Venétio Macedo de Sousa, Nao Nashi e Diego Ferro chegam ao clímax da aventura, com um arcanjo furibundo vindo extrair vingança do último dos coronéis que, décadas atrás, haviam-no aprisionado para receber sorte e fortuna.
A solução se apresentou: cobrir a casa da fazenda e os humanos com símbolos enoquianos para não deixar que o anjo furioso os veja — menos o coronel, que será iludido com um falso rito e, quem sabe, seu assassinato baste para que a entidade não oblitere as redondezas.
Pena que, na hora H, os jagunços tenham passado fogo contra a entidade, anulando sua invisibilidade. Mas, havendo saciado sua sede de vingança e ateando fogo à casa da fazenda, o arcanjo se foi embora e voltamos pra casa a pé, ao menos tendo salvo o pessoal não essencial da propriedade.
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