terça-feira, 10 de junho de 2008

Blue Guardian



O distinto ai é para uma outra campanha de M&M (sim, estão pipocando, falta ver se rola). É um cara já grisalho, que já viu muito, e foi dispensado da "Liga da Justiça" do cenário quando o perfil dos super-heróis começou a ficar mais violento.

Ex-combatente do Vietnã, ex-cana, ex-defensor municipal, continua sendo o seu amigo da vizinhança. Em termos de poderes, pretendo que seja um 'flying brick', e o que mais der. PL 10.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Campanhas idas...

Somente após Junho devo retormar a mestragem de jogos, coisa que, como disse no post abaixo dos Dragões da Independência, faz tempo que não faço. Bem, se tudo der certo, a ver:

Team Tomorrow Europa do Leste: Além de prosseguir com os Dragões da Independência, gostaria de retomar esta que foi minha campanha principal por uns três anos, também em Aberrant. O T2M EL é uma unidade auxiliar do T2M Europa, mais focado na antiga 'Cortina de Ferro', cujos países ainda servem como escoadouro de contrabando para o Velho Mundo. Nesses três anos, o time contava com Kristoph "Superman" Wojczek, polonês, que se vestia como o próprio, sendo o 'brick' voador do grupo; Ethan "Wired" Lang, alemão, ex-criminoso virtual que passou a controlar computadores e maquinário com a mente e capaz de gerar portais e uma rajada de atordoamento sônico; e Irina "Glastig" Hunter, romena, com poderes e deficiências associadas comumente a vampiros.

A campanha ainda tinha um certo número de npcs recorrentes, entre ex-pcs, mentores, inimigos recorrentes, colegas de trabalho, heróis ex-aposentados, etc. Quando retomar, deverá sofrer uma reforma na equipe.

A Estrada para Bizâncio, em Fading Suns, foi uma roda que implodiu devido a brigalhadas in e off character. O tema era a escolta em silêncio de um enviado de um planeta conhecido por apenas partes interessadas até a capital do Império, Bizâncio II, onde ele apresentaria a reinvidicação de seu governo sobre seu mundo, e promessas de paz, e etc. O caminho, de mundo em mundo, seria repleto de problemas, traições, etc. e tal... gostaria de recomeçar do zero.

Os Doze Reis foi minha única tentativa em Witchcraft de mestrar algo por esse sistema. É em cima da lenda que a cada geração existem, anônimos, doze homens e mulheres ao redor do mundo verdadeiramente justos, e que pelos quais Deus não acaba com o mundo. A noção é de que alguém pelo visto conseguiu identificá-los, e resolveu iniciar o apocalipse ainda nesta década, matando um a um. Excesso de npcs e implicâncias com o sistema torpedearam essa campanha pela segunda ou terceira sessão.

Gostaria, por fim, de começar, desenvolver e chegar ao fim de um jogo que eu particularmente gosto muito, Castle Falkenstein. Cheguei a mestrar alguns arcos completos no passado, cheguei até a ter duas rodas paralelas, mas as coisas desandaram. Idéias eu tenho até, mas sentar e realizá-las é que são elas. No mais ainda não sinto que é o tempo certo para tal.

Vamos ver, vamos ver.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

M&M is GO!

Já disponível a edição nacional de Mutantes e Malfeitores. Pelo meio da semana deve chegar ao Rio de Janeiro.

A nação, penhorada, agradece.

domingo, 18 de maio de 2008

Dia D

Estive ontem na Veiga de Almeida, durante o 'dia D', uma iniciativa da Devir para estimular, onde ela pudesse alcançar, o RPG. Vi muitas mesas, tentei ir a uma palestra que não houve, mas não joguei nada.

Encontrando com camaradas de dados, veteranos do rpg aqui no Rio, houve aquele lamentar dos tempos em que havia a RPG Rio, e como o Internacional lá em São Paulo engole fácil um evento como aquele.

Enfim...

terça-feira, 13 de maio de 2008

Se ferra ai, Wizards?

Ainda sendo traduzida pra Rede RPG, mas uma quentinha: sabem o Pathfinder RPG, anunciado mais abaixo, que prosseguirá com as regras da edição 3.5 de S&D? Pois é. Quem sobe a bordo do projeto como consultor das regras é ninguém menos do que um dos maiores autores de D&D: Monte Cook.

domingo, 11 de maio de 2008

EuroForce ontem!...

De volta à ação, a Euroforce se dirige ao norte da Suécia, para encontrar o milenar Povo do Gelo (de onde veio a heroína Gelo, da DC), em secreta missão diplomática para auxiliá-los contra a volta dos temíveis Gigantes de Gelo, que estavam retornando para exigir terras tomadas 15 mil anos antes. Ser um maldito draugr não ajudou muito o bom Conde Darkov, mas não foi por isso que as negociações fracassaram, começando a devastação de sempre, em um plano dimensional além do nosso onde eles vivia, pelos domínios de Hela...

