame em São Paulo. Mais detalhes neste artigo.
T2M EL
Mestrei quinta última, 11, minha campanha de Aberrant, do Team Tomorrow Europa do Leste, que desde setembro último não prosseguira. Problemas de agenda... foi legal, com Superman e Wired somente. Vamos ver em quanto tempo mais podemos voltar. Nessa sessão, a equipe tem que intervir e ajudar um grupo de Novas vizinhos em um atentado ecológico em alto-mar.
Vou ver se retorno em breve com mais Aberrant, e os Dragões da Independência. Dois novos personagens já feitos.
Vou ver se retorno em breve com mais Aberrant, e os Dragões da Independência. Dois novos personagens já feitos.
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T2M EL
sábado, 6 de junho de 2009
Dois PCs...
Fiz dois personagens nesse fim de semana último.
Para Exalted, fiz um Lunar, um reload na verdade do personagem que já tinha em outra campanha: Nurtus, o Urso, um full-moon, ou seja, a casta guerreira. Perguntaram, qual o conceito? Wandering barbarian com machadão de duas faces. Qual a motivação? To crush your enemies. See them driven before you. And hear the lamentation of their women. Comentaram, pô, que clichê! É, pois é. Há valor a ser descoberto em um bom clichê.
Para Mutantes e Malfeitores, começando em PL 4, Scott Ryder, escritor inglês de ficção-científica e fantasia, que começa a conjurar personagens de livros escritos por ele e por outros. No mundo de campanha está começando a surgir super-seres. Visões de uma outra realidade, fantástica e terrível, de cara acometem os 'sorteados'. Pude jogar com ele no sábado. Foi engraçadíssimo o resultado, com momentos de aut0-descoberta propositalmente remetendo a Chuck, o Profeta do Senhor. O mundo está começando a ganhar poderes, e nós estamos na crista da onda...
Para Exalted, fiz um Lunar, um reload na verdade do personagem que já tinha em outra campanha: Nurtus, o Urso, um full-moon, ou seja, a casta guerreira. Perguntaram, qual o conceito? Wandering barbarian com machadão de duas faces. Qual a motivação? To crush your enemies. See them driven before you. And hear the lamentation of their women. Comentaram, pô, que clichê! É, pois é. Há valor a ser descoberto em um bom clichê.
Para Mutantes e Malfeitores, começando em PL 4, Scott Ryder, escritor inglês de ficção-científica e fantasia, que começa a conjurar personagens de livros escritos por ele e por outros. No mundo de campanha está começando a surgir super-seres. Visões de uma outra realidade, fantástica e terrível, de cara acometem os 'sorteados'. Pude jogar com ele no sábado. Foi engraçadíssimo o resultado, com momentos de aut0-descoberta propositalmente remetendo a Chuck, o Profeta do Senhor. O mundo está começando a ganhar poderes, e nós estamos na crista da onda...
A Campanha Inesquecível
De um telefonema há pouco, com um grande amigo e GM meu, que andava com questões elocubráticas sobre mestragem.
Passamos tempo horrores planejando A Campanha Inesquecível. Tanto, tanto tempo que a dita vida adulta menos e menos nos dispõe, que simplesmente não mestramos.
A Campanha Inesquecível tem mapas, histórias, folclore definidos. Suas descrições são vívidas a cada momento. Tem grandes sagas, várias rodas ao mesmo tempo em diferentes momentos da cronologia, momentos de puro role-play assim ação e combate eletrizantes. NPCs profundos, capazes de atos nobres inspiradores, assim como das mais vis traições.
A Campanha Inesquecível é aquela que seus jogadores ainda estarão falando dela daqui a 20 anos, e olharão ao redor para o que jogam e suspirarão, porque "não é a mesma coisa".
Quando, na verdade, a Campanha Inesquecível acontece. Pega a gente de surpresa. Nosso pecado é , a partir das coisas boas de uma delas, querer acreditar que há uma fórmula em seu planejar, e de tanto que planejamos, acabamos por nos afogar em tantos detalhes.
E a verdade é que queremos ser o Tolkien do RPG e, com isso, protelamos a mestragem. Simplesmente não mestramos. Há um estranho conforto nisso. Nós já sabemos que ela seria, embora ela nunca venha a ser.
Nada mais contra-producente.
Passamos tempo horrores planejando A Campanha Inesquecível. Tanto, tanto tempo que a dita vida adulta menos e menos nos dispõe, que simplesmente não mestramos.
A Campanha Inesquecível tem mapas, histórias, folclore definidos. Suas descrições são vívidas a cada momento. Tem grandes sagas, várias rodas ao mesmo tempo em diferentes momentos da cronologia, momentos de puro role-play assim ação e combate eletrizantes. NPCs profundos, capazes de atos nobres inspiradores, assim como das mais vis traições.
A Campanha Inesquecível é aquela que seus jogadores ainda estarão falando dela daqui a 20 anos, e olharão ao redor para o que jogam e suspirarão, porque "não é a mesma coisa".
