Quarta passada invadimos e desbaratamos um campo cercado se fingindo de associação pró-menor que envolve fantasmas sinistros e o aliciamento e lavagem cerebral para transformar menores de rua, abandonados por suas famílias e a sociedade, em um exército paramilitar com fins ainda desconhecidos. Muita informação foi levantada devido à informação... extraída... do prisioneiro da sessão anterior, e -- ei, não me olhe assim. Ainda o desprogramamos da lavagem cerebral, e ele vai ter uma chance de recuperar a vida dele. Não é como se tivéssemos encostado em um fio de cabelo dele.
Enfim, ainda há muito para explorar, mas por enquanto a justiça vai sendo feita...
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sexta-feira, 28 de junho de 2013
Geist: Invasão!
Quarta retrasada, após termos xeretado à distância um suspeito campo cercado que se fingia de associação do menor carente, porém cheio de fantasmas sinistros, recebemos a visita dum comando constituído por seis menores treinados como militares, sendo ordenados por um fantasma. Repelimos a invasão e ainda fizemos um prisioneiro...
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Geist - The SinEaters: The Richtoff Gambit
Ontem rolou mais uma partida de Geist. Infelizmente, devido a uma atitude de um dos jogadores, que conheço a coerência com as mesmas em vinte anos de jogos, não foi tão divertido para mim como das outras vezes.
Talvez o problema seja meu: dificilmente eu entro em um jogo com sentimentos de hiena, pensando em qual merda que irei fazer para foder a porra toda. Se você for dos que joga assim, preferiria que não jogasse comigo, especialmente se eu estiver mestrando (o que não era o caso).
Gosto de ver uma trama sendo deslindada, de algo sendo construído, da sensação de estar progredindo e construindo algo. A limitação é minha, creio: eu simplesmente não aceito que, depois de um dado momento, você jogue assim.
Não digo que eu não erre: mas deliberadamente sacanear o grupo por causa de um momento-especial de caos e cagada geral, apenas pelo lolz da coisa, ou para se sentir de alguma forma especial-ter-o-seu-momento... não. Sério, não tenho mais paciência para isto.
Vamos ver como fica da próxima. Enfim...
Talvez o problema seja meu: dificilmente eu entro em um jogo com sentimentos de hiena, pensando em qual merda que irei fazer para foder a porra toda. Se você for dos que joga assim, preferiria que não jogasse comigo, especialmente se eu estiver mestrando (o que não era o caso).
Gosto de ver uma trama sendo deslindada, de algo sendo construído, da sensação de estar progredindo e construindo algo. A limitação é minha, creio: eu simplesmente não aceito que, depois de um dado momento, você jogue assim.
Não digo que eu não erre: mas deliberadamente sacanear o grupo por causa de um momento-especial de caos e cagada geral, apenas pelo lolz da coisa, ou para se sentir de alguma forma especial-ter-o-seu-momento... não. Sério, não tenho mais paciência para isto.
Vamos ver como fica da próxima. Enfim...
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Maist Geist
Quarta feira passada e semana retrasada tivemos mais de Geist - The Sin Eater.
Na segunda vez que jogamos isto, acabamos por conhecer um personagem novo, de mais um jogador na roda, salvando sua pele de uma gangue de fantasmas canibais, e depois adquirindo um débito de 10.000 reais. Alguém conhece esse cara? Eu não.
Na sessão mais recente, começamos por investigar o assassinato de um amigo do outro personagem, um blogueiro que pisou nos calos errados... muito para nossa surpresa, o assassino é uma pessoa real (não dou o nome pra não dar processo, mesmo sendo um jogo privado, sem caráter comercial, mas como nego adora dar uma de tadinho...) que deveria ainda estar na cadeia... como iremos apurar isto, veremos nas próximas sessões.
Na segunda vez que jogamos isto, acabamos por conhecer um personagem novo, de mais um jogador na roda, salvando sua pele de uma gangue de fantasmas canibais, e depois adquirindo um débito de 10.000 reais. Alguém conhece esse cara? Eu não.
Na sessão mais recente, começamos por investigar o assassinato de um amigo do outro personagem, um blogueiro que pisou nos calos errados... muito para nossa surpresa, o assassino é uma pessoa real (não dou o nome pra não dar processo, mesmo sendo um jogo privado, sem caráter comercial, mas como nego adora dar uma de tadinho...) que deveria ainda estar na cadeia... como iremos apurar isto, veremos nas próximas sessões.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Geist - The Sin-Eater
Fiz um personagem e joguei uma sessão-teste deste RPG, que pertence ao Novo Mundo das Trevas, da White-Wolf. Desta vez o personagem é uma criatura (o Sin-Eater) que, depois de morrer como uma pessoa normal (velhice, tiro, etc.) sua alma encontra uma outra, muito antiga e desencarnada (o Geist), que se funde com a outra e retorna à vida instantes depois, como se nada tivesse ocorrido (e restasse o suficiente de seu corpo original). O Sin-Eater em tese se dedica a ajudar fantasmas a seguirem seu caminho no além, desapegando-se do mundo material, seja de suas posses, vinganças ou desejos. Parece uma temática bem interessante.
Anthony "Tony" Dalton é um veterano do Afeganistão, que lá morreu em combate, mas voltou... acabou vindo para o Brasil (onde se passa a campanha) por sentir uma compulsão que lhe dizia para ir, por parte de seu Geist... qual o destino que ele tem a cumprir é algo ainda a ser visto, imagino.
O jogo segue a receita de bolo de desde os anos 90: há um atributo próprio importante e caro (Arete, Gnosos, Rage,Quantum etc.), há facções conflitantes lutando pelo poder, e o risco (ainda que, pelo que tenha entendido, baixo) de seu próprio poder se virar contra vc mesmo. Gostei do novo sistema, sendo muito enxuto, e a lista de habilidades agora é sempre a mesma: é para vc conseguir obter qquer coisa através deles, e ponto.
Vamos ver até onde vamos.
Anthony "Tony" Dalton é um veterano do Afeganistão, que lá morreu em combate, mas voltou... acabou vindo para o Brasil (onde se passa a campanha) por sentir uma compulsão que lhe dizia para ir, por parte de seu Geist... qual o destino que ele tem a cumprir é algo ainda a ser visto, imagino.
O jogo segue a receita de bolo de desde os anos 90: há um atributo próprio importante e caro (Arete, Gnosos, Rage,Quantum etc.), há facções conflitantes lutando pelo poder, e o risco (ainda que, pelo que tenha entendido, baixo) de seu próprio poder se virar contra vc mesmo. Gostei do novo sistema, sendo muito enxuto, e a lista de habilidades agora é sempre a mesma: é para vc conseguir obter qquer coisa através deles, e ponto.
Vamos ver até onde vamos.
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