Temos um novo membro, Shadowbane, enquanto lamentamos a perda de Der Patriot...

Mais em um mês e meio.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Todos saúdem...


... Otokhar XVII Darkov, soberano inconteste da Ruthvânia -- na verdade, Conde Emil Ruthengaard Darkov, membro da Euroforce.

Eu adoro esse programa.

Fading Suns...

... acrescentei ao lado, na Criogenia, ou seja, personagens meus com que não jogo há tempos, o Barão Christian Urmagaud Hawkwood, para jogos pelo RPG Fading Suns, que prezo muito.

Originalmente pela Holistic Design, montado por uma turma da velha guarda da White Wolf, é um jogo passado na nova Idade das Trevas do ano 5.000, após a queda da grandiosa Segunda República de volta à monarquia, clero e mercantes, tecnologia perdida, ignorância rampante, etc. e tal. O ambiente ainda inclui alienígenas (tratados não muito melhor do que os povos nativos americanos ou africanos pelos europeus), poderes psiônicos, milagres da Fé (e do outro lado, tb), implantes cibernéticos, etc. e tal.

O sistema é meio mequetrefe, mas gosto muito da ambientação. Andou ganhando um d20 quando era moda, mas não me parece que foi grande coisa adiante.

Os fãs estão à espera de uma terceira edição há tempos, mas, por enquanto, o que rola é uma revisão de texto e afinamento das regras da segundona pela neozelandeza Red Brick (e futucando a página da Red Brick, eis que vejo o anúncio que eles também estão cuidando de um rpg bem interessante, chamado Blue Planet).

O meu personagem, que já durou umas 2-3 campanhas, é o herdeiro de um feudo, da nobre família Hawkwood, que vira e mexe esbarra na vida meio oculta do pai: um mercenário e escravagista que deu a sorte de resgatar, apaixonar-se e se casar com uma nobre desta família, sendo "Pecados dos Pais" um tema que lhe acomete, vira e mexe. De bom coração, ele é um dos meus "paladinos", como eu costumo chamar. Os demais jogadores se tornaram sua corte pessoal, e a coisa sempre rolou direitinho.

FAQ oficial da GSL 4E

Para os que tinham dúvidas como iria ficar a licença de uso do sistema da quarta edição de Dungeons & Dragons, eis a FAQ sobre o assunto, traduzida por este que vos digita.

Fonte: Rede RPG.

sábado, 3 de maio de 2008

Dragões da Independência, ho!

Após diversas marcações e desmarcações, consegui dar o pontapé inicial na minha roda dentro do mesmo universo da campanha "O Cruzeiro do Sul", onde sou jogador. Aqui estou mestrando um jogo paralelo com outros Novas, a serviço do governo brasileiro, em uma tropa militar de elite de codinome 'Dragões da Independência'.

Com três jogadores, pude ir desenferrujando o sistema de Aberrant aos poucos, assim como minhas habilidades de mestragem, e pelo menos um dos jogadores se lembrando como era apenas jogar, que vinha apenas mestrando nos últimos anos - a campanha do Caern do Vento Frio, onde o saudoso Rastros-Sob-a-Lua costumava aprontar das suas, era dele.

Infelizmente, devido a prazos inadiáveis, conseguirei dar sequência somente após Junho.

Mas foi bom rever o screen.

sábado, 26 de abril de 2008

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Wizards anuncia OGL para a 4E.

Ao que tudo indica, deram uma medrada, com a reação da Paizo, comentada lá embaixo.

Fonte: Rede RPG

terça-feira, 22 de abril de 2008

Hero-o-Matic...

... assim como o Hero Machine, que usei para fazer a figura do Red Phoenix lá embaixo, descobri um programa similar, desenvolvido por um brasileiro, que é o Hero-Matic. Mandando bem, ele se utiliza do character design típico do Bruce Timm, popularizado pelas Animated Series de Batman, Superman, Liga da Justiça e Liga da Justiça Unlimited.

Até construi uma variante do Red Phoenix, mas não gostei muito.



Talvez demore algum tempo até aparecer um character design tão elegante, ao menos no gênero de supers, e certamente no escopo maior dos gêneros de aventura, do que o instituído por Bruce Timm.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Cruzeiro do Sul + Mythos - Finale!

Após algumas semanas a mais por questões várias, retomamos o finale de 'Cruzeiro do Sul', após umas duas ou três sessões, que por sua vez eram o retomar de uns três-quatro anos atrás.

O Chamado de Cthulhu misturou um elemento além do cenário normal de Aberrant, que é toda a mitologia criada pelo escritor H. P. Lovecraft, sintetizada em jogo no excelente RPG Call of Cthulhu, da Chaosium, em planos de publicação pela Devir talvez ainda este ano.