Quando, na verdade, a Campanha Inesquecível acontece. Pega a gente de surpresa. Nosso pecado é , a partir das coisas boas de uma delas, querer acreditar que há uma fórmula em seu planejar, e de tanto que planejamos, acabamos por nos afogar em tantos detalhes.
E a verdade é que queremos ser o Tolkien do RPG e, com isso, protelamos a mestragem. Simplesmente não mestramos. Há um estranho conforto nisso. Nós já sabemos que ela seria, embora ela nunca venha a ser.
Nada mais contra-producente.
terça-feira, 19 de maio de 2009
domingo, 17 de maio de 2009
Três personagens...
... para jogos mais ou menos certos de participar, por questões como horário.
Mutants & Masterminds PL 8, Ion Nebula - Ian Neville consegue se transformar em uma enevoada forma energética, dando dano elétrico no volume que ocupa. É ainda capaz de operar maquinário e computadores à distância, detectar eletricidade e quetais. Originariamente um hacker habilidoso, que encontrou mais do que pretendia, sofrendo uma descarga que quase o matou. Após o coma, viu-se com estes estranhos poderes...
Fading Suns, Achmed al-Fayed. Fiz a ficha até nesse fds. Nascido em um mundo que luta pela sua independência, mas sendo a exata fronteira entre o Califado Kurgan e o Império da Fênix, cuja Casa Nobre dos Hazat ocupa ostensivamente o planeta.
Marvel Super-Heroes, Makebe. Para uma roda de mutantes, em uma ambientação mais próxima dos filmes dos X-Men. Aproveitei o gancho de um antigo personagem da roda e fiz um irmão mais novo do personagem dele, nascido em uma miséria africana, com a mutação influenciada por Vibranium, capaz de absorver rajadas de som e transformar em força física, resistência, toques explosivos e quetais. *
Vamos ver se a vida deixa...
*UPDATE: acabou que ele não explode mais nada, mas derrete o metal com facilidade. Coisas do vibranium antártico, ou seu correlato artificial.
Mutants & Masterminds PL 8, Ion Nebula - Ian Neville consegue se transformar em uma enevoada forma energética, dando dano elétrico no volume que ocupa. É ainda capaz de operar maquinário e computadores à distância, detectar eletricidade e quetais. Originariamente um hacker habilidoso, que encontrou mais do que pretendia, sofrendo uma descarga que quase o matou. Após o coma, viu-se com estes estranhos poderes...
Fading Suns, Achmed al-Fayed. Fiz a ficha até nesse fds. Nascido em um mundo que luta pela sua independência, mas sendo a exata fronteira entre o Califado Kurgan e o Império da Fênix, cuja Casa Nobre dos Hazat ocupa ostensivamente o planeta.
Marvel Super-Heroes, Makebe. Para uma roda de mutantes, em uma ambientação mais próxima dos filmes dos X-Men. Aproveitei o gancho de um antigo personagem da roda e fiz um irmão mais novo do personagem dele, nascido em uma miséria africana, com a mutação influenciada por Vibranium, capaz de absorver rajadas de som e transformar em força física, resistência, toques explosivos e quetais. *
Vamos ver se a vida deixa...
*UPDATE: acabou que ele não explode mais nada, mas derrete o metal com facilidade. Coisas do vibranium antártico, ou seu correlato artificial.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Call of Cthulhu - O Mal Que Os Homens Fazem
Esse é o nome bonitinho que eu arranjei para o que devo mestrar em mais duas semanas: dias atuais, sistema Call of Cthulhu d20, e os personagens serão ligados ao departamento de polícia de Nova York: detetives, especialistas forenses, etc. Detetives particulares e mesmo consultores psíquicos também são opção.
A idéia é fazer uma campanha policial com um sistema ágil, em um tema mais forte: ao invés de horrores cósmicos tentaculares, o grande mal que habita a cidade é o mesmo o qual se esconde sob o coração dos homens.
Claro que, de vez em quando, whaddahell? O tentáculo pode dar tchauzinho.
A vontade de mestrar anda apitando. Recentemente vi um filme que... me deu vontade de retornar ao universo de Jornada nas Estrelas, nem que por desforra. O caminho mais certo é retornar com uma campanha que eu alcunhava Explorers, passada no Século XXIII daquele universo ficcional, tangenciando tanto a velha série quanto seus filmes. A idéia era ambiciosa - e, como tal, durou então somente uma ou duas sessões -, com cinco grandes arcos de sessões, ou mesmo "temporadas". A primeira era sobre a exploração de um setor não-cartografado, e estabelecimento de primeiros contatos com as raças locais. A segunda seria a respeito de maiores envolvimentos com os plots locais, focalizando mais em diplomacia, até a quinta, em que haveria as naves de colonização da Federação habitando este ou aquele planeta, etc.
Vamos ver.
