Nosso grupo, após um treinamento para a Seção 9, torna-se um destacamento próprio na Tóquio que está sendo reconstruída, oficialmente não pertencendo à S9. Homura Ken é um ex-Interpol, cansado da burocracia que lhe custou uma boa equipe, indo para a S9 sob a expectativa de proteger o cidadão comum de forma mais eficiente - ou isso é o que fica bonito no currículo.
Quando a Major Motoko Musanagi e Bato [spoiler da história oficial: montaram situações de terrorismo para convencer o governo japonês a montar a S9, ], isto não passou despercebido de Ken, cuja alcunha Mr. Fly reflete uma tendência à onisciência cibernética: chantageá-la por um emprego pareceu manobra burra corajosa o bastante para garantir uma vaga.
No caminho do escritório, nosso comboio foi atacado por mercenários a soldo de uma empresa fabricante de notícias, e nossa diretoria sabia disso - queria ver nossa capacidade de reação. Resultado positivo, chegamos em Tóquio em segurança e nos instalamos.
Na nossa primeira missão, um reload do conceito de 'cruzada das crianças'...
Achei o sistema bem leve, foge do padrão 'crunchy' cheio, por exemplo, de modificadores e 'lista de compras' dos sistemas habituais de cyberpunk.
Conclui próxima sessão.
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