Já disponível a edição nacional de Mutantes e Malfeitores. Pelo meio da semana deve chegar ao Rio de Janeiro.
A nação, penhorada, agradece.
segunda-feira, 19 de maio de 2008
domingo, 18 de maio de 2008
Dia D
Estive ontem na Veiga de Almeida, durante o 'dia D', uma iniciativa da Devir para estimular, onde ela pudesse alcançar, o RPG. Vi muitas mesas, tentei ir a uma palestra que não houve, mas não joguei nada.
Encontrando com camaradas de dados, veteranos do rpg aqui no Rio, houve aquele lamentar dos tempos em que havia a RPG Rio, e como o Internacional lá em São Paulo engole fácil um evento como aquele.
Enfim...
Encontrando com camaradas de dados, veteranos do rpg aqui no Rio, houve aquele lamentar dos tempos em que havia a RPG Rio, e como o Internacional lá em São Paulo engole fácil um evento como aquele.
Enfim...
terça-feira, 13 de maio de 2008
Se ferra ai, Wizards?
Ainda sendo traduzida pra Rede RPG, mas uma quentinha: sabem o Pathfinder RPG, anunciado mais abaixo, que prosseguirá com as regras da edição 3.5 de S&D? Pois é. Quem sobe a bordo do projeto como consultor das regras é ninguém menos do que um dos maiores autores de D&D: Monte Cook.
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domingo, 11 de maio de 2008
EuroForce ontem!...
De volta à ação, a Euroforce se dirige ao norte da Suécia, para encontrar o milenar Povo do Gelo (de onde veio a heroína Gelo, da DC), em secreta missão diplomática para auxiliá-los contra a volta dos temíveis Gigantes de Gelo, que estavam retornando para exigir terras tomadas 15 mil anos antes. Ser um maldito draugr não ajudou muito o bom Conde Darkov, mas não foi por isso que as negociações fracassaram, começando a devastação de sempre, em um plano dimensional além do nosso onde eles vivia, pelos domínios de Hela...
Temos um novo membro, Shadowbane, enquanto lamentamos a perda de Der Patriot...
Mais em um mês e meio.
Temos um novo membro, Shadowbane, enquanto lamentamos a perda de Der Patriot...
Mais em um mês e meio.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Todos saúdem...
Fading Suns...
... acrescentei ao lado, na Criogenia, ou seja, personagens meus com que não jogo há tempos, o Barão Christian Urmagaud Hawkwood, para jogos pelo RPG Fading Suns, que prezo muito.
Originalmente pela Holistic Design, montado por uma turma da velha guarda da White Wolf, é um jogo passado na nova Idade das Trevas do ano 5.000, após a queda da grandiosa Segunda República de volta à monarquia, clero e mercantes, tecnologia perdida, ignorância rampante, etc. e tal. O ambiente ainda inclui alienígenas (tratados não muito melhor do que os povos nativos americanos ou africanos pelos europeus), poderes psiônicos, milagres da Fé (e do outro lado, tb), implantes cibernéticos, etc. e tal.
O sistema é meio mequetrefe, mas gosto muito da ambientação. Andou ganhando um d20 quando era moda, mas não me parece que foi grande coisa adiante.
Os fãs estão à espera de uma terceira edição há tempos, mas, por enquanto, o que rola é uma revisão de texto e afinamento das regras da segundona pela neozelandeza Red Brick (e futucando a página da Red Brick, eis que vejo o anúncio que eles também estão cuidando de um rpg bem interessante, chamado Blue Planet).
O meu personagem, que já durou umas 2-3 campanhas, é o herdeiro de um feudo, da nobre família Hawkwood, que vira e mexe esbarra na vida meio oculta do pai: um mercenário e escravagista que deu a sorte de resgatar, apaixonar-se e se casar com uma nobre desta família, sendo "Pecados dos Pais" um tema que lhe acomete, vira e mexe. De bom coração, ele é um dos meus "paladinos", como eu costumo chamar. Os demais jogadores se tornaram sua corte pessoal, e a coisa sempre rolou direitinho.