Andei burilando ainda a idéia de um low-fantasy baseado em uma milenar ordem de caçadores de monstruosidades, em um cenário que historicamente alternativo, mas que remeta ao nosso próprio. Indo de uma Idade Média até a Revolução Industrial e um pouco além, as histórias dos membros dessa ordem, que havia encontrado um ápice logo antes de ser mergulhada em descrédito. Então teríamos a chance de jogarmos sob a guisa de caçadores solitários, arquivos-x, sociedades de exploradores, etc. Sem elfos, anões ou dragões, nada tão fantástico, a não ser nas próprias lendas do background. Apenas os personagens contando com pouco mais do que eles mesmos, tentando sobreviver às suas presas e um mundo "normal" que deles desconfia, pra início. Há uma excelente resenha de Hunter: the Vigil na Rede RPG que me levou a pensar algumas tantas cositas más. Talvez finalmente inaugure meu core de O Mundo das Trevas.
A idéia é fazer uma campanha policial com um sistema ágil, em um tema mais forte: ao invés de horrores cósmicos tentaculares, o grande mal que habita a cidade é o mesmo o qual se esconde sob o coração dos homens.
Claro que, de vez em quando, whaddahell? O tentáculo pode dar tchauzinho.
A vontade de mestrar anda apitando. Recentemente vi um filme que... me deu vontade de retornar ao universo de Jornada nas Estrelas, nem que por desforra. O caminho mais certo é retornar com uma campanha que eu alcunhava Explorers, passada no Século XXIII daquele universo ficcional, tangenciando tanto a velha série quanto seus filmes. A idéia era ambiciosa - e, como tal, durou então somente uma ou duas sessões -, com cinco grandes arcos de sessões, ou mesmo "temporadas". A primeira era sobre a exploração de um setor não-cartografado, e estabelecimento de primeiros contatos com as raças locais. A segunda seria a respeito de maiores envolvimentos com os plots locais, focalizando mais em diplomacia, até a quinta, em que haveria as naves de colonização da Federação habitando este ou aquele planeta, etc.
Vamos ver.
Andei burilando ainda a idéia de um low-fantasy baseado em uma milenar ordem de caçadores de monstruosidades, em um cenário que historicamente alternativo, mas que remeta ao nosso próprio. Indo de uma Idade Média até a Revolução Industrial e um pouco além, as histórias dos membros dessa ordem, que havia encontrado um ápice logo antes de ser mergulhada em descrédito. Então teríamos a chance de jogarmos sob a guisa de caçadores solitários, arquivos-x, sociedades de exploradores, etc. Sem elfos, anões ou dragões, nada tão fantástico, a não ser nas próprias lendas do background. Apenas os personagens contando com pouco mais do que eles mesmos, tentando sobreviver às suas presas e um mundo "normal" que deles desconfia, pra início. Há uma excelente resenha de Hunter: the Vigil na Rede RPG que me levou a pensar algumas tantas cositas más. Talvez finalmente inaugure meu core de O Mundo das Trevas.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
sábado, 2 de maio de 2009
Contagem Regressiva lá na Green Ronin
Em dois dias saberemos o que é. Mas a GR está fazendo um belo mistério para seu próximo grande lançamento, inclusive com teasers enigmáticos em seu twitter, como:
Next week we herald the beginning of a new age.
Something old, something new, something needed, something overdue.
You'll find great adventure beyond the gate.
If you want to be a knight, you better be prepared to earn it.
Everything is better with bacon.
Pinçado, aliás, do blog O Telhado de Vidro, bem aqui.
Meu chute é StarGate, baseado na série, que perdeu os direitos ano passado ou retrasado, e é compatível dom o d20, 3a. edição, e tal. O interesse da GR vem sendo pouco, para a 4E... mas claro, de repente não é nada disso e é um grande recauchute de algo da casa.
Update: É, a contagem terminou, e faço das minhas as palavras do Daniel, nos comentários:
E venceu quem apostou em Dragon Age, baseado num videogame da BioWare, divisão da Electronic Arts.
Uau. Sinto-me underwhelmed ;-)
Mas boa sorte a eles!
É. Meio bah-ish. Mas sim, boa sorte, não obstante.
Next week we herald the beginning of a new age.
Something old, something new, something needed, something overdue.
You'll find great adventure beyond the gate.
If you want to be a knight, you better be prepared to earn it.
Everything is better with bacon.
Pinçado, aliás, do blog O Telhado de Vidro, bem aqui.
Meu chute é StarGate, baseado na série, que perdeu os direitos ano passado ou retrasado, e é compatível dom o d20, 3a. edição, e tal. O interesse da GR vem sendo pouco, para a 4E... mas claro, de repente não é nada disso e é um grande recauchute de algo da casa.
Update: É, a contagem terminou, e faço das minhas as palavras do Daniel, nos comentários:
E venceu quem apostou em Dragon Age, baseado num videogame da BioWare, divisão da Electronic Arts.
Uau. Sinto-me underwhelmed ;-)
Mas boa sorte a eles!
É. Meio bah-ish. Mas sim, boa sorte, não obstante.
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