Sessão final, o plot nos levou à ilha de R'lyeh, emergida das águas no Pacífico, com sua geografia não-euclidiana, horrores indizíveis e seu habitante por fim desperto. Com o auxílio do time nacional de Novas chinês - a convite dos próprios, aliás -, fomos, vimos, enlouquecemos, "maculam-nos", explodimos, atomizamos, sacrificamo-nos e vencemos. Da minha parte, American Atlas, ídolo de milhões, foi quase esquartejado pelo grande Cthulhu, após meter-lhe um pedregulho olho adentro. Ah, e foi despedido.

Pude ainda jogar com um personagem meu de uma antiga subcampanha, que é atualmente o defensor estadual de SP, Aster Rex, que fez sua parte, direitinho, durante uma parte do jogo que foi prender um chefão de máfia chinesa no bairro da Liberdade.

Tudo muito divertido. Mais em quinze dias, se der certo.

Grécia d20

Rolou neste domingo mais Grécia d20, após um bom tempo. Cylon de Cnossos e seus passaram a perna em uma vingativa deusa do mar, ainda que atraindo a fúria do grande Poseidon... mais tarde, na terra de Khem, a confirmação de que Atlântida irá perecer sob as águas, e dicas de um novo destino para sua população sobreviver. E o Príncipe Valorius põe fim em um desagradával concorrente ao trono atlante - ou quase isso.

Muito legal!

quarta-feira, 16 de abril de 2008

domingo, 13 de abril de 2008

Dragonlance: The Dragons of Autumn Twilight

Para quem não conhece, é a animação baseada em um dos mais populares cenários do RPG Dungeons & Dragons. Como apenas joguei praticamente Greyhawk, tudo o que vem além disso me soa mais do mesmo.

Sim, eu sei que há diferenças, como os conhecedores de cada cenário podem me garantir, e eu acredito nisso. Mas, tendo a vista do leigo; tudo o que eu vi foi... bem, mais do mesmo. Que conhece, novamente, assegura-me que, como adaptação da história, está bom até. Ok, não vou realmente entrar na questão, embora gostaria de ver quem ficou legal e quem não. Até já tenho uma idéia, pelos comentários do mesmo quem conhece a história, mas prefiro ficar na minha.

Mas em termos de animação, que é um terreno que eu arrisco a conhecer um pouquinho, eu diria aquilo ali foi um equívoco dos piores. O filme, lançado direto para DVD, sofre de baixo orçamento. Não pareceu, portanto, a melhor das idéias dedicar tudo aquilo que se refere a dragões - e haja dragões e homens-dragões - sendo tratado em 3D, que normalmente é uma técnica que sai caro. Ora, porque não fazer tudo logo em animação tradicional, traço-2D, de uma vez? Ou seja, as coisas ficaram sacrificadas, dependendo de complementos de After-Effects (ou software similar) para dar uma graça a mais, e novamente forçando contrastes visuais desnecessários. Até porque, pelo menos desde 1999, mesclar animação tradicional harmoniosamente com 3D não é nenhuma novidade. A animação tradicional que sobrou pareceu algo do desenho de Comandos em Ação.

Talvez aos mais fanáticos pelo cenário, aquilo traga bons momentos. Mas para mim, fã genérico do tema, e de RPG, aquilo tudo me pareceu desnecessário e um pouco confuso (diversos personagens), cheio de clichês (a cena da taverna logo de cara me fez querer desistir de assistir) e simplesmente mal-feito. Como 'representante' da história de Dragonlance, novamente, não sou o melhor para julgar.

sábado, 12 de abril de 2008

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Cthulhutech



Vi ontem, na mão de um amigo meu. O livro é bonito toda a vida. O sistema, originalmente, é o mesmo de Weapons of the Gods, por um pessoal que saiu da editora, e aproveitou o sistema básico.

A hisatória, em resumo, mistura o mythos lovecraftiano com um futuro a la Evangelion, com mechas biológicos e armamento de alta potência contra Aquilo Que o Homem Não Deve Saber.

O preço é meio salgado, mas meu interesse foi despertado.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Phoenix Rising!


Perspectivas de uma nova campanha de Supers, pelo Mutants & Masterminds... personagem idealizado e background pronto, falta a mecânica. Campanha de PL 5.

O rapaz ai é Red Phoenix, criado pela materialização do poder remanescente de um outro Super-Herói que morreu, sacrificando-se pela salvação do mundo à beira da destruição... e não tem a menor idéia de seu passado.

O primeiro vilão promete ser um símio de inteligência avançada, que faz experiências médicas em cobaias humanas... e deixa o resultado da pesquisa na rede, para quem quiser se beneficiar. Vai ser feio.

A imagem foi feita na página do Hero Machine, caso estejam se perguntando.