Originalmente pela Holistic Design, montado por uma turma da velha guarda da White Wolf, é um jogo passado na nova Idade das Trevas do ano 5.000, após a queda da grandiosa Segunda República de volta à monarquia, clero e mercantes, tecnologia perdida, ignorância rampante, etc. e tal. O ambiente ainda inclui alienígenas (tratados não muito melhor do que os povos nativos americanos ou africanos pelos europeus), poderes psiônicos, milagres da Fé (e do outro lado, tb), implantes cibernéticos, etc. e tal.
O sistema é meio mequetrefe, mas gosto muito da ambientação. Andou ganhando um d20 quando era moda, mas não me parece que foi grande coisa adiante.
Os fãs estão à espera de uma terceira edição há tempos, mas, por enquanto, o que rola é uma revisão de texto e afinamento das regras da segundona pela neozelandeza Red Brick (e futucando a página da Red Brick, eis que vejo o anúncio que eles também estão cuidando de um rpg bem interessante, chamado Blue Planet).
O meu personagem, que já durou umas 2-3 campanhas, é o herdeiro de um feudo, da nobre família Hawkwood, que vira e mexe esbarra na vida meio oculta do pai: um mercenário e escravagista que deu a sorte de resgatar, apaixonar-se e se casar com uma nobre desta família, sendo "Pecados dos Pais" um tema que lhe acomete, vira e mexe. De bom coração, ele é um dos meus "paladinos", como eu costumo chamar. Os demais jogadores se tornaram sua corte pessoal, e a coisa sempre rolou direitinho.
FAQ oficial da GSL 4E
Para os que tinham dúvidas como iria ficar a licença de uso do sistema da quarta edição de Dungeons & Dragons, eis a FAQ sobre o assunto, traduzida por este que vos digita.
Fonte: Rede RPG.
Fonte: Rede RPG.
sábado, 3 de maio de 2008
Dragões da Independência, ho!
Após diversas marcações e desmarcações, consegui dar o pontapé inicial na minha roda dentro do mesmo universo da campanha "O Cruzeiro do Sul", onde sou jogador. Aqui estou mestrando um jogo paralelo com outros Novas, a serviço do governo brasileiro, em uma tropa militar de elite de codinome 'Dragões da Independência'.
Com três jogadores, pude ir desenferrujando o sistema de Aberrant aos poucos, assim como minhas habilidades de mestragem, e pelo menos um dos jogadores se lembrando como era apenas jogar, que vinha apenas mestrando nos últimos anos - a campanha do Caern do Vento Frio, onde o saudoso Rastros-Sob-a-Lua costumava aprontar das suas, era dele.
Infelizmente, devido a prazos inadiáveis, conseguirei dar sequência somente após Junho.
Mas foi bom rever o screen.
Com três jogadores, pude ir desenferrujando o sistema de Aberrant aos poucos, assim como minhas habilidades de mestragem, e pelo menos um dos jogadores se lembrando como era apenas jogar, que vinha apenas mestrando nos últimos anos - a campanha do Caern do Vento Frio, onde o saudoso Rastros-Sob-a-Lua costumava aprontar das suas, era dele.
Infelizmente, devido a prazos inadiáveis, conseguirei dar sequência somente após Junho.
Mas foi bom rever o screen.
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sábado, 26 de abril de 2008
Mutantes & Malfeitores: Primeiro capítulo disponibilizado...
... no site da Jambô. É só clicar aqui. A notícia do lançamento está aqui. A última previsão é pra Maio/Junho.
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quinta-feira, 24 de abril de 2008
terça-feira, 22 de abril de 2008
Hero-o-Matic...
... assim como o Hero Machine, que usei para fazer a figura do Red Phoenix lá embaixo, descobri um programa similar, desenvolvido por um brasileiro, que é o Hero-Matic. Mandando bem, ele se utiliza do character design típico do Bruce Timm, popularizado pelas Animated Series de Batman, Superman, Liga da Justiça e Liga da Justiça Unlimited.
Até construi uma variante do Red Phoenix, mas não gostei muito.

Talvez demore algum tempo até aparecer um character design tão elegante, ao menos no gênero de supers, e certamente no escopo maior dos gêneros de aventura, do que o instituído por Bruce Timm.
Até construi uma variante do Red Phoenix, mas não gostei muito.

Talvez demore algum tempo até aparecer um character design tão elegante, ao menos no gênero de supers, e certamente no escopo maior dos gêneros de aventura, do que o instituído por Bruce Timm.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Cruzeiro do Sul + Mythos - Finale!
Após algumas semanas a mais por questões várias, retomamos o finale de 'Cruzeiro do Sul', após umas duas ou três sessões, que por sua vez eram o retomar de uns três-quatro anos atrás.
O Chamado de Cthulhu misturou um elemento além do cenário normal de Aberrant, que é toda a mitologia criada pelo escritor H. P. Lovecraft, sintetizada em jogo no excelente RPG Call of Cthulhu, da Chaosium, em planos de publicação pela Devir talvez ainda este ano.
Sessão final, o plot nos levou à ilha de R'lyeh, emergida das águas no Pacífico, com sua geografia não-euclidiana, horrores indizíveis e seu habitante por fim desperto. Com o auxílio do time nacional de Novas chinês - a convite dos próprios, aliás -, fomos, vimos, enlouquecemos, "maculam-nos", explodimos, atomizamos, sacrificamo-nos e vencemos. Da minha parte, American Atlas, ídolo de milhões, foi quase esquartejado pelo grande Cthulhu, após meter-lhe um pedregulho olho adentro. Ah, e foi despedido.
Pude ainda jogar com um personagem meu de uma antiga subcampanha, que é atualmente o defensor estadual de SP, Aster Rex, que fez sua parte, direitinho, durante uma parte do jogo que foi prender um chefão de máfia chinesa no bairro da Liberdade.
Tudo muito divertido. Mais em quinze dias, se der certo.
O Chamado de Cthulhu misturou um elemento além do cenário normal de Aberrant, que é toda a mitologia criada pelo escritor H. P. Lovecraft, sintetizada em jogo no excelente RPG Call of Cthulhu, da Chaosium, em planos de publicação pela Devir talvez ainda este ano.
Sessão final, o plot nos levou à ilha de R'lyeh, emergida das águas no Pacífico, com sua geografia não-euclidiana, horrores indizíveis e seu habitante por fim desperto. Com o auxílio do time nacional de Novas chinês - a convite dos próprios, aliás -, fomos, vimos, enlouquecemos, "maculam-nos", explodimos, atomizamos, sacrificamo-nos e vencemos. Da minha parte, American Atlas, ídolo de milhões, foi quase esquartejado pelo grande Cthulhu, após meter-lhe um pedregulho olho adentro. Ah, e foi despedido.
Pude ainda jogar com um personagem meu de uma antiga subcampanha, que é atualmente o defensor estadual de SP, Aster Rex, que fez sua parte, direitinho, durante uma parte do jogo que foi prender um chefão de máfia chinesa no bairro da Liberdade.
Tudo muito divertido. Mais em quinze dias, se der certo.
Grécia d20
Rolou neste domingo mais Grécia d20, após um bom tempo. Cylon de Cnossos e seus passaram a perna em uma vingativa deusa do mar, ainda que atraindo a fúria do grande Poseidon... mais tarde, na terra de Khem, a confirmação de que Atlântida irá perecer sob as águas, e dicas de um novo destino para sua população sobreviver. E o Príncipe Valorius põe fim em um desagradával concorrente ao trono atlante - ou quase isso.
Muito legal!
Muito legal!
quarta-feira, 16 de abril de 2008
GURPS Lite 4E...
... em português. Alguém interessado?
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domingo, 13 de abril de 2008
Dragonlance: The Dragons of Autumn Twilight
Para quem não conhece, é a animação baseada em um dos mais populares cenários do RPG Dungeons & Dragons. Como apenas joguei praticamente Greyhawk, tudo o que vem além disso me soa mais do mesmo.
Sim, eu sei que há diferenças, como os conhecedores de cada cenário podem me garantir, e eu acredito nisso. Mas, tendo a vista do leigo; tudo o que eu vi foi... bem, mais do mesmo. Que conhece, novamente, assegura-me que, como adaptação da história, está bom até. Ok, não vou realmente entrar na questão, embora gostaria de ver quem ficou legal e quem não. Até já tenho uma idéia, pelos comentários do mesmo quem conhece a história, mas prefiro ficar na minha.
Mas em termos de animação, que é um terreno que eu arrisco a conhecer um pouquinho, eu diria aquilo ali foi um equívoco dos piores. O filme, lançado direto para DVD, sofre de baixo orçamento. Não pareceu, portanto, a melhor das idéias dedicar tudo aquilo que se refere a dragões - e haja dragões e homens-dragões - sendo tratado em 3D, que normalmente é uma técnica que sai caro. Ora, porque não fazer tudo logo em animação tradicional, traço-2D, de uma vez? Ou seja, as coisas ficaram sacrificadas, dependendo de complementos de After-Effects (ou software similar) para dar uma graça a mais, e novamente forçando contrastes visuais desnecessários. Até porque, pelo menos desde 1999, mesclar animação tradicional harmoniosamente com 3D não é nenhuma novidade. A animação tradicional que sobrou pareceu algo do desenho de Comandos em Ação.
Talvez aos mais fanáticos pelo cenário, aquilo traga bons momentos. Mas para mim, fã genérico do tema, e de RPG, aquilo tudo me pareceu desnecessário e um pouco confuso (diversos personagens), cheio de clichês (a cena da taverna logo de cara me fez querer desistir de assistir) e simplesmente mal-feito. Como 'representante' da história de Dragonlance, novamente, não sou o melhor para julgar.
Sim, eu sei que há diferenças, como os conhecedores de cada cenário podem me garantir, e eu acredito nisso. Mas, tendo a vista do leigo; tudo o que eu vi foi... bem, mais do mesmo. Que conhece, novamente, assegura-me que, como adaptação da história, está bom até. Ok, não vou realmente entrar na questão, embora gostaria de ver quem ficou legal e quem não. Até já tenho uma idéia, pelos comentários do mesmo quem conhece a história, mas prefiro ficar na minha.
Mas em termos de animação, que é um terreno que eu arrisco a conhecer um pouquinho, eu diria aquilo ali foi um equívoco dos piores. O filme, lançado direto para DVD, sofre de baixo orçamento. Não pareceu, portanto, a melhor das idéias dedicar tudo aquilo que se refere a dragões - e haja dragões e homens-dragões - sendo tratado em 3D, que normalmente é uma técnica que sai caro. Ora, porque não fazer tudo logo em animação tradicional, traço-2D, de uma vez? Ou seja, as coisas ficaram sacrificadas, dependendo de complementos de After-Effects (ou software similar) para dar uma graça a mais, e novamente forçando contrastes visuais desnecessários. Até porque, pelo menos desde 1999, mesclar animação tradicional harmoniosamente com 3D não é nenhuma novidade. A animação tradicional que sobrou pareceu algo do desenho de Comandos em Ação.
Talvez aos mais fanáticos pelo cenário, aquilo traga bons momentos. Mas para mim, fã genérico do tema, e de RPG, aquilo tudo me pareceu desnecessário e um pouco confuso (diversos personagens), cheio de clichês (a cena da taverna logo de cara me fez querer desistir de assistir) e simplesmente mal-feito. Como 'representante' da história de Dragonlance, novamente, não sou o melhor para julgar.
sábado, 12 de abril de 2008
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Cthulhutech
Vi ontem, na mão de um amigo meu. O livro é bonito toda a vida. O sistema, originalmente, é o mesmo de Weapons of the Gods, por um pessoal que saiu da editora, e aproveitou o sistema básico.
A hisatória, em resumo, mistura o mythos lovecraftiano com um futuro a la Evangelion, com mechas biológicos e armamento de alta potência contra Aquilo Que o Homem Não Deve Saber.
O preço é meio salgado, mas meu interesse foi despertado.
terça-feira, 1 de abril de 2008
Phoenix Rising!

Perspectivas de uma nova campanha de Supers, pelo Mutants & Masterminds... personagem idealizado e background pronto, falta a mecânica. Campanha de PL 5.
O rapaz ai é Red Phoenix, criado pela materialização do poder remanescente de um outro Super-Herói que morreu, sacrificando-se pela salvação do mundo à beira da destruição... e não tem a menor idéia de seu passado.
O primeiro vilão promete ser um símio de inteligência avançada, que faz experiências médicas em cobaias humanas... e deixa o resultado da pesquisa na rede, para quem quiser se beneficiar. Vai ser feio.
A imagem foi feita na página do Hero Machine, caso estejam se perguntando.
quarta-feira, 26 de março de 2008
Paizo lança Pathfinder RPG nas regras da 3.5
A Paizo pagou pra ver, pelo visto, e pretende apostar nos futuros órfãos da edição 3.5 de Dungeons & Dragons. Ajudei a traduzir um material para a Rede RPG a sair nos próximos dias. Essencialmente, Pathfinder pegará a 3.5 e levará a tocha adiante, afinando regras e aprimorando aquilo que eles sentiam que estava esquisito.
Estão com um projeto de 'lançamentos Alfa' do Pathfinder daqui até Agosto de 2009, com todas as regras, gratuito e baixável do site deles. A idéia é contar com o apoio e jogadores mundo afora, obter o feedback do playtest que eles fizerem, e assim construir um RPG mais sólido possível, com até milhares de jogadores testanto o sistema e relatando o que encontraram para a firma. Boa sorte.
O quanto isso poderá travar o lucro da 4.0, isto ainda será visto...
Estão com um projeto de 'lançamentos Alfa' do Pathfinder daqui até Agosto de 2009, com todas as regras, gratuito e baixável do site deles. A idéia é contar com o apoio e jogadores mundo afora, obter o feedback do playtest que eles fizerem, e assim construir um RPG mais sólido possível, com até milhares de jogadores testanto o sistema e relatando o que encontraram para a firma. Boa sorte.
O quanto isso poderá travar o lucro da 4.0, isto ainda será visto...
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terça-feira, 25 de março de 2008
Nova fase...
... é, perdi o antigo, e dei uma bela brochada disto aqui.
Não venho jogando muito, ultimamente, também.
A melhor das novidades é que meu prezadíssimo GM voltou com nossa saudosa campanha de Aberrant RPG, intitulada O Cruzeiro do Sul, agora sob nova formação. O que significa que American Atlas, uma vez mais, está à solta... ainda bem. Três sessões divertidíssimas depois, um hiato impede dele continuar mestrando, como jogadores esperamos que seja breve e como amigos lhe desejamos sucesso em sua empreitada.
Penso em voltar a mestrar, mas para variar, Time is a luxury that you don't have, captain. Gostaria de voltar com meu Team Tomorrow - Europa do Leste, sob nova formação também.
Com o tempo, adicionarei mais detalhes, como links, personagens, etc.
***
Não podia começar um blog de rpg sem falar da morte do co-criador do RPG, Gary Gygax. Foi ele que, com Dave Arneson, em 1974 deu o pontapé inicial em tudo isto aqui. Na Rede RPG, que colaboro de quando em vez, escrevi algumas palavras. Obrigado pelo hobby, e especialmente pelos amigos, Mr. Gygax.
Não venho jogando muito, ultimamente, também.
A melhor das novidades é que meu prezadíssimo GM voltou com nossa saudosa campanha de Aberrant RPG, intitulada O Cruzeiro do Sul, agora sob nova formação. O que significa que American Atlas, uma vez mais, está à solta... ainda bem. Três sessões divertidíssimas depois, um hiato impede dele continuar mestrando, como jogadores esperamos que seja breve e como amigos lhe desejamos sucesso em sua empreitada.
Penso em voltar a mestrar, mas para variar, Time is a luxury that you don't have, captain. Gostaria de voltar com meu Team Tomorrow - Europa do Leste, sob nova formação também.
Com o tempo, adicionarei mais detalhes, como links, personagens, etc.
***
Não podia começar um blog de rpg sem falar da morte do co-criador do RPG, Gary Gygax. Foi ele que, com Dave Arneson, em 1974 deu o pontapé inicial em tudo isto aqui. Na Rede RPG, que colaboro de quando em vez, escrevi algumas palavras. Obrigado pelo hobby, e especialmente pelos amigos, Mr. Gygax